top of page

Resultados de busca

216 resultados encontrados com uma busca vazia

  • João Gordo é detido em aeroporto e ironiza caso: “vai rolar um tribunal de pequenas causas”

    Reprodução Se tem alguém que não perde o tom nem na turbulência, é João Gordo. Nem quando o assunto envolve polícia em aeroporto.   O vocalista do Ratos de Porão foi detido no último domingo (22), no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, após a Polícia Federal encontrar cerca de 5g de haxixe e maconha em sua bagagem. O caso foi enquadrado como infração de menor potencial ofensivo, e Gordo assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência antes de ser liberado. Dias depois, comentou o episódio com seu estilo característico: disse que a “aventura” terminou mal, mas sem maiores danos, e resumiu o desfecho como uma futura ida ao “Tribunal de Pequenas Causas”, em referência ao Juizado Especial Criminal.   Entre Stories com trilha de Frank Sinatra e vídeos no carro, o músico alternou entre desabafo e deboche, minimizando o ocorrido e ironizando críticas. No fim, tratou tudo como mais um capítulo da rotina rock and roll, com direito a atraso, prejuízo e aquela velha máxima: quem tá na chuva é pra se molhar.

  • “Não vou tocar de biquíni”: Jéssica Falchi reacende debate no rock

    Foto: César Ovalle Em meio a riffs e algoritmos, Jéssica Falchi resolveu cutucar um tema que sempre volta.   A ex-Crypta, agora à frente do projeto Falchi ao lado de Jean Patton, lançou o EP instrumental Solace e aproveitou a divulgação para levantar uma discussão espinhosa: a forma como mulheres guitarristas são frequentemente sexualizadas.   Em papo no podcast Amplifica, Jéssica foi direta ao ponto ao dizer que, muitas vezes, o público masculino presta mais atenção na aparência do que na execução. “Se você põe uma menina sexualizada tocando, os caras nem vão ver se você está tocando bem”, comentou. Para ela, a ideia de “meu corpo, minhas regras” não deveria reforçar essa lógica dentro da música, especialmente entre artistas mais jovens.   Sem posar de fiscal de comportamento, a guitarrista deixou claro que cada mulher deve fazer o que quiser, mas traçou sua própria linha: “Se você quer me ver de biquíni tocando guitarra, você não vai ver”. A fala, claro, gerou reação. Entre apoios e críticas, nomes como Fernanda Mariutti rebateram a visão, defendendo que o rock deve ser sempre um espaço de liberdade. E assim segue o debate, alto, distorcido e longe de um acorde final.

  • Os Raimundos como você nunca viu

    Divulgação Algumas histórias do rock brasileiro merecem ser contadas com volume alto. A dos Raimundos, agora no Globoplay com Andar na Pedra, é uma delas.   Dividida em cinco episódios, a série percorre a trajetória da banda desde o underground brasiliense até a explosão nos anos 90, quando riffs sujos e letras afiadas conquistaram o país.   Com imagens raras e depoimentos inéditos, o documentário costura memórias e bastidores para mostrar não só o sucesso, mas também as rachaduras internas que vieram junto. Entre elas, a saída de Rodolfo Abrantes em 2001, após sua conversão religiosa, um dos momentos mais delicados da história do grupo. “Foi um choque”, sugerem os relatos, ainda hoje cercados de interpretações e feridas abertas.   Com participações de músicos, produtores e pessoas próximas, a produção amplia o olhar sobre o impacto cultural da banda, sem ignorar suas contradições. No fim, sobra a certeza de que os Raimundos nunca foram só barulho, eram também tensão, reinvenção e um capítulo essencial do rock brasileiro.

  • Springsteen lança canção contra ações do ICE nos EUA

    Nova música do Boss critica violência estatal, cita mortes em Minneapolis e mira Trump e aliados em um protesto direto e sem metáforas excessivas. Foto: Rob DeMartin Bruce Springsteen voltou a fazer o que sempre soube: usar a música como megafone. O cantor lançou de surpresa uma nova canção online em crítica direta ao ICE, agência federal dos Estados Unidos responsável pelo controle de imigração, hoje no centro de uma crise que extrapolou fronteiras e virou assunto global.   A música surge após operações em Minneapolis que terminaram com civis mortos e elevaram a tensão social no país. Em 7 de janeiro, Renée Good, de 37 anos, foi baleada por um agente durante uma ação. Poucos dias depois, em 24 de janeiro, Alex Pretti, enfermeiro de ascendência italiana, morreu em outro tiroteio ligado a operações do ICE. O episódio ecoa de forma pessoal para Springsteen, filho de imigrantes italianos por parte de mãe.   “Escrevi esta música no sábado, gravei ontem e lancei hoje”, afirmou o músico nas redes sociais. Segundo ele, a faixa é uma resposta ao que chamou de “terrorismo de Estado” em Minneapolis. A dedicatória é clara: à cidade, aos imigrantes inocentes e à memória de Pretti e Good. O recado final vem curto e direto, no estilo do Boss: “Mantenham-se livres”.   Com pouco mais de quatro minutos, a canção segue a tradição do protest song americano, lembrando o tom narrativo e seco de Bob Dylan em Desolation Row. Springsteen não evita nomes. O presidente Donald Trump aparece de forma indireta, enquanto Stephen Miller e Kristi Noem, figuras centrais da política anti-imigração do governo, são citados explicitamente na letra.   Nos versos, não há filtro nem alegoria excessiva. Há violência, sangue na neve, tiros justificados como “legítima defesa” e uma denúncia clara do que o cantor vê como abuso de poder. É Springsteen no modo mais cru, menos hino de estádio e mais crônica amarga do país real.   Sem campanha, sem aviso prévio e sem polimento comercial, o lançamento soa como urgência. Quando a política fecha portas, Springsteen faz o que sempre fez: abre o amplificador, escreve rápido e canta antes que o silêncio vire regra.

  • Pitty acena com novo disco e promete som quente e furioso

    Fotografia: Stephanie Hahne Sete anos depois de Matriz, Pitty voltou a escrever com fome. A própria cantora avisou nas redes que a engrenagem destravou e que o próximo álbum de estúdio já começa a tomar forma, com lançamento desenhado para 2026.   Sem revelar músicas prontas, ela adiantou o espírito do projeto. As palavras-chave vieram em sequência, quase como riff: pesado, dançante, sexy, raivoso. E pop, no melhor sentido. Aquele que faz o povo cantar rock na rua, sem pedir licença.   O novo trabalho será o sexto da carreira e carrega naturalmente a expectativa de quem acompanhou a força e a coesão de Matriz, lançado em 2019 e considerado um dos pontos altos de sua discografia. Por enquanto, não há detalhes sobre produção ou datas, mas a mensagem é clara: a caneta está quente, e Pitty voltou ao jogo.

  • Yungblud, a voz que bagunçou o rock britânico

    Fotografia: Christopher Polk/Billboard/Getty Images Dominic Harrison, o Yungblud, passou 2025 fazendo barulho do jeito mais difícil: sendo ele mesmo. Aos 28 anos, o cantor britânico encerrou o ano como o principal nome do rock do país, com dois discos no topo das paradas, três indicações ao Grammy e o respeito de veteranos que não costumam abrir espaço para novatos.   O quarto álbum, Idols, liderou as vendas no Reino Unido em junho. No mesmo período, o Bludfest, festival criado por ele após portas se fecharem em outros eventos, reuniu 30 mil pessoas. Pouco depois, veio a prova de fogo: cantar no show de despedida do Black Sabbath. Diante de uma plateia mais velha e cética, Yungblud conquistou o público ao interpretar Changes, transformando desconfiança em aplauso.   A trajetória nunca foi óbvia. Misturando punk, rap, pop e metal, ele sempre pareceu deslocado demais para a indústria. Sem apoio de rádio ou crítica, apostou nas redes sociais, em shows pequenos e no contato direto com quem o ouvia. Assim nasceu uma base fiel, que cresceu no momento em que o velho sistema do rock perdeu força.   Hoje, Yungblud colhe o que plantou. Gravou com Steven Tyler, recebeu elogios de nomes como Billy Corgan e Kirk Hammett e levou sua música a públicos de várias idades. Sem um hit universal, mas com identidade forte, ele mostra que exposição, honestidade e conexão ainda podem mover o rock.

  • Gilby Clarke relembra turnê relâmpago com Alice Cooper

    Fotografia: Rogério Talarico Gilby Clarke não teve tempo para pensar duas vezes. Ex-guitarrista do Guns N’ Roses, ele contou que recebeu uma ligação numa sexta-feira e, poucos dias depois, já estava no palco com Alice Cooper. Era 2024, Nita Strauss estava fora da turnê por conflito de agenda, Orianthi também precisou desistir, e o telefone tocou.   Do outro lado da linha estava Chuck Garric, baixista de Alice. O convite veio direto, quase sem fôlego. Gilby topou na hora. Teve apenas o fim de semana para aprender cerca de 30 músicas, embarcou na segunda, ensaiou na terça e tocou ao vivo na quarta.   Apesar da correria, ele diz que curtiu cada segundo. Ajudou o fato de já conhecer parte da banda, como Ryan Roxie, velho amigo de estrada, e de admirar o repertório. Mesmo músicas de fases que ele não acompanhou de perto, como a era Poison e faixas como Lost In America, viraram prazer de aprender e tocar.   Clarke também não poupou elogios a Alice Cooper. Aos 77 anos, o vocalista segue na estrada com foco, disciplina e paixão intacta. Para Gilby, ver isso de perto foi inspirador. Um artista veterano que ainda ama o que faz e trata o palco como coisa séria.   A história reforça um padrão na carreira do guitarrista. Em 1991, quando entrou no Guns N’ Roses para substituir Izzy Stradlin, também teve apenas uma semana para aprender todo o repertório da banda. Sem internet, sem YouTube, tudo no ouvido. Anos depois, ele ainda ri ao lembrar que só descobriu a existência de um songbook quando já estava pronto para o primeiro show.   Hoje, aos 63 anos, Gilby Clarke segue circulando entre grandes nomes do rock, colecionando histórias de bastidores que parecem improváveis, mas que ele conta com naturalidade. Para quem vive de guitarra, às vezes é assim: o telefone toca, o avião decola e o show acontece.

  • Brigitte Bardot morre aos 91 anos; ícone do cinema francês marcou época e virou símbolo da libertação feminina

    Reprodução A atriz francesa Brigitte Bardot morreu aos 91 anos neste domingo (28), na França. A informação foi confirmada pela Fondation Brigitte-Bardot à Rádio France. Ícone do cinema europeu, cantora e ativista pelos direitos dos animais, Bardot estava afastada da vida pública havia décadas.   Conhecida mundialmente como “BB”, a artista enfrentava problemas de saúde nos últimos anos. Em novembro de 2025, havia sido internada em um hospital de Toulon para uma cirurgia. Em 2023, também passou por internação devido a uma insuficiência respiratória.   Nascida em Paris, em 1934, Bardot iniciou a carreira como modelo antes de estrear no cinema no início dos anos 1950. O reconhecimento internacional veio em 1956, com o filme “E Deus Criou a Mulher”, dirigido por Roger Vadim, então seu marido. A atuação como uma jovem livre e sensual em Saint-Tropez a transformou em símbolo de uma nova feminilidade no pós-guerra.   Durante as décadas de 1950 e 1960, Brigitte Bardot consolidou-se como um dos maiores sex symbols do cinema mundial, estrelando produções como “A Verdade” (1960), “Vida Privada” (1962) e “O Desprezo” (1963), além de filmes em Hollywood. Em 1969, foi escolhida como o rosto oficial do busto de Marianne, símbolo da República Francesa.   No Brasil, seu nome entrou para a cultura popular com a música “Brigitte Bardot”, composta por Miguel Gustavo em 1960 e gravada por Jorge Veiga, sucesso que ajudou a difundir sua imagem como mito pop também fora da Europa.   Bardot abandonou o cinema em 1973, ainda no auge da fama, para se dedicar integralmente à defesa dos animais. Em 1988, fundou a Fondation Brigitte-Bardot, financiada inicialmente com a venda de bens pessoais, incluindo joias, obras de arte e objetos ligados à sua carreira.   Apesar do reconhecimento por sua militância — premiada por organizações como a PETA —, Bardot também se envolveu em diversas polêmicas. Ela foi condenada em diferentes ocasiões por declarações consideradas racistas e por incitação ao ódio, o que afetou sua imagem pública nas últimas décadas.   Mesmo longe das telas desde os anos 1970, Brigitte Bardot permaneceu como uma figura central da cultura do século 20. Sua trajetória ajudou a redefinir a representação da mulher no cinema, ao mesmo tempo em que deixou um legado controverso marcado por ativismo, rupturas e posições radicais.

  • Copeland abre o jogo sobre fama, ego e gafes do rock

    Fotografia: Nick Zonna/ipa-agency.net/Shutterstock Stewart Copeland não mede palavras nem segura histórias. Em entrevista recente ao jornal britânico The Guardian, o baterista do The Police falou sobre bastidores do rock, encontros constrangedores com ídolos, tretas em palcos gigantes e opiniões que nem todo mundo gosta de ouvir.   Uma das histórias mais comentadas envolve Paul McCartney. Copeland contou que, sem saber, acabou pegando um baseado que era destinado ao ex-Beatle. O episódio aconteceu após um show do Foo Fighters, no estádio de Wembley. “Aceitei por educação”, explicou. Só depois percebeu que tinha atravessado o momento sagrado. Foi dormir sem saber se aquilo era pura vergonha ou uma gafe para entrar na história.   O músico também relembrou um dos momentos mais tensos do The Police ao vivo. Durante a turnê de reunião, em Turim, diante de 80 mil pessoas, Copeland acelerou o ritmo no meio de um solo de Andy Summers. Sting perdeu a paciência, gritou com ele no palco e tentou marcar a batida no ar. O clima ficou quente, mas o baterista garante que o caos ajudou. “Foi um dos melhores shows que fizemos”, disse.   A conversa passou ainda por projetos atuais. Em 2025, Copeland lançou Wild Concerto, álbum que traz sons de pássaros e animais como solistas. Questionado sobre qual bicho mais o representa, hesitou entre hienas e lobos. Acabou escolhendo o lobo, mais épico, segundo ele.   Nem todos os ícones saíram ilesos. Copeland afirmou que considera David Bowie superestimado. Reconheceu a importância histórica do artista, mas disse que nunca se identificou com sua música ou estética. “Não funcionou para mim”, resumiu, citando Jimi Hendrix como influência maior.   Entre os elogios, Paul McCartney apareceu novamente, agora como exemplo de gentileza no rock. Para Copeland, o ex-Beatle é alguém que trata todos como gente comum, mesmo sendo quem é.

  • Kiko Loureiro divulga trailer de filme que produz e assina trilha

    Foto: Thammy Sartori O guitarrista brasileiro Kiko Loureiro, conhecido por passagens por Megadeth e Angra, divulgou o trailer do filme “Theory Of Mind”, projeto no qual atua como produtor executivo e também assina a trilha sonora.   O longa, com estreia prevista para 2026, foi criado e dirigido por Leo Liberti e parte de um experimento social fictício envolvendo sete influenciadores de diferentes países, convidados a testar um smartphone com inteligência artificial avançada. Quando uma falha crítica é ativada, a experiência sai do controle e se transforma em um jogo psicológico mortal.   O elenco reúne nomes conhecidos do terror. Kane Hodder, intérprete de Jason Voorhees em quatro filmes da franquia Sexta-Feira 13, e Bill Moseley, conhecido por O Massacre da Serra Elétrica 2 e produções de Rob Zombie, estão entre os protagonistas.   “Theory Of Mind” também é o título do álbum solo lançado por Loureiro em 2024. Na época, o músico explicou que o trabalho nasceu da interseção entre psicologia, empatia e tecnologia, refletindo sobre a capacidade humana de compreender a mente do outro e os limites desse entendimento diante do avanço da inteligência artificial.   Um dos guitarristas brasileiros mais reconhecidos no exterior, Kiko Loureiro já recebeu prêmios internacionais, estampou capas de revistas especializadas e, em 2017, tornou-se o primeiro músico brasileiro a ganhar um Grammy ao integrar uma banda de rock e heavy metal.

  • O baixo que mudou o pop também sente: Paul McCartney lamenta falência da Höfner

    Foto: Cristiano Mariz / Agência O Globo Se instrumentos tivessem sentimentos, o baixo violino de Paul McCartney provavelmente estaria em silêncio hoje. Daqueles respeitosos, quase cerimoniais. O motivo não é pequeno: a Höfner, marca alemã que ajudou a moldar não só o som dos Beatles, mas boa parte da história da música pop, entrou com pedido de falência. E sim, Paul sentiu.   O ex-beatle usou o Instagram para reagir à notícia, com a sobriedade de quem sabe que algumas relações vão muito além do mercado. “Estou triste em ver a Höfner falir”, escreveu, ao lado de uma foto em preto e branco segurando um de seus baixos clássicos, como se fosse um velho amigo reencontrado num corredor vazio.   Não é exagero dizer que a Höfner corre nas veias musicais de McCartney. “Eles fabricam instrumentos há mais de 100 anos, e eu comprei meu primeiro baixo Höfner na década de 60. Desde então, sou apaixonado por ele”, contou. A declaração segue quase como uma carta de amor musical: o baixo é “leve”, “incentiva a tocar com liberdade” e oferece “variações agradáveis de timbre”. Em outras palavras, tudo o que um jovem compositor precisava para mudar o mundo sem parecer que estava tentando.   No fim da postagem, Paul faz o que sempre soube fazer bem: encerra com elegância. “Então, minhas condolências a todos em Höfner e obrigado por toda a ajuda ao longo dos anos.” Simples, direto e com aquele peso emocional que só quem atravessou seis décadas de música consegue carregar sem esforço.   A relação entre McCartney e a Höfner, aliás, ganhou um capítulo digno de roteiro recentemente. O baixo original comprado por ele em Hamburgo, em 1961, ficou desaparecido por cerca de 50 anos e foi finalmente devolvido em 2024. Foi com ele que Paul ajudou a compor hinos fundadores dos Beatles, como “Love Me Do” e “She Loves You”, quando o futuro ainda parecia só um barulho bom vindo de Liverpool.   O reencontro não ficou só na vitrine da memória. McCartney voltou a tocar o instrumento em dezembro de 2024, durante um show na O2 Arena, em Londres. A noite já seria histórica por si só, mas ganhou contornos ainda mais emocionantes quando Ringo Starr apareceu para uma reunião beatle que fez o tempo dobrar sobre si mesmo, por alguns minutos.   E como toda boa história merece ser contada até o fim, vem aí um documentário. Anunciado em setembro, The Beatle and the Bass vai narrar a saga do instrumento perdido e encontrado, com participação direta de McCartney. Ainda não há data nem plataforma confirmadas, o que só aumenta o suspense para fãs, músicos e qualquer pessoa que já acreditou que objetos também guardam alma.   Enquanto isso, a falência da Höfner soa como um acorde melancólico no fundo da história da música. Mas se existe consolo, ele está nas canções, nos palcos e em cada nota que aquele baixo ajudou a criar. Algumas empresas acabam. Alguns instrumentos envelhecem. Mas certos sons seguem tocando, mesmo quando o silêncio tenta se impor.

  • Maneskin em pausa, não em ponto final: Damiano descansa, Thomas garante união

    Reprodução Se você piscou e achou que o Maneskin tinha sumido, calma. Eles não desapareceram. Estão só… respirando. Cada um para um lado, por enquanto.   Damiano David acaba de encerrar a turnê mundial de Funny Little Fears, seu disco solo, com o último show rolando em Washington, DC. Foi uma excursão assumidamente autoral: nada de hits do Maneskin no setlist, só músicas novas e alguns covers pontuais. Um capítulo solo, com começo, meio e fim bem definidos.   E, segundo o próprio Damiano, agora é hora de pausa. “Minha primeira turnê mundial solo acabou, e eu não poderia estar mais orgulhoso dessa jornada”, escreveu nas redes. Depois dos agradecimentos de praxe, veio o recado mais importante: “Enquanto isso, vou descansar um pouco.” Traduzindo: nada de correria por agora.   Isso, claro, reacende a pergunta que não quer calar. Quando o Maneskin volta?   Por enquanto, a resposta oficial é um elegante “não sabemos”. O grupo está em hiato desde o último show, em agosto de 2024, no Rock en Seine, em Paris. Rumores sobre um retorno em 2026 chegaram a circular, mas nenhuma data foi confirmada até agora.   Do lado criativo, o guitarrista Thomas Raggi também resolveu explorar novos territórios. Ele acaba de lançar Masquerade, seu álbum solo, produzido por Tom Morello e recheado de participações de peso, de Serge Pizzorno a Chad Smith. Detalhe importante: Thomas assume os vocais pela primeira vez.   Em entrevista à NME, o guitarrista tratou de acalmar os fãs mais ansiosos. “A banda está unida”, garantiu. Segundo ele, o Maneskin apenas tirou “um ano de folga para experimentar coisas diferentes”. Nada de ruptura, nada de drama.   A lógica é simples: cada um explorando seu próprio universo agora para, quem sabe, voltar ao estúdio depois com a bagagem cheia. “Quando voltarmos, traremos muitos elementos diferentes”, explicou Thomas, confiante de que essa fase solo vai enriquecer o próximo capítulo da banda.   Por enquanto, o Maneskin segue fora do palco, mas longe de um adeus. É pausa criativa, não silêncio definitivo. E, conhecendo a banda, quando voltarem, dificilmente será em tom baixo.

Do glitter do pop ao underground do rock ★ Press Press é notícia sem rótulos.

 

Pode mandar news, sugestão de pauta, divulgação da sua banda, trampo da gravadora, evento que você está produzindo, selo independente, fanzine alternativo, livro, qualquer arte underground que você acha que vale a pena.

A gente não promete que vai virar matéria, mas promete que vai ler.

Thanks for submitting!

PRESSPRESS ©  Todos os direitos reservados.

bottom of page