Maneskin em pausa, não em ponto final: Damiano descansa, Thomas garante união
- Olivia Lancaster

- 19 de dez. de 2025
- 2 min de leitura

Se você piscou e achou que o Maneskin tinha sumido, calma. Eles não desapareceram. Estão só… respirando. Cada um para um lado, por enquanto.
Damiano David acaba de encerrar a turnê mundial de Funny Little Fears, seu disco solo, com o último show rolando em Washington, DC. Foi uma excursão assumidamente autoral: nada de hits do Maneskin no setlist, só músicas novas e alguns covers pontuais. Um capítulo solo, com começo, meio e fim bem definidos.
E, segundo o próprio Damiano, agora é hora de pausa. “Minha primeira turnê mundial solo acabou, e eu não poderia estar mais orgulhoso dessa jornada”, escreveu nas redes. Depois dos agradecimentos de praxe, veio o recado mais importante: “Enquanto isso, vou descansar um pouco.” Traduzindo: nada de correria por agora.
Isso, claro, reacende a pergunta que não quer calar. Quando o Maneskin volta?
Por enquanto, a resposta oficial é um elegante “não sabemos”. O grupo está em hiato desde o último show, em agosto de 2024, no Rock en Seine, em Paris. Rumores sobre um retorno em 2026 chegaram a circular, mas nenhuma data foi confirmada até agora.
Do lado criativo, o guitarrista Thomas Raggi também resolveu explorar novos territórios. Ele acaba de lançar Masquerade, seu álbum solo, produzido por Tom Morello e recheado de participações de peso, de Serge Pizzorno a Chad Smith. Detalhe importante: Thomas assume os vocais pela primeira vez.
Em entrevista à NME, o guitarrista tratou de acalmar os fãs mais ansiosos. “A banda está unida”, garantiu. Segundo ele, o Maneskin apenas tirou “um ano de folga para experimentar coisas diferentes”. Nada de ruptura, nada de drama.
A lógica é simples: cada um explorando seu próprio universo agora para, quem sabe, voltar ao estúdio depois com a bagagem cheia. “Quando voltarmos, traremos muitos elementos diferentes”, explicou Thomas, confiante de que essa fase solo vai enriquecer o próximo capítulo da banda.
Por enquanto, o Maneskin segue fora do palco, mas longe de um adeus. É pausa criativa, não silêncio definitivo. E, conhecendo a banda, quando voltarem, dificilmente será em tom baixo.
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