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  • Dream Theater vai lançar box set gigante com 14 CDs — e os fãs de prog já estão surtando

    Dream Theater – The Studio Albums 1992–2016 e Dream Theater – Vol. 3, cortesia da Rhino. Segura essa, fã de metal progressivo: o Dream Theater resolveu abrir o baú e jogar tudo na mesa. A banda anunciou um box set monstruoso com 14 CDs e ainda o Volume 3 da coleção de vinis, que chegam juntinhos no dia 21 de novembro pela Rhino.   O box de CDs, chamado “Studio Albums 1992–2016”, traz 12 discos de estúdio da banda nesse período — de Images and Words (1992) até The Astonishing (2016) — divididos em 14 CDs, porque, convenhamos, Dream Theater nunca foi de economizar em minutos de música. É praticamente a versão em CD da coleção de vinis que eles vêm lançando, cobrindo toda a fase clássica da banda.   Já o Volume 3 dos LPs vem com Black Clouds & Silver Linings (2009), A Dramatic Turn of Events (2011), Dream Theater (2013) e The Astonishing (2016). Tudo prensado em vinil preto de 140 gramas, com arte nova e aquele jeitão de item de colecionador.   O detalhe é que o box de vinis é limitado a 2.500 cópias e só dá pra comprar no site da Rhino. Ou seja, quem deixar pra depois vai acabar pagando caro em site de revenda.   O anúncio chega bem na reta final da turnê de outono do Dream Theater pelos EUA, que termina neste sábado, em Long Island. Encerram os shows, mas deixam um presentão pros fãs reviverem a era de ouro do prog metal.

  • Teima: a nova banda de rock do pedaço

    Foto: Yvã Santos A cantora Isa Salles, conhecida por sua participação no The Voice Brasil 2018 e pelo projeto Scatolove — ao lado do marido Leonardo Ramos (Supercombo) — anunciou nesta segunda-feira (20) o lançamento de sua nova banda, Teima. O grupo é formado por Edu Filgueira (ex-Far From Alaska, também responsável pela produção) no baixo, Maick Sousa (Jovelina, Scalene) na bateria e Sandro Silveira na guitarra. A parceria começou ainda durante a pandemia, quando Isa e Edu começaram a compor juntos — com pitacos e ideias que logo atraíram Maick e Sandro para o projeto.   O primeiro single, “Acervo de Rancor”, chegou às plataformas de streaming às 20h.   Com bom humor, Isa compartilhou o clima de ansiedade antes do lançamento. “Ai, a pessoa tá ansiosa, eu não chego 8 horas nunca. Esse projeto tava guardado há muito tempo e fui eu quem atrasou tudo. Mas agora vai!”, brincou.   A cantora descreveu a sonoridade da Teima como “caótica e capricorniana” — referência a ela e Edu Filgueira, que compartilham o mesmo signo. “A gente já teve outros projetos juntos, e tá sendo muito legal se entender novamente num formato diferente, distante do Scatolove”, contou.   Isa também falou sobre os colegas de banda com o mesmo tom leve. “O Sandrinho é um evento, é icônico. E o Maick… cara, é um absurdo de músico. Eu fico olhando pra ele no palco igual quando meu pai tá na plateia — pra ver se tô afinada, se tá tudo certo. É tipo um radar de aprovação”, riu.   O guitarrista Sandro Silveira divulgou o lançamento em vídeo descontraído: “Vai lá seguir a banda Teima, porque hoje às 20h tem música e você vai gostar! E é gol do Grêmio sempre”, brincou. Já Maick Sousa celebrou o início da nova fase: “Finalmente saiu o single novo da banda Teima. Criada com amigos queridos. Tô muito feliz e espero que vocês curtam ‘Acervo de Rancor’.”   Segundo Isa, o grupo já tem outro single programado para daqui a 15 dias e videoclipes prontos para os próximos lançamentos. “Tá bem massa. Tô ansiosa pra dividir isso com vocês”, disse.   A Teima estreia reunindo músicos de trajetórias distintas, mas com uma proposta em comum: testar novos sons — e provar que teimar, no bom sentido, ainda é uma das formas mais sinceras de fazer arte.

  • São Paulo vive boom de shows, mas pesquisadora alerta: “Sem cena independente, o futuro empobrece”

    Reprodução/Instagram Em matéria publicada no jornal O Estado de S. Paulo, em 19 de outubro, São Paulo se consolida como a capital dos shows na América Latina. Segundo o Visite São Paulo Convention Bureau, entre setembro e novembro a cidade terá 913 eventos, sendo 372 shows e festivais. O número de apresentações musicais dobrou em um ano — de 1.492 no primeiro semestre de 2024 para 2.981 em 2025.   Mas o sucesso vem com alerta.   A socióloga Dani Ribas, especialista em mercado da música e coordenadora do Instituto Abramus, afirma que o avanço dos megafestivais está sufocando a cena independente.   “Os grandes conglomerados dominam a audiência e os patrocínios. Os pequenos perdem espaço”, diz.   Para ela, os pequenos palcos — como a Casa do Mancha e a Casa de Francisca — são essenciais para renovar o mercado.   “É ali que os artistas começam. Sem esse circuito, não teremos novos nomes nos grandes festivais daqui a dez anos.”   Dani também apresentou ao Estadão dados inéditos: a arrecadação de direitos autorais em shows chegou a R$ 38 milhões até setembro de 2025, superando todo o ano de 2023.   “A rubrica ‘show’ está em franco crescimento. É essencial para a sustentabilidade do setor”, explica.   Mesmo com o aquecimento — o The Town 2025, por exemplo, movimentou R$ 2,2 bilhões e gerou 25 mil empregos —, Dani reforça que o equilíbrio entre grandes arenas e espaços menores é o que mantém a música viva.   “A cena precisa respirar. É nos palcos pequenos que o novo nasce.”

  • Axl Rose irritado deixa palco em Buenos Aires após problemas técnicos

    Foto:Mark Allan/AP Durante a segunda noite do show do Guns N’ Roses em Buenos Aires, o vocalista Axl Rose protagonizou um momento de tensão ao final de Welcome to the Jungle. Visivelmente irritado com problemas técnicos, ele arremessou o microfone no bumbo da bateria antes de sair do palco, surpreendendo o público argentino.   Segundo relatos de fãs, os contratempos começaram logo no início da apresentação e afetaram o retorno do vocalista ao palco, gerando frustração. Pouco depois, Axl voltou, explicou o que havia ocorrido e retomou o show com a energia e intensidade características da banda.   “O homem está de volta!”, garantiram fãs, aplaudindo o retorno do lendário vocalista. O público respondeu em coro, mantendo o clima eletrizante que consagra o Guns N’ Roses como um dos maiores nomes do rock mundial. Confira:

  • Stu Mackenzie, do King Gizzard, sobre largar o Spotify e liberar tudo de graça: "A gente esquece que tem livre-arbítrio"

    A banda australiana tirou todo o catálogo do streaming em protesto contra os investimentos militares do CEO. E o vocalista explica: a decisão foi fácil. Porque no fim das contas, fazer música com os amigos é o que realmente importa. Fotografia: Richard Nicholson/Rex/Shutterstock King Gizzard and the Lizard Wizard é tipo aquele amigo que muda de ideia mais rápido que você troca de série na Netflix. Em 15 anos de carreira, já lançaram 27 álbuns — isso mesmo, vinte e sete — e mudaram de estilo tantas vezes que fica até difícil rotular.   Banda de rock psicodélico? Até dá pra começar por aí. Mas aí você descobre que eles já fizeram metal, folk, jazz, música eletrônica, discos com conceitos que parecem tese de mestrado, afinações microtonais (não pergunte) e, só neste ano, fizeram turnê com show orquestral, rave, apresentações em prisões e anfiteatros pela Europa.   Resumindo: essa turma não para quieta.   O protesto que ninguém esperava   Em julho, eles deram mais uma cartada inesperada: tiraram tudo do Spotify. Motivo? O CEO da plataforma, Daniel Ek, investiu €600 milhões (quase R$1 bilhão em reais) numa empresa de tecnologia militar com inteligência artificial. A galera não gostou, e a resposta foi direta: tchau, Spotify.   "A gente faz um monte de coisa diferente ao longo dos anos, mas às vezes você esquece que tem livre-arbítrio — tipo, você pode fazer o que quiser", disse Stu Mackenzie, vocalista e líder não-oficial da banda, em entrevista por telefone. "Não quero começar um movimento nem nada. Mas pra gente, foi uma decisão sobre nossa música e sobre o que achamos certo ou errado. Resolvemos sair fora e lidar com as consequências depois."   Ele dá uma pausa. E solta: "Sendo que não teve muita consequência, não… ninguém pareceu se importar tanto assim."   A inspiração veio de perto   A ideia de sair do Spotify foi inspirada por Leah Senior, musicista de Melbourne, amiga próxima e colaboradora do grupo. Ela saiu antes, e Stu ficou impressionado.   "Eu disse pra ela que estava muito orgulhoso, que achei incrível", conta. "É lindo, sabe? Você olha pra alguém fazendo algo diferente e pensa: 'Que coragem'. Admiro muito isso."   A única preocupação da banda era com acessibilidade. Afinal, o Spotify é a maior plataforma de streaming do mundo, e muita gente usa a versão gratuita (com anúncios) ou paga relativamente pouco pela premium.   Mas aí o King Gizzard encontrou uma solução bem deles.   Tudo de graça no Bandcamp   Ao mesmo tempo que removeram as músicas do Spotify, eles liberaram o catálogo inteiro — 27 álbuns de estúdio, 64 álbuns ao vivo, três EPs e cinco compilações piratas — no Bandcamp, no esquema "pague o quanto quiser". Ou seja: de graça, se você quiser.   "Não foi uma grande mudança, na real", diz Mackenzie. "A gente já usava muito o Bandcamp. A maioria dos nossos álbuns ao vivo saiu por lá primeiro."   Ele lembra que em 2017 eles lançaram o álbum Polygondwanaland em domínio público e até incentivaram os fãs a prensarem suas próprias cópias em vinil. Então liberar tudo de graça? Meio que faz sentido com o DNA da banda.   "O Bandcamp é um lugar bem legal. Seria massa se a gente conseguisse levar mais gente pra lá e elas descobrissem outras músicas incríveis na plataforma", diz. "Ele sempre foi importante pra história do King Gizzard. Fico feliz que quem ouve a gente passe mais tempo por lá."   E o dinheiro?   Stu diz que não sabe exatamente quanto a banda ganhava com o Spotify, mas garante: "É pouco."   A verdade é que, apesar de alguns artistas faturarem bem com streaming, a maioria dos músicos em atividade depende mesmo é de turnês, venda de produtos e vinil. E a música do King Gizzard continua disponível em outras plataformas, como Apple Music e Tidal.   No fim das contas, parece que a banda tá de boa. Fazendo o que sempre fez: música com os amigos. E agora, sem o Spotify no meio do caminho. Fonte 📌 The Guardian

  • Fred Durst lamenta morte de Sam Rivers, baixista do Limp Bizkit: “Nosso coração”

    Sam Rivers durante show em Ohio, em julho de 2023 — Foto: Amy Harris/Invision/AP O mundo do nu metal ficou mais silencioso neste fim de semana. Sam Rivers, baixista e um dos fundadores do Limp Bizkit, morreu aos 48 anos. A notícia foi confirmada neste sábado (18) pela banda, em uma publicação emocionada no Instagram. A causa da morte não foi divulgada.   “Hoje perdemos nosso irmão. Nosso companheiro de banda. Nosso coração”, escreveu o grupo, liderado por Fred Durst, ao lado de uma foto de Rivers no palco. O texto segue como uma carta de despedida: “Sam não era apenas o nosso baixista — ele era pura magia. A pulsação por trás de cada música, a calma no caos, a alma no som.”   Durst, visivelmente abalado, publicou também um vídeo em seu perfil. “O que ele deixou pra gente é inestimável. Eu derramei litros de lágrimas. O Sam estava muito feliz, tudo estava indo tão bem”, desabafou o vocalista.   Nos comentários, o DJ Lethal pediu que os fãs homenageassem o amigo tocando suas linhas de baixo e “dando flores ao Sam”. “Estamos em choque. Aproveite cada segundo da vida — não é garantido”, escreveu.   Rivers travava há anos uma batalha contra problemas no fígado causados pelo consumo excessivo de álcool. Em entrevista ao livro Raising Hell (Backstage Tales From The Lives Of Metal Legends), contou que ouviu dos médicos um aviso direto: “Se você não parar, vai morrer.” O músico se afastou da banda em 2015 para tratamento, passou por um transplante e voltou em 2018.   Foi ao lado de Durst e do baterista John Otto — seu primo — que Sam fundou o Limp Bizkit, em Jacksonville, na Flórida, em 1994. O grupo se tornaria um dos ícones do nu metal, unindo guitarras pesadas, hip hop e muita atitude.   “Ele era uma verdadeira lenda das lendas”, escreveu a banda. “Seu espírito viverá para sempre em cada groove, cada palco, cada memória.”

  • Slipknot luta para recuperar domínio slipknot.com ocupado há 24 anos

    Reprodução/Facebook A banda de metal Slipknot entrou com um processo federal na quarta-feira (15) contra o responsável pelo domínio slipknot.com, ocupado por um host anônimo desde 2001. O site atualmente exibe anúncios de produtos falsificados, enquanto o endereço oficial da banda é slipknot1.com.   A ação judicial cita a Lei de Proteção ao Consumidor Anti-Cybersquatting (1999), que permite recuperar nomes de domínio por litígio. O Slipknot busca a propriedade do domínio original e indenização por supostos danos financeiros devido a violação de marca registrada e concorrência desleal.   O histórico do site mostra que slipknot.com foi registrado em 1998 pela empresa Slipknot Communications, de Maryland. Em 2001, passou a ser gerido pela RealTimeInternet, Inc., e começou a redirecionar usuários para links de produtos e ingressos da banda — embora muitos links atualmente não estejam ativos.   Especialistas questionam se a banda tinha direitos sobre o domínio desde 2001, já que “Slipknot” era também o nome de um navegador web da Microsoft nos anos 90, possivelmente explicando a compra anterior do domínio por um desenvolvedor.   O caso marca mais um capítulo na disputa histórica entre bandas e invasores de domínio na internet, com o Slipknot buscando finalmente recuperar seu endereço original online.

  • Foo Fighters provocam fãs com teaser de possível música nova

    Foo Fighters no The Town. Créditos: Marta Ayora O Foo Fighters deixou seguidores em alerta ao compartilhar no Instagram um teaser misterioso que sugere novidades musicais. O vídeo mostra um pássaro verde pousado sobre amplificadores diante do logo da banda, acompanhado da legenda: “Prestes a alçar voo…”, sem qualquer anúncio oficial.    Sem anúncio oficial, a postagem já fez surgir dezenas de teorias. Alguns fãs apostam em música nova, outros sonham com turnê global — e há quem jure que o pássaro verde e amarelo seja um sinal para o Brasil.   O mistério vem logo após o lançamento surpresa do álbum ao vivo “Are Playing Where??? Vol. I”, disponibilizado no Bandcamp com renda revertida para instituições que combatem a fome nos EUA.   O grupo, liderado por Dave Grohl, também apresentou recentemente o novo baterista Ilan Rubin, ex–Nine Inch Nails, substituindo Josh Freese. “O filho da p*** mais foda, Ilan Rubin, está tocando bateria no Foo Fighters agora. É oficial!”, brincou Grohl durante um show em San Luis Obispo.   O último trabalho de estúdio da banda foi “But Here We Are” (2023). Desde então, o Foo Fighters lançou apenas a faixa “Today’s Song” e um cover de “I Don’t Wanna Hear It”, do Minor Threat.   Por enquanto, o pássaro segue voando — e os fãs, especulando.

  • Helloween desenterra raridades e solta monstros na estreia da turnê de 40 anos

    Helloween / Captura de vídeo filmado por um fã — Live in Luxembourg (Rockhal, 17/10/2025) As lendas do power metal Helloween abriram sua “40 Years Anniversary Tour” na sexta (17) em Luxemburgo, com um show que misturou nostalgia e novidades.   No Rockhal, a banda surpreendeu com faixas que não apareciam há décadas — como “Twilight Of The Gods” (ausente desde 1987) e “The King For A 1000 Years” (desde 2008) — e estreou músicas do novo álbum “Giants & Monsters”, lançado em agosto.   O setlist também teve clássicos como “I Want Out”, “Power” e “Eagle Fly Free”, além de um momento acústico e o retorno de Kai Hansen aos vocais em “Heavy Metal (Is The Law)”.   Produzido por Charlie Bauerfeind e Dennis Ward, o novo disco foi gravado no lendário Wisseloord Studios (onde já passaram Iron Maiden e Judas Priest) e marca a fase mais criativa da banda.   “O que nos motiva é o fato de sermos diferentes. Isso gera energia criativa”, diz o guitarrista Michael Weikath. Já Andi Deris resume: “ O Helloween é mais poderoso que a soma de suas partes.”   Com 40 anos de estrada, os alemães seguem gigantes — e, como o nome do álbum sugere, ainda lutando contra seus monstros. Live in Luxembourg (Rockhal, 17/10/2025)

  • Morre Ace Frehley, guitarrista e fundador do Kiss, aos 74 anos

    Foto: Paul Warner/AP Ace Frehley, guitarrista lendário e um dos membros originais do Kiss, morreu nesta quinta-feira (16), aos 74 anos, em decorrência de uma hemorragia cerebral. O músico havia sofrido uma queda em seu estúdio semanas atrás, que levou à internação e ao uso de aparelhos, desligados pela família.   Conhecido como “Spaceman”, Frehley foi responsável por grande parte do som que definiu o Kiss e ajudou a criar clássicos como Rock and Roll All Nite, Detroit Rock City e I Was Made for Lovin’ You. Além da carreira com a banda, ele lançou trabalhos solo, incluindo versões marcantes de Into the Night e Back in the New York Groove.   Frehley integrou o Kiss entre 1973 e 1982, retornou para a turnê de reunião de 1996 e permaneceu até 2002. Com figurinos teatrais, maquiagem icônica e performances enérgicas, ele ajudou a transformar a experiência de um show de rock, consolidando a banda como referência do hard rock e glam rock. Seu último show solo ocorreu no mês passado nos Estados Unidos, encerrado com Rock and Roll All Nite. Foto: Divulgação Em nota, a família afirmou: “Estamos devastados. Ace dedicou sua vida à música e à alegria de outros, e sua memória vai continuar viva entre fãs e amigos em todo o mundo.”

  • Prima Rock encerra 2025 com 9 horas de rock e nostalgia na Baixada Fluminense

    Festival reúne blues, synthpop e tributo aos Engenheiros do Hawaii em evento de nove horas na Baixada Fluminense   O Prima Rock Festival encerra o calendário de 2025 no dia 8 de novembro, com uma maratona de nove horas de rock nacional e internacional no Clube Social Camponeses de Portugal, em Duque de Caxias. A Edição Primavera começa às 15h e vai até meia-noite, com ingressos a partir de R$ 30.   O evento aposta na nostalgia dos anos 1980 e 1990, reunindo quatro atrações que vão do blues ao synthpop, com um tributo aos Engenheiros do Hawaii que já virou referência no Rio. O line-up traz Sergio Meireles, Adrenalina, Capitão Sibéria e Side 80.   Veterano abre o festival Sergio Meireles/Foto: Ariadne Câmara Com quase 50 anos de carreira, o guitarrista Sergio Meireles abre a programação. Autodidata, tocou com nomes como Celso Blues Boy, Amelinha, Dr. Silvana e Companhia e Jerry Adriani, além de participar do Teleton com a Brazilian Blues Band. No repertório, clássicos de Pink Floyd, Carlos Santana, Rita Lee e Celso Blues Boy.   Rock noventista e medleys autorais Adrenalina/Divulgação A banda Adrenalina, com mais de dez anos de estrada, apresenta versões de Queen, Bon Jovi, Guns N' Roses e Pearl Jam. Conhecida pelos medleys próprios e pela fidelidade aos originais, o grupo promete hits como Sweet Child O' Mine e clássicos do Queen.   Tributo aos Engenheiros do Hawaii Capitão Sibéria/Divulgação O Capitão Sibéria, única banda do Rio dedicada exclusivamente aos Engenheiros do Hawaii, já teve o guitarrista Augusto Licks como espectador surpresa em um show. Formado pelos irmãos Anderson e André Rabelo e pelo baixista Leonardo Jorge, o trio soma cinco faixas autorais no Spotify e um fã-clube ativo desde 2022.   Synthpop fecha a noite Side 80/Assessoria/Divulgação A Side 80 encerra o festival com synthpop de alta fidelidade, homenageando A-ha, Duran Duran e Depeche Mode. Formada há dois anos, a banda tem se destacado em eventos e casas como o Bar Bukowski, Mansão dos Heróis e festivais retrô como Rock 80 e Vibe 90.   Serviço   Prima Rock Festival – Edição Primavera Data: 8 de novembro, das 15h à meia-noite Local: Clube Social Camponeses de Portugal, Duque de Caxias (RJ) Ingressos: a partir de R$ 30 https://www.primarockfestival.com.br/

  • Bruce Springsteen reage a Jeremy Allen White interpretando sua vida em “Deliver Me From Nowhere”

    Jeremy Allen White e Bruce Springsteen durante sessão de perguntas e respostas promovida pelo Spotify em Londres. Foto: Dave Benett/Getty/Spotify Em Londres, Bruce Springsteen participou na terça-feira (14) de uma sessão de perguntas e respostas com Jeremy Allen White, ator de The Bear, sobre o novo filme “Deliver Me From Nowhere”, dirigido por Scott Cooper. O longa retrata um período crítico da vida do cantor, centrado no álbum Nebraska (1982).   O encontro, conduzido pela apresentadora Edith Bowman na sede do Spotify, abordou o processo de White ao assumir o papel e a peculiaridade de ver sua própria história ganhar vida na tela. Springsteen revelou ter conhecido o ator durante uma passagem de som no Estádio de Wembley, no verão de 2024. “Jeremy estava todo de branco, então foi fácil identificá-lo”, disse.   White contou sobre a pressão de interpretar uma lenda viva. “Bruce chamava isso de ‘foco’. Eu chamava de ‘ansiedade que se solidificou, talvez, em foco’”, afirmou. O ator também gravou suas próprias versões das músicas de Springsteen, incluindo Nebraska, e recebeu do músico uma guitarra Gibson J-200 de 1955, semelhante à usada no álbum.   Springsteen elogiou a abordagem de White: “Sua atuação foi totalmente de dentro para fora, não apenas escolhendo elementos e os vestindo como roupas. É uma atuação não imitativa, mas que se relaciona muito com a minha história e comigo mesmo.”   O cantor descreveu ainda a experiência de rever seu passado através do filme como intensa e emocional. A recriação da casa de seus avós em Freehold, Nova Jersey, trouxe lembranças profundas. “Estar naquela casa novamente... foi um verdadeiro milagre, e maravilhoso”, disse Springsteen, destacando a atuação de Stephen Graham como seu pai e o apoio da irmã presente na sessão.   Sobre o impacto esperado para o público, Springsteen comentou: “Você cria um mundo ideal por três horas. Não é um mundo de fantasia. Tem todas as partes maravilhosas e terríveis da vida... Mas espero que haja um elemento de transcendência que meu público leve consigo.” Springsteen: Deliver Me From Nowhere | Official Trailer

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