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- James Hetfield completa 62 anos: conheça as 10 canções que moldaram o lendário frontman do Metallica
O aniversariante do dia revelou à Rolling Stone sua playlist definitiva, que vai muito além do metal e mostra as raízes do som que conquistou o mundo Hoje, 3 de agosto, James Hetfield completa 62 anos carregando nas costas uma das carreiras mais influentes do rock mundial. O líder do Metallica construiu sua lenda não apenas através de riffs demolidores e vocais marcantes, mas também bebendo de uma fonte diversificada de influências que moldaram seu estilo único. Em entrevista à Rolling Stone, o aniversariante abriu o baú de suas referências musicais e elegeu as 10 canções que considera as maiores de todos os tempos. A lista surpreende por sua diversidade e revela um músico com horizontes muito mais amplos do que se poderia imaginar – embora não inclua "Diamonds" da Rihanna, que protagonizou um momento descontraído no Carpool Karaoke. O Top 10 de James Hetfield 10. "The Boys are Back in Town" – Thin Lizzy "Phil Lynott nunca hesitou em compor direto do coração, mesmo que soasse meio piegas às vezes. O Thin Lizzy foi fundamental para desenvolvermos as harmonias de guitarra que definem o Metallica." 9. "Smells Like Teen Spirit" – Nirvana "Justo quando o glam metal dos anos 80 estava virando clichê, o Nirvana surgiu com aquela pegada crua de garagem e um refrão que grudava na cabeça. Era exatamente a sacudida que a música precisava." 8. "Black Sabbath" – Black Sabbath "Essa faixa me deixou em choque total. É pesada demais", admite o frontman. 7. "Yesterday" – Beatles "Me conectou na hora. Te faz refletir sobre a vida, mas sem forçar a barra." 6. "God Only Knows" – The Beach Boys "Há uns seis meses redescobri os Beach Boys. Cresci no sul da Califórnia; essa música me conecta com algo maior que nós." 5. "Candle in the Wind" – Elton John "'Saturday Night's All Right (For Fighting)' combinava mais comigo, mas é difícil superar a melodia dessa aqui." 4. "Behind Blue Eyes" – The Who "Capturava perfeitamente toda aquela angústia da adolescência. Fala sobre pedir ajuda, mas no fundo não querer aceitar. Me vejo muito nisso." 3. "Jailhouse Rock" – Elvis Presley "Lembro do clipe dele saltitando atrás das grades com a galera toda. É a essência da rebeldia, que no fim das contas é só criatividade sem direção." 2. "Stairway to Heaven" – Led Zeppelin "Quando ganhei minha primeira guitarra, decorei os primeiros acordes e saí gritando pela casa: 'Olhem só — eu consigo tocar!' Minha família só perguntou: 'E o resto da música?'" 1. "Free Bird" – Lynyrd Skynyrd "Impossível superar essa balada operária. 'Free Bird' definiu meus primeiros 20 anos na estrada: sem criar raízes, curtindo cada momento e sempre seguindo adiante." A playlist revela um James Hetfield multifacetado, que soube absorver desde a rebeldia crua do rock'n'roll clássico até as melodias sofisticadas dos Beatles, criando uma identidade sonora que influenciou gerações inteiras de metaleiros pelo mundo. Feliz aniversário, James Hetfield!
- Ilan Rubin deve assumir bateria do Foo Fighters, diz revista
A banda liderada por Dave Grohl estaria próxima de definir quem ocupará a bateria após a saída de Josh Freese. Segundo informações da revista The Hollywood Reporter, o escolhido seria Ilan Rubin, músico de 37 anos conhecido por seu trabalho com o Nine Inch Nails. A possível contratação representa uma mudança significativa no lineup do grupo. Josh Freese, que havia assumido o posto após a morte de Taylor Hawkins em 2022, foi desligado da formação em maio deste ano e retornou ao Nine Inch Nails - curiosamente, a mesma banda onde Rubin atuava como baterista desde 2009. Arkasha Stevenson/Los Angeles Times O veterano músico traz em seu histórico colaborações com diversos projetos de peso. Além de sua longa trajetória no Nine Inch Nails, Rubin já integrou o Angels & Airwaves e trabalhou ao lado de nomes como Danny Elfman e Paramore. Seu reconhecimento na indústria foi consolidado em 2020, quando entrou para o Rock and Roll Hall of Fame como membro do Nine Inch Nails. Caso se confirme, Rubin será o terceiro baterista do Foo Fighters em pouco mais de dois anos, assumindo o desafio de dar continuidade ao legado deixado por Taylor Hawkins, ícone da banda que morreu tragicamente em março de 2022. A formação atual do grupo permanece com Dave Grohl nos vocais e guitarra, além dos veteranos Nate Mendel (baixo), Pat Smear (guitarra), Chris Shiflett (guitarra) e Rami Jaffee (teclados). A banda tem compromissos marcados para outubro, com apresentações na Ásia, e participará do festival Corona Capital, no México, em novembro. Até o momento, nem o Foo Fighters nem Rubin se pronunciaram oficialmente sobre a possível parceria.
- Zé Ibarra amplia os limites da MPB em “AFIM”
Com um trabalho sensível, colaborativo e de forte personalidade artística, o cantor e compositor Zé Ibarra reafirma sua relevância na nova geração da Música Popular Brasileira com o álbum “AFIM”, lançado recentemente. O disco aprofunda sua pesquisa musical e dá continuidade à sua trajetória marcada por inquietação estética e experimentação sonora. O artista carioca, conhecido por sua atuação em grupos como Dônica e Bala Desejo, além de colaborações diversas, já havia mostrado uma faceta mais introspectiva no álbum solo “Marquês 256” (2023), centrado no formato voz e violão. Em “AFIM”, ele retoma os arranjos mais encorpados e o trabalho coletivo, ao lado do coprodutor Lucas Nunes, reunindo um time de músicos experientes como Alberto Continentino (baixo), Daniel Conceição e Thomas Harres (bateria e percussão), Rodrigo Pacato (percussões), Chico Lira (Fender Rhodes) e Guilherme Lirio (guitarra). O resultado é um álbum sofisticado e cinematográfico, que navega por diferentes margens da MPB com liberdade. O repertório inclui reinterpretações de canções de artistas contemporâneos como Sophia Chablau, Maria Beraldo, Tom Veloso e Ítalo França. Apesar de não serem todas de sua autoria, as faixas ganham nova vida na interpretação de Ibarra, que imprime às composições um tom confessional, muitas vezes reinventando o eu lírico original, como nas versões de “Segredo” e “Da Menor Importância”. “AFIM” reflete uma compreensão aberta da MPB – não como um gênero fixo, mas como um campo dinâmico, capaz de unir e recombinar múltiplas influências brasileiras. Zé Ibarra utiliza essa tradição como ponto de partida, não como limite. Seu trabalho aponta para o futuro sem abandonar o legado da canção popular, explorando temas como amor, identidade, desejo e vulnerabilidade com lirismo e autenticidade. Com este lançamento, Zé Ibarra se consolida como uma das vozes mais inventivas de sua geração, demonstrando que a MPB, em constante transformação, ainda é território fértil para criação e reinvenção.
- Dona Jacira, mãe de Emicida e Fióti, morre aos 60 anos em São Paulo
A escritora e ativista cultural Jacira Roque de Oliveira, conhecida como Dona Jacira, morreu nesta segunda-feira (28), aos 60 anos, em São Paulo. A informação foi confirmada pela família. A causa da morte não foi divulgada. Dona Jacira era mãe dos músicos Emicida e Evandro Fióti, e convivia com lúpus, doença inflamatória autoimune que pode afetar diferentes órgãos e tecidos. No último dia 13 de junho, ela fez uma publicação em seu perfil no Instagram, onde mencionou estar longe de casa e em recuperação, mas sob cuidados familiares. Nascida em 25 de dezembro de 1964, na Zona Norte de São Paulo, Jacira teve quatro filhos: Emicida, Fióti, Katia e Katiane. Avó de seis netos, destacou-se também como escritora e figura atuante na cena literária periférica. Publicou em 2018 a autobiografia “Café”, além de produzir poemas, crônicas e histórias infantis. Dona Jacira ficou conhecida pelo engajamento político, social e artístico, sendo uma das vozes mais marcantes da literatura produzida a partir das periferias urbanas brasileiras.
- Entre o orgulho e a queda: o novo single da Keystone
De alguma forma, a pergunta que atravessa o novo single "Agarrar", da Keystone "Quando tudo desmorona, onde você se agarra?" nos traz à memória "O Silêncio que Precede o Esporro", clássico d'O Rappa. Se lá o colapso era carregado de tensão social, aqui o impacto é interior: o quarteto de Niterói mergulha de cabeça no dilema do orgulho que precede a queda, com direito à participação marcante da menina Rigues - voz doce, mas cheia de pressão. A Keystone vem lapidando seu rock alternativo a cada lançamento. É um fato. E em "Agarrar", a banda marca o início de uma nova fase artística segundo os próprios integrantes: Miguel Amarante (guitarra), Kauê Porto (baixo), Leonardo Andrade (bateria) e Marquinhus (voz/guitarra), que também assina a produção, mixagem e masterização da faixa. Nas plataformas também é possível encontrar o EP "Refração" (2024), onde cada música representa um capítulo da jornada humana. Agora, com "Agarrar", que chega às plataformas pelo selo Se Vira Music, a banda dá sequência à sua saga conceitual, abordando a fé cristã sob uma perspectiva realista, existencial e não panfletária. Se você já se perguntou "em que vou me agarrar quando tudo ruir?", considere-se parte do público-alvo dessa reflexão. Ouça "Agarrar" em: bit.ly/3UAZPgc
- Mike Portnoy reconhece saída egoísta do Dream Theater: “Magoei meus amigos”
Após 13 anos afastado do Dream Theater, o baterista e cofundador Mike Portnoy retorna ao grupo em 2025 com o álbum “Parasomnia” — e, junto com a música, traz também uma nova perspectiva sobre sua saída da banda em 2010. Em entrevista à CBC Radio One (via Metal Hammer), Portnoy fez uma autocrítica pública, reconhecendo que sua decisão foi tomada de forma precipitada e movida por um impulso pessoal. “Tomei uma decisão que foi essencialmente muito egoísta”, afirmou. “Tínhamos acabado de tocar com o Iron Maiden no Madison Square Garden, e cerca de um mês depois, eu saí. Estávamos a todo vapor, mas senti que precisava matar uma vontade, ou teria me arrependido de não ter tentado.” Segundo Portnoy, o primeiro passo para sua volta não foi musical, mas relacional: antes de cogitar retornar ao Dream Theater, ele precisou reconstruir os laços com os colegas James LaBrie (vocal), John Petrucci (guitarra), John Myung (baixo) e Jordan Rudess (teclado). “Eu sabia que os magoei quando saí e sempre me senti mal por isso. Precisava consertar a relação pessoal com os quatro. Esse era o ponto de partida”, explicou. Durante o período longe da banda, Portnoy esteve envolvido em diversos projetos, entre eles Avenged Sevenfold, Twisted Sister e The Winery Dogs. No Dream Theater, foi substituído por Mike Mangini, que permaneceu até o anúncio oficial da volta do fundador, em 2023. A reaproximação com os ex-colegas ocorreu de forma gradual e espontânea, especialmente por meio das famílias: “Nossas esposas tocavam juntas em uma banda. Nossos filhos são amigos. Começamos a passar feriados juntos, e a amizade foi sendo restaurada naturalmente.” Apesar de reconhecer os erros do passado, Portnoy também defende a necessidade de ter seguido seus impulsos naquele momento:“Eu amo a expressão ‘é melhor se arrepender do que você fez do que do que não fez’. Se eu não tivesse seguido meu coração, teria passado a vida me perguntando ‘e se?’. Eu precisava viver aquilo.” Agora, reconciliado com os antigos parceiros e prestes a lançar um novo trabalho com o Dream Theater, Mike Portnoy encerra um longo capítulo de distanciamento e entra em uma nova fase com a banda que ajudou a fundar — com mais maturidade, e menos arrependimentos.
- Sérgio Britto encontra sua “batida perfeita” em novo álbum solo, Mango Dragon Fruit
Após a turnê de reunião dos Titãs, Sérgio Britto retoma sua carreira solo com o lançamento de Mango Dragon Fruit, um disco que mistura bossa nova, pop rock, samba e blues — e que, segundo o próprio artista em entrevista à Noize, talvez seja sua obra mais fiel a uma sonoridade autoral. Com passagens anteriores por essa “bossa'n'roll” — como ele define — em discos como SP55 (2010) e Pure Bossa Nova (2013), Britto consolida no novo trabalho uma síntese de suas influências. “Talvez esse seja o álbum onde eu realmente encontro minha batida”, diz ele, parafraseando Marcelo D2. Gravado com produção de Guilherme Gê, o disco reúne participações especiais de nomes como Bebel Gilberto, Ed Motta, Fernanda Takai e os Brothers of Brazil. “Fiz questão de chamar artistas que, de alguma forma, transitam pela bossa nova, mesmo que partindo de lugares distintos, como o pop ou o soul”, conta. Entre inéditas e regravações, três faixas se destacam por resgatar a história da música brasileira: “Chequerê”, samba centenário de Sinhô; “Eu Sou do Tempo”, parceria rara de Rita Lee e Roberto de Carvalho; e “O Barquinho”, clássico de Bôscoli e Menescal — que inclusive participa da faixa. O nome do álbum, revela Britto, surgiu de forma curiosa: inspirado numa bebida popular entre adolescentes. “Tem esse lado do blend de sabores, do fruto proibido, que acabou combinando com o tema da faixa-título e depois com o disco todo.” Já disponível nas plataformas digitais, Mango Dragon Fruit terá apresentações ao vivo nas próximas semanas. Os shows mesclam o repertório solo com versões mais suaves de clássicos dos Titãs. “A estrada cansa, mas é onde a música realmente vive”, afirma.
- Instrumentos de banda de rock são furtados em BH; prejuízo ultrapassa R$ 12 mil
Integrantes da banda mineira Ursamenor foram vítimas de furto na noite da última sexta-feira (25/7), no bairro Santo Antônio, região Centro-Sul de Belo Horizonte. O crime ocorreu após um ensaio, e o prejuízo estimado é de R$ 12 mil. Foram levadas duas guitarras, um contrabaixo, uma pedaleira e um pedal de efeito. De acordo com Mariana Coura, uma das integrantes do trio, os instrumentos foram guardados no porta-malas do carro após um ensaio no estúdio White Room, na rua Leopoldina, por volta das 21h50. As musicistas então seguiram para um restaurante nas proximidades. Quando retornaram ao veículo, pouco depois da meia-noite, encontraram o vidro traseiro esquerdo quebrado e os equipamentos já haviam sido levados. “O vidro caiu inteiro, não estilhaçou. O criminoso puxou o banco de trás e teve acesso ao porta-malas”, relatou Mariana. Câmeras de segurança do estúdio registraram a ação. Nas imagens é possível ver um homem próximo ao veículo, mas não há detalhes suficientes para sua identificação. As vítimas registraram boletim de ocorrência e seguem tentando obter imagens de outras câmeras da região. Equipamentos furtados: · Guitarra Jazzmaster Squier Classic Vibe '60s – cor Surf Green · Guitarra Les Paul Condor · Contrabaixo Tagima Woodstock TW-66, cor amarela, com trincado no corpo e adesivos · Pedaleira Boss ME-70 · Pedal de efeito Dark Matter A banda pede apoio para localizar os equipamentos e reforça a importância do apoio da cena musical e de possíveis testemunhas. Quem tiver qualquer informação sobre o paradeiro dos instrumentos pode entrar em contato com Mariana Coura pelo telefone (31) 97366-3653.
- Coletivo movimenta a cena underground com noite de punk rock em Campo Grande
No dia 9 de agosto, o Mirante Pub, em Campo Grande, será palco do Ultimate Smackdown, uma celebração da cultura underground promovida pelo coletivo Punkada Alternativa. O evento reúne cinco bandas e promete uma noite intensa de punk rock, rap e atitude, reafirmando a resistência cultural da cidade. Sobem ao palco os grupos Burning Universe, Darhew, Falange da Rima, Miséria e I’m Pistol — nomes que traduzem a força criativa da cena independente e que trazem apresentações únicas para a ocasião. Mais do que um festival, o Ultimate Smackdown é um convite ao diálogo entre tribos, sonoridades e visões de mundo. Inspirado nas raízes do punk e do rap, o evento aposta na originalidade e no espírito "faça você mesmo" (DIY) como motor da produção cultural local. Criado em 2022 por quatro amigos ligados à cena alternativa, o Punkada Alternativa nasceu da vontade de transformar ideias em ação. Desde então, o coletivo tem articulado eventos, encontros e ações que fortalecem a cena independente de Campo Grande — sempre com o lema punk como guia: agir, criar e resistir com o que se tem. Serviço – Ultimate Smackdown Data: 9 de agostoHorário: a partir das 19hLocal: Mirante Pub – Rua Dr. Zerbini, 53, Chácara CachoeiraEntrada no local
- Morre Ozzy Osbourne, lenda do heavy metal e voz do Black Sabbath, aos 76 anos
O mundo da música perdeu nesta terça-feira (22) uma de suas figuras mais revolucionárias. Ozzy Osbourne, vocalista histórico do Black Sabbath e ícone do heavy metal, faleceu aos 76 anos. A causa da morte não foi informada pela família. "É com imensa dor que comunicamos o falecimento de nosso amado Ozzy Osbourne nesta manhã. Ele partiu rodeado pela família e muito amor. Solicitamos que todos respeitem nossa privacidade neste momento de luto", informou a família em nota oficial. Nascido John Michael Osbourne na cidade industrial de Birmingham, Inglaterra, o artista transformou-se no "Príncipe das Trevas" que conquistaria palcos ao redor do mundo. Como vocalista fundador do Black Sabbath, ajudou a forjar as bases do heavy metal entre as décadas de 1970 e 1980, criando um som que influenciaria gerações futuras de músicos. A banda gravou obras seminais como "Paranoid" e "Master of Reality", estabelecendo os alicerces de um gênero que se tornaria global. Clássicos como "Iron Man", "War Pigs" e a própria "Paranoid" permanecem como hinos atemporais do rock pesado. Ozzy não era apenas uma voz poderosa, mas uma presença magnética que cativava multidões com seu carisma irreverente e performances teatrais. Após sua saída do Black Sabbath em 1979, o cantor provou que seu talento transcendia qualquer formação. Sua carreira solo floresceu com sucessos memoráveis como "Crazy Train", "Mr. Crowley" e "No More Tears", consolidando sua posição como uma das vozes mais reconhecíveis do rock mundial. Suas apresentações eram espetáculos únicos, onde combinava humor, energia e uma conexão genuína com o público. A década de 2000 trouxe uma nova dimensão à sua fama com o reality show "The Osbournes". Exibido pela MTV americana entre 2002 e 2005, o programa revelou o lado doméstico e humano da família, alcançando audiências que jamais haviam se interessado por heavy metal. O show demonstrou que por trás da persona sombria havia um homem de família carinhoso e divertido. Os últimos anos trouxeram desafios significativos para o veterano roqueiro. Em 2019, revelou publicamente ter sido diagnosticado com Parkinson, além de enfrentar múltiplas cirurgias e limitações de mobilidade. Mesmo assim, manteve seu espírito combativo característico, declarando em entrevistas que, apesar das adversidades, permanecia grato por ainda estar vivo quando muitos contemporâneos não chegaram tão longe. Em conversa com o g1 durante 2018, o músico refletiu sobre o preço de quase cinco décadas na estrada. "Sinto-me como um hamster na roda", confessou. "Perdi momentos preciosos da infância dos meus filhos por estar sempre viajando. Agora só quero aproveitar mais tempo em casa." Ozzy Osbourne deixa a esposa Sharon Osbourne, reconhecida empresária do entretenimento, e seis filhos: Aimee, Kelly, Jack, Jessica, Louis e Elliot. Mais que uma família, deixa um legado musical que redefiniu os limites do rock e inspirou milhões de fãs pelo mundo inteiro.
- Lollapalooza Brasil 2026 anuncia datas e novo tipo de ingresso exclusivo
A 13ª edição do Lollapalooza Brasil já tem data marcada: o festival retorna ao Autódromo de Interlagos, em São Paulo, nos dias 20, 21 e 22 de março de 2026. Embora o lineup oficial ainda não tenha sido divulgado, a organização confirmou uma novidade: a estreia de uma nova modalidade de ingresso, o LollaLovers. Disponível exclusivamente pela Ticketmaster Brasil, o LollaLovers é um ingresso pessoal e intransferível que dá acesso aos três dias de festival, com uma série de benefícios adicionais. A pré-venda é voltada para clientes pessoa física com cartões de crédito Bradesco, Bradescard, Next e Digio, de todas as bandeiras. Entre as vantagens oferecidas ao LollaLover estão: · Parcelamento em até 12 vezes sem juros · Isenção da taxa de conveniência · 20% de desconto na pré-venda antecipada de bebidas via app oficial · Entrada preferencial no festival · Pôster comemorativo exclusivo Os valores variam de acordo com o tipo de ingresso: · Meia-entrada: R$ 792 · Entrada social: R$ 891,24 · Inteira: R$ 1.584 O LollaLovers será vendido por tempo limitado ou até o fim dos estoques, com limite de um ingresso por CPF. Lineup (até o momento) ainda não foi confirmado.
- Scorpions vai virar filme e promete ser mais épico que "Bohemian Rhapsody"
Hollywood descobriu que existe vida além do Queen e decidiu transformar o Scorpions em cinema. A banda alemã que fez todo mundo chorar com "Wind of Change" — música que virou trilha sonora não oficial da queda do Muro de Berlim — ganhará uma cinebiografia com o mesmo nome da balada mais famosa dos caras. O filme ainda está sendo rodado em Londres, sem data de estreia confirmada, mas com a promessa de contar a história completa: desde a formação nos anos 1960 até aquela turnê histórica na União Soviética em 1988, quando os alemães cruzaram a Cortina de Ferro para tocar em estádios lotados. Na época, isso era quase um ato revolucionário — imaginem uma banda de rock alemã tocando para os russos em plena Guerra Fria. O elenco é daqueles que faz o cinéfilo salivar: Alexander Dreymon, o galã de "O Último Reino", vive Rudolf Schenker, o guitarrista fundador. Ludwig Trepte, de "Geração da Guerra", interpreta Klaus Meine, o vocalista de voz inconfundível. Ed Speleers, que já apareceu em "Você", é Matthias Jabs, o outro guitarrista. A produção também escalou Luke Brandon Field como Herman Rarebell, o baterista, David Kross como Andrej — um amigo preso do outro lado do Muro de Berlim —, e Dominic West, de "The Crown", como Doc McGhee, o empresário que gerenciou a carreira da banda. O primeiro teaser, divulgado nesta segunda-feira, já entrega o tom épico: cenas do início da carreira misturadas com momentos da turnê soviética, enquanto frases como "uma nova geração de alemães" e "paz, amor e rock and roll" aparecem na tela. É puro marketing nostálgico, mas funciona. Dirigido por Alex Ranarivelo, o filme tem a supervisão dos próprios integrantes do Scorpions — o que pode ser bom ou ruim, dependendo do quanto eles topam mostrar os bastidores menos glamorosos da vida rock star. A produção é da ESX Entertainment, e o roteiro promete ser fiel à trajetória real da banda, que conseguiu superar as divisões da Alemanha pós-guerra e conquistar o mundo. O lançamento está previsto para 2025, ano em que o Scorpions completa 60 anos de carreira. Coincidência? Claro que não. É marketing puro, mas pelo menos é marketing com trilha sonora de qualidade.
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