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- Jimmy Cliff, voz global do reggae e símbolo da Jamaica, morre aos 81 anos
Getty Images Jimmy Cliff, um dos pilares do reggae e voz que levou a Jamaica para o mundo, morreu aos 81 anos após sofrer uma convulsão seguida de pneumonia. A família confirmou a morte e agradeceu aos fãs que acompanharam sua trajetória. Dono de clássicos como You Can Get It If You Really Want e I Can See Clearly Now, o artista também ficou marcado pelo filme The Harder They Come, que ajudou a internacionalizar a cultura jamaicana. Nascido em Saint James e revelado em Kingston, Cliff transformou experiências duras — inclusive o racismo que enfrentou em Londres — em músicas que misturavam leveza melódica e consciência social. Representou a Jamaica na Exposição Mundial de 1964, estourou no Reino Unido e ganhou respeito mundial por sua capacidade de unir crítica e esperança em um mesmo refrão. Ao longo da carreira, viajou pela África, converteu-se ao Islã, colaborou com nomes como Rolling Stones, Sting e Wyclef Jean e acumulou mais de 30 álbuns, sete indicações ao Grammy e dois prêmios. Também atuou em filmes, embora só ocasionalmente após o sucesso de The Harder They Come. Com impacto que atravessou décadas, Cliff deixa um legado que fez do reggae um idioma global e lembrou ao mundo que a música pode ser tanto abraço quanto denúncia.
- Anthrax encerra mixagem do novo álbum e promete música inédita ainda em 2025
Reprodução/Facebook Depois de um silêncio comprido como madrugada de estrada, o Anthrax finalmente fechou a mixagem do novo álbum, o primeiro desde “For All Kings”, de 2016. A novidade veio de Charlie Benante, que avisou nas redes como quem anuncia chuva esperada. Uma parte do trabalho tomou forma no Studio 606, de Dave Grohl, em Northridge, Califórnia. Jay Ruston, já velho conhecido da banda, voltou à produção e deu o tom da casa. Frank Bello contou ao Thomann’s Guitars & Basses que as músicas começaram a respirar de verdade na etapa final. Disse que o grupo está empolgado e que sente entre as mãos um material forte, daqueles que acendem a alma de músico. Quase dez anos se passaram desde o último disco. Pandemia, vidas correndo em ritmos diferentes e projetos paralelos atrasaram a roda. Mesmo assim, Bello garante que o Anthrax segue faminto por novidade. Segundo ele, o álbum chega com avanço claro na composição, no peso e na voz de Joey Belladonna, que teria entregado uma das melhores performances da carreira. Benante já havia avisado no podcast Talk Is Jericho que uma música deve sair ainda este ano. Também contou que a capa está pronta, psicodélica, criada ao lado do artista Mark Stutzman, encontrada quase como quem tropeça num bom acaso. A composição correu majoritariamente à distância, com demos pingando entre Chicago, Los Angeles e Nova York. A banda diz que só sobreviveram os riffs que realmente mordiam, o que manteve o nível lá em cima. Pelas conversas recentes, o disco deve misturar peso, refrões grandes e até algumas faixas que escapam do território clássico do grupo. Há músicas velozes, entre as mais intensas que já fizeram, e outras com clima épico, lembrando “In The End” e “Blood Eagle Wings”. Para a estrada, o plano é claro. O ano de 2026 já está reservado para turnês focadas no novo trabalho, que a banda pretende lançar em 2025 após um processo que começou antes mesmo da pandemia. Nascido em 1981, no Queens, o Anthrax segue como um dos pilares do thrash metal ao lado de Metallica, Slayer e Megadeth. Em mais de cinco décadas de atividade, a banda acumulou 11 álbuns de estúdio, seis indicações ao Grammy e uma história que continua girando, sempre ruidosa, sempre viva.
- Novo clipe de Supla cutuca a “perfeição” fake da era dos filtros
Divulgação Supla largou no mundo o clipe de Queixo Novo, música do vigésimo álbum dele, Nada Foi em Vão. No vídeo, ele aparece com Os Punks de Boutique numa espécie de laboratório da vaidade terminal, onde a busca pela beleza perfeita vira um circo de horrores bem-humorado. É aquele universo em que apertar "editar" virou sinônimo de existir e onde cada mudança no rosto é vendida como "pequeno refresh". A produção cutuca, com sarcasmo afiado, a epidemia dos procedimentos estéticos e dá uma risadinha nervosa das promessas messiânicas da inteligência artificial. Tudo parece arrancado de um Instagram paralelo onde ninguém sua, ninguém envelhece e todo mundo encontrou a luz perfeita. Quando acha que ninguém tá vendo, né. Supla assinou a direção criativa ao lado de Victoria Brito e topou zoar a própria cara sem drama. O lançamento mantém aquela estética bem demarcada do projeto Supla e Os Punks de Boutique. Nada Foi em Vão, com suas 15 faixas, ganhou há pouco uma edição em vinil rosa que casa direitinho com o espírito da coisa: atrevido, berrante e disposto a gargalhar da vida real — mesmo quando ela parece editada até não poder mais.
- Robert Plant apresenta repertório acústico e revisita Led Zeppelin no Tiny Desk
Reprodução Robert Plant subiu ao palco do Tiny Desk Concert da NPR nesta semana acompanhado da cantora Suzi Dian. A apresentação promoveu o álbum "Saving Grace", lançado pela dupla recentemente. Seis músicos se acomodaram atrás da mesa de som característica do programa. A formação reuniu guitarra, violoncelo, bateria, banjo e cuatro. Plant fez uma piada sobre a acústica do espaço ao compará-la com o Live Aid. O repertório trouxe principalmente canções do novo disco. "Gospel Plough" e "Higher Rock" foram destaque, ao lado de releituras de outras bandas. A dupla interpretou "Everybody's Song", do Low, e "It's a Beautiful Day Today", do Moby Grape. A última música da sessão marcou o momento mais esperado. "Gallows Pole" foi a única faixa executada que não integra "Saving Grace" e representa o único aceno ao catálogo do Led Zeppelin durante a performance. A canção folk tradicional ganhou registro na discografia do Led Zeppelin através do álbum "Led Zeppelin III". A escolha conectou o trabalho acústico atual de Plant com sua história no rock. O vocalista comentou sua relação de longa data com a música. Ele afirmou cantar a composição desde que consegue se lembrar.
- Fotografia: Justin ChungPhotograph: Justin Chung
Fotografia: Justin ChungPhotograph/Justin Chung Tobias Jesso Jr., compositor canadense radicado em Los Angeles, lança "Shine", seu segundo álbum solo após dez anos. O músico passou a última década compondo sucessos para artistas como Adele, Dua Lipa, Harry Styles e Justin Bieber. O álbum de estreia de Jesso foi lançado em 2015 e se tornou uma das revelações da década. Com baladas no estilo de cantores dos anos 70, como Randy Newman e Harry Nilsson, o disco estabeleceu o músico como uma estrela indie em ascensão. Jesso teve dificuldades com a atenção recebida e cancelou todos os shows futuros. Ele colocou sua carreira como artista solo em pausa e passou a atuar nos bastidores da indústria musical. Na década seguinte, se tornou um dos compositores pop mais requisitados do mundo. Ele coescreveu "When We Were Young", de Adele, e várias faixas do álbum "Radical Optimism", de Dua Lipa. Em 2023, ganhou o Grammy de compositor do ano. "Shine" tem apenas oito faixas e totaliza menos de 30 minutos. Todas as músicas apresentam apenas Jesso e seu piano, assim como no primeiro álbum. O disco aborda o diagnóstico de demência da mãe do músico e a paternidade. Jesso tem um filho pequeno com sua ex-esposa, a compositora australiana Emma Louise. O relacionamento terminou no início deste ano. O músico reservou seis semanas em sua agenda no início de maio para escrever o álbum. A primeira música finalizada foi "Waiting Around", faixa de abertura que analisa seu término de relacionamento. Jesso afirma que não queria usar nomes ou datas ao escrever sobre sua vida pessoal. "Eu queria fazer uma música para mim, uma canção que transmitisse exatamente onde estou e o que estou passando", explica. Uma das músicas teve gênese inusitada. Durante consulta com uma vidente de Los Angeles, Jesso foi informado de que faltava uma música dramática em "Shine". Na próxima vez que se sentou ao piano, escreveu "I Love You", a faixa mais intensa do álbum. O músico reconhece Justin Bieber, com quem trabalhou recentemente, como uma força motivadora. "Trabalhar com ele foi uma experiência tão crua em comparação com essas sessões de música pop em que eles perguntam: 'O que está no Top 40?'", diz. Jesso critica a forma como muita música pop é feita atualmente. "Quero encontrar os artistas que talvez queiram ser um pouco mais originais e ousar um pouco mais", afirma. O compositor diz que precisou esquecer os truques aprendidos na música pop. "Eu sabia que, com este álbum, se eu realmente quisesse defendê-lo, precisava fazer dele a versão mais autêntica de mim mesmo", conclui.
- Andy Bell, voz do Erasure, anuncia turnê no Brasil em janeiro de 2026
Crédito: Sean Black Andy Bell, vocalista do Erasure e um dos nomes mais influentes do synthpop, volta ao Brasil em janeiro de 2026 para cinco shows que celebram sua carreira solo, seus clássicos com Vince Clarke e o álbum Ten Crowns, lançado em 2025. Ícone LGBTQ+ e dono de uma das vozes mais reconhecíveis do pop eletrônico, Bell soma mais de 20 milhões de discos vendidos e 17 singles no Top 10 britânico. Além da trajetória com o Erasure, o artista acumula trabalhos no teatro, como as montagens Torsten The Bareback Saint e Torsten The Beautiful Libertine, e colaborações com nomes como Jake Shears, Claudia Brücken e Perry Farrell. A parceria com Dave Audé rendeu dois nº 1 na Billboard Dance. A turnê brasileira promete repertório que mistura hinos dos anos 80 e 90, sucessos solo e músicas de Ten Crowns, que alcançou o topo das paradas independentes e digitais do Reino Unido. Os shows acontecem entre 19 e 24 de janeiro, passando por Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte e São Paulo. Agenda — Andy Bell no Brasil 2026 19/1 — Rio de Janeiro, Qualistage (Via Parque Shopping) 21/1 — Porto Alegre, Auditório Araújo Vianna 22/1 — Curitiba, Teatro Positivo 23/1 — Belo Horizonte, BEFLY Hall 24/1 — São Paulo, Suhai Music Hall (Shopping SP Market)
- Rock in Rio 2026 abre vendas em dezembro com ingresso a partir de R$ 397,50
Foto: Reprodução/Instagram A largada para o Rock in Rio 2026 já tem data — e cartão de crédito preparado. A organização confirmou nesta terça-feira (18) que a venda geral dos ingressos começa em 9 de dezembro, às 19h, pelo site da Ticketmaster Brasil. O festival acontece em 4, 5, 6, 7, 11, 12 e 13 de setembro, no Parque Olímpico, no Rio. Membros do Rock in Rio Club poderão furar a fila com pré-venda a partir de 4 de dezembro. E, como já virou tradição, volta também o Rock in Rio Card, o ingresso antecipado que garante entrada para um dia à escolha do comprador — aquele suspense básico para quem não sabe sequer quais atrações virão (a organização ainda não divulgou nenhuma). Os preços ficaram assim: · R$ 795 (inteira) · R$ 397,50 (meia-entrada) · R$ 675,75 (para quem pagar com cartão de crédito Itaú) Segundo o festival, o limite de Cards será restrito — ou seja, corre. Clientes do Itaú também têm 15% de desconto, mas sem acumular com a meia-entrada. O parcelamento vai até 8x sem juros nos cartões do banco e 6x nos demais. Cartões internacionais, porém, ficam sem parcelamento. A venda não terá taxa de serviço. O pagamento pode ser feito por crédito ou pix — porque emoção musical combina com praticidade financeira.
- Dean DeLeo critica pagamentos do Spotify e promove One More Satellite
Reprodução O guitarrista Dean DeLeo, do Stone Temple Pilots, afirma em entrevista ao podcast Rock Is George que o Spotify paga aos artistas menos de um décimo de centavo por reprodução e qualifica o modelo como um crime. DeLeo diz que, apesar de o STP somar centenas de milhões de streams, o retorno financeiro é quase nulo, e cita o patrimônio de 6 bilhões de dólares do CEO da plataforma como contraste. DeLeo promove o álbum de estreia do projeto One More Satellite, parceria com o britânico Pete Shoulder. O disco saiu digitalmente em 18 de julho de 2025 pela Symphonic e teve lançamento mundial em vinil e CD em 18 de setembro de 2025 pela Deko Entertainment, via ADA/Warner Music Group. A banda faz três shows em novembro de 2025 com Julia Lage no baixo e Brian Tichy na bateria; DeLeo e Shoulder já colaboraram em trabalhos com Robert DeLeo. O Stone Temple Pilots vendeu mais de 70 milhões de álbuns desde o surgimento com Core em 1992, que chegou ao terceiro lugar na Billboard 200 e emplacou faixas como Sex Type Thing, Wicked Garden e Plush. Em 2020 a banda lançou o oitavo álbum, Perdida, o segundo com o vocalista Jeff Gutt. Além do STP, Dean DeLeo integrou as bandas Talk Show e Army of Anyone.
- Sepultura grava EP inédito em estúdio histórico de Miami; lançamento será o último da carreira
Reprodução O Sepultura anunciou a gravação de um EP inédito no Criteria Studios, em Miami, conhecido por abrigar trabalhos de Black Sabbath, Fleetwood Mac, James Brown e Bee Gees. O material, com quatro faixas, já está masterizado e será lançado em 2025 — como o último registro de estúdio da banda. Andreas Kisser revelou os detalhes ao KazaGastão. Segundo ele, a banda aproveitou dez dias de estúdio logo após o cruzeiro 70.000 Tons of Metal, sem pressão de gravadora e financiando tudo por conta própria. “As músicas não tinham nome, não tinha data, não tinha gente de gravadora enchendo o saco. Foi a melhor coisa do mundo”, afirmou. O EP traz a primeira balada do grupo com Derrick Green, escrita com Sérgio Britto e Tony Bellotto (Titãs), além de uma faixa instrumental com influência jazz e um solo de piano de Renato Zanuto. O Sepultura finaliza a capa e já definiu a data de lançamento — ainda mantida em segredo. Em turnê de despedida até outubro de 2025, Andreas evita cravar um fim definitivo: “Até o tempo dizer outra coisa.” A banda ainda planeja uma caixa de vinil com 40 músicas gravadas em 40 cidades.
- Dave Mustaine fala sobre possibilidade de show no espaço na despedida do Megadeth
Foto: Katja Ogrin / Redferns Dave Mustaine, líder do Megadeth, comentou a possibilidade de realizar um show no espaço como parte da despedida da banda. Em entrevista à revista Metal Hammer, o guitarrista disse que considera a ideia um encerramento simbólico para a trajetória do grupo. "Espero que a gente toque no espaço. Acho que seria um clímax perfeito. [...] Um show na Lua, um pouso na Lua cheia, isso sim seria demais", afirmou. O Megadeth anunciou que encerrará as atividades após o lançamento do álbum autointitulado previsto para 2026 e a turnê de despedida. Mustaine disse que deseja concluir a carreira “nos próprios termos”. "Viajei o mundo e conquistei milhões de fãs, e a parte mais difícil é dizer adeus", escreveu em comunicado. O músico afirmou que o novo disco será o último de estúdio da banda e pediu que o público encare o fim do Megadeth em clima de celebração. "Não fiquem tristes, fiquem felizes. Venham comemorar comigo nestes próximos anos", declarou. Mustaine destacou o impacto da banda no thrash metal. "Criamos um estilo, iniciamos uma revolução, mudamos o mundo da guitarra", disse. Formado em 1983 após a saída de Mustaine do Metallica, o Megadeth se tornou um dos principais nomes do gênero ao lado de Metallica, Slayer e Anthrax.
- Jards Macalé morre aos 82 anos no Rio
Foto: Carla Alves O cantor e compositor Jards Macalé morreu nesta segunda-feira (17), no Rio de Janeiro, aos 82 anos, após sofrer uma parada cardíaca. A morte do artista gerou uma onda de homenagens de nomes importantes da música brasileira. Caetano Veloso publicou um texto emocionado no Instagram lembrando a influência de Macalé em sua trajetória.“Sem Macalé não haveria ‘Transa’. Estou chorando porque ele morreu hoje. Foi meu primeiro amigo carioca da música”, escreveu. Caetano relembrou ainda o primeiro encontro entre os dois, no início da carreira.“Fui parar na casa de Macalé. E ele tocou violão. Me encantei”, disse. A parceria resultou na ida de Macalé para Londres, onde trabalharam juntos no disco Transa.“Que a música siga mantendo a essência desse ipanemense amado”, completou. O artista encerrou a mensagem com um recado à viúva: “Beijo carinhoso para Rejane”. Maria Bethânia também prestou homenagem. A cantora publicou fotos ao lado do amigo e escreveu:“Meu amor, meu amigo. Fará muita falta neste mundo.” Outros músicos se manifestaram nas redes. Tim Bernardes compartilhou a canção Movimento dos Barcos em tributo ao compositor.“Muito triste e chocado com a partida de Jards. Um mestre, maluco, amigo”, disse.Djavan enviou uma mensagem breve:“Voa, Macalé! Descanse em paz.” Jards Macalé, nascido no Rio, foi um dos nomes mais influentes da MPB, reconhecido por sua obra experimental e por colaborações com grandes artistas. Deixa a viúva, Rejane, e um legado musical que atravessa gerações.
- Nicko McBrain relembra despedida do Iron Maiden em último show em São Paulo
Jesse Grant/Getty Images Getty Images for NAMM O baterista Nicko McBrain, de setenta e três anos, afirmou em entrevista ao Drum Talk TV que o show realizado em 7 de dezembro de 2024 no Allianz Parque, em São Paulo, marcou sua despedida oficial do Iron Maiden. O músico britânico anunciou a aposentadoria no mesmo dia, em comunicado publicado no site e nas redes sociais da banda. Nicko disse que a apresentação foi marcada por forte carga emocional. Ele contou que recebeu aplausos de cerca de cinquenta mil pessoas e que, ao deixar o palco, precisou controlar o choro. O baterista afirmou que sempre se despedia por último dos fãs e que a última saída do palco teve impacto especial. O músico destacou ainda a despedida da equipe técnica que o acompanhou por anos. Segundo ele, vários integrantes estavam emocionados por saber que aquele seria seu último show com o grupo. Nicko explicou que já vinha se preparando para a aposentadoria desde a gravação de “Senjutsu”, em 2019. A pandemia adiou o ciclo de turnês e estendeu sua permanência. Ele disse que pretendia encerrar a carreira de forma gradual, mas a agenda da banda avançou para a “Future Past Tour”. O baterista sofreu um AVC em janeiro de 2023, na Flórida, e afirmou que o episódio comprometeu sua capacidade de tocar determinadas viradas e semicolcheias. Ele contou que teve apoio integral do Iron Maiden durante o processo de recuperação e que seguiu em turnê por um ano e meio mesmo com limitações físicas. Nicko relatou que conversou com Steve Harris e com a equipe de gerenciamento sobre a necessidade de um substituto. O baterista Simon Dawson foi convidado para ensaiar com a banda e acabou anunciado como novo integrante de turnê. O músico disse que pediu para que o anúncio fosse feito após seu retorno da viagem ao Brasil, mas que a informação foi divulgada antes do prazo desejado. Steve Harris afirmou recentemente que a mudança foi inevitável após os problemas de saúde de Nicko e que a banda optou por seguir em frente com a agenda planejada. Nicko declarou que decidiu se aposentar das turnês por não conseguir manter a mesma entrega física de décadas anteriores e por sentir desgaste com a rotina de viagens. Ele disse que não queria comprometer a qualidade das apresentações e que a banda respeitou sua escolha.
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