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  • Nirvana vence novamente processo sobre capa de Nevermind

    Spencer Elden bebê na capa de Nevermind; juiz dos EUA rejeitou processo contra Nirvana e fotógrafo Kirk Weddle, chamando a imagem de “foto de família”. Foto: Pictorial Press Ltd/Alamy Um tribunal federal dos Estados Unidos rejeitou pela segunda vez a ação de Spencer Elden, que alegava ter sido vítima de abuso sexual infantil por aparecer nu na capa do álbum Nevermind, de 1991, do Nirvana.   O juiz distrital Fernando Olguin concluiu que nenhuma pessoa razoável consideraria a imagem pornográfica. “Além do fato de que o autor estava nu na capa do álbum, nada chega perto de colocar a imagem dentro do âmbito do estatuto de pornografia infantil”, afirmou.   O processo envolvia os membros sobreviventes do Nirvana, Dave Grohl e Krist Novoselic, a viúva de Kurt Cobain, Courtney Love, e o fotógrafo Kirk Weddle, autor da famosa foto de Elden nadando nu em direção a uma nota de um dólar presa a um anzol, tirada no Pasadena Aquatic Center, na Califórnia.   Spencer Elden, agora com 34 anos, havia movido sua primeira ação em 2021, alegando exploração sexual e danos pessoais contínuos. O caso foi rejeitado em 2022 por prescrição, mas a decisão foi revertida em 2023 pelo 9º Circuito. Com a nova decisão, o juiz reforçou que a imagem se assemelha a uma “foto de família de uma criança nua tomando banho”, não constituindo pornografia infantil.   O advogado do Nirvana, Bert Deixler, afirmou que o encerramento do caso livra os clientes criativos do “estigma de falsas alegações”.

  • Hayley Williams confirma que “cantora country racista” de sua música é Morgan Wallen

    Hayley Williams (esquerda) e Morgan Wallen (direita) — Fotos: Erika Goldring/Getty Images; Jason Kempin/Getty Images para ABA Hayley Williams revelou que a “cantora country racista” mencionada em sua faixa Ego Death At A Bachelorette Party é, na verdade, Morgan Wallen. A confirmação veio durante entrevista ao New York Times, em que a vocalista do Paramore discutiu seu álbum solo surpresa Ego Death at a Bachelorette Party.   Na música, Williams canta sarcasticamente sobre ser “a maior estrela no bar desta cantora country racista”. Questionada sobre citar nomes, ela respondeu de forma direta: “Podem ser alguns, mas estou sempre falando de Morgan Wallen, estou pouco me lixando”, desafiando o cantor a “me encontrar no Whole Foods, sua vagabunda — eu não ligo”.   Williams já havia mencionado anteriormente o bar de Wallen em Nashville como seu local menos favorito, sem confirmar explicitamente a referência. O álbum solo foi inicialmente lançado de surpresa em julho, com 17 faixas disponíveis por tempo limitado no site da cantora, acessíveis apenas com um código obtido via compra da coleção Good Dye Young. A NME deu cinco estrelas à faixa-título, destacando o tom determinado e a energia renovada da artista, além do potencial do álbum em abrir novos caminhos para sua carreira.   O lançamento oficial ocorreu em 28 de agosto, marcando o primeiro trabalho de Williams como artista independente após o término de seu contrato com a Warner/Atlantic. Apesar disso, o Paramore não se separou; a cantora explicou que a banda está apenas em um período de pausa para processar experiências pessoais, algo que descreve como necessário entre os álbuns.

  • Zara Larsson: de promessa a estrela em ascensão do pop com "Midnight Sun"

    Zara Larsson em imagem promocional do álbum Midnight Sun — Foto: Charlotte Rutherford / Reprodução Zara Larsson, a sueca de 27 anos, nunca foi estranha ao pop. Desde 2015, coleciona hits como Lush Life e Symphony, turnês internacionais e várias passagens pelo Brasil, mas a consagração completa parecia sempre escapar. Sempre transparente sobre suas ambições, Zara dizia querer mais — e os fãs não escondiam: a cantora tinha talento, presença de palco e energia de sobra, mas continuava subestimada.   Agora, com o lançamento do álbum Midnight Sun, na última sexta-feira (26), a trajetória da artista parece mudar de patamar. Singles virais, performances marcantes e figurinos que lembram a estética Barbie dos anos 2000 ajudaram a colocar Zara no radar de quem ainda não a acompanhava.   Embora ainda não alcance os números de uma superestrela global, Zara Larsson conseguiu algo essencial: voltar a ser assunto nas redes sociais e mostrar que o "quase lá" pode finalmente se transformar em sucesso pleno.

  • Ezequiel Neves: veneno, amor e caos em 105 minutos

    Divulgação do documentário ‘Ninguém pode provar nada – A inacreditável história de Ezequiel Neves’, de Rodrigo Pinto — Foto: Festival do Rio Ezequiel Neves era aquele tipo de pessoa que você amaria e odiaria ao mesmo tempo. Não tinha filtro, não tinha paciência, não tinha dó — e o documentário “Ninguém pode provar nada” resolve mostrar isso sem cerimônia. Rodrigo Pinto e Kika Serra fazem questão de lembrar que o cara era ator, jornalista, produtor musical, amigo e mentor de Cazuza. Um homem que transformava qualquer situação em espetáculo, e não necessariamente um espetáculo bonitinho.   No filme, Emílio de Mello encarna Ezequiel com a coragem de quem sabe que vai ter que lidar com sarcasmo, exageros e uma boa dose de drama. E tem de tudo: histórias com Rita Lee, inventividade, críticas impiedosas a músicos consagrados e até entrevistas que nunca existiram. É como se o documentário dissesse: “Olha, o mundo não aguenta tanto, mas a gente vai mostrar mesmo assim.”   A câmera não poupa ninguém — nem Ezequiel, nem o público, nem o espectador que acha que vai ver um documentário fofinho sobre música. Tem intensidade, tem caos, tem memória afetiva e crítica social misturada. Neves era louco? Claro. Mas era louco de um jeito fascinante, que todo mundo que conviveu com ele lembra.   No fim, o documentário não é sobre provar nada, nem tentar domesticá-lo. É sobre capturar a energia de um homem que fazia do veneno arte, que era capaz de amar e azucrinar ao mesmo tempo, e que continua sendo uma figura impossível de ignorar. E se você acha que vai sair do cinema confortável, bom… não vai.

  • Eddie Vedder abre o Ohana Festival com set recheado de covers de clássicos do rock

    Crédito: Jim Bennett/Getty Images O cantor Eddie Vedder, vocalista do Pearl Jam, abriu a edição deste ano do Ohana Music Festival, na Califórnia, com uma apresentação marcada por uma sequência de covers de peso. No repertório, entraram músicas de George Harrison, Led Zeppelin, The Who, Devo, The Beat e Mono Men, além de sucessos de sua própria carreira.   Vedder foi acompanhado pelos Earthlings, banda que reúne Glen Hansard (The Frames), Chad Smith (Red Hot Chili Peppers), Josh Klinghoffer (ex-RHCP e atual guitarrista de turnê do Pearl Jam), Chris Chaney (Jane's Addiction) e o produtor Andrew Watt. O show marcou a primeira reunião do grupo em dois anos.   A performance começou na sexta-feira (26) com o cover de “Gut Feeling” (Devo), seguido por “Corduroy” (Pearl Jam). O setlist também trouxe faixas pouco revisitadas da carreira solo de Vedder, como “Setting Forth” e “No Ceiling”, além de interpretações vibrantes de “I’m One” (The Who) e da introdução de “The Song Remains the Same” (Led Zeppelin), antes de encerrar com “Rearviewmirror”.

  • Björk adere ao boicote “No Music for Genocide” e retira músicas de Israel

    A islandesa Björk é a mais nova artista a participar do movimento internacional “No Music for Genocide”, que reúne músicos e bandas em um boicote cultural contra Israel. A ação consiste em bloquear catálogos de streaming no país, e já conta com nomes como Massive Attack, Paramore, Japanese Breakfast, Fontaines D.C., entre outros.   De acordo com os organizadores, a campanha nasce como resposta às ações militares em Gaza, à expansão dos assentamentos na Cisjordânia e ao que classificam como apartheid contra palestinos. O manifesto também denuncia a repressão a movimentos pró-Palestina em diversos países e as conexões da indústria musical com empresas ligadas a armamentos.   Björk não divulgou um comunicado oficial sobre a decisão, mas sua posição não chega a surpreender. Em 2023, a cantora publicou em suas redes sociais mapas que ilustravam a redução do território palestino ao longo das décadas, acompanhados da legenda: “é isso que você chama de compartilhamento?”.   Conhecida por sua postura crítica às grandes plataformas digitais, Björk já afirmou que o Spotify é “provavelmente a pior coisa que já aconteceu aos músicos”. Paralelamente, segue investindo em formatos alternativos: neste ano exibiu nos cinemas o filme-concerto Cornucopia, que em breve terá lançamento físico.   Com a adesão de Björk, o movimento “No Music for Genocide” ganha ainda mais visibilidade, reforçando a dimensão cultural do debate em torno da guerra e da causa palestina.

  • Lola Young desmaia no palco em Nova York após semana conturbada

    Créditos: Per Ole Hagen/Redferns No sábado à noite, em Nova York, a plateia do All Things Go Festival assistiu a um espetáculo inesperado. A cantora britânica Lola Young, de 23 anos, tinha acabado de atravessar a quinta música do setlist quando simplesmente caiu. Não houve aviso prévio, nem nota dissonante: apenas o corpo indo ao chão. Músicos, técnicos e seguranças correram como se o palco fosse um campo de futebol prestes a receber atendimento médico. O show terminou ali.   A cena, rápida e confusa, ganhou contornos de drama por causa do que havia acontecido no dia anterior. Young havia cancelado a participação no festival We Can Survive, em Newark, alegando um “assunto delicado”. O empresário, Nick Shymansky, entrou em campo para explicar: sua artista fala abertamente sobre saúde mental, e às vezes é preciso puxar o freio de mão. Não era, portanto, apenas mais um cancelamento de agenda – era quase uma medida de emergência.   Mesmo assim, na noite seguinte, ela resolveu arriscar. Antes de desmaiar, declarou ao público que tinha acordado decidida a cantar. “Não queria me afundar na minha tristeza”, disse, com a honestidade de quem tenta se convencer tanto quanto convencer os outros. Comparou a vida a um limão que, no improviso, pode render uma limonada. Foi o tipo de metáfora que soa mais poética antes de um colapso do que depois dele.   Horas mais tarde, já longe das luzes do palco, Young voltou a falar — agora pelo Instagram, em frases curtas, como quem precisa provar que ainda está de pé: “Estou bem agora. Obrigada por todo o apoio”.

  • O Metallica quer seu sangue e promete uma camiseta exclusiva em troca

    O Metallica nunca foi banda de pedir pouco. Agora, eles querem literalmente o sangue dos fãs. Não é metáfora, não: a banda se uniu à Cruz Vermelha Australiana Lifeblood e, antes de cada show da turnê no país, convocou o público a doar sangue ou plasma. Em troca, o fã ganha uma camiseta exclusiva, desenhada pelo artista de confiança deles, SQUINDO.   Na estampa, uma gota vermelha e a frase “A Sea of Hearts Beat As One”. Uma poesia gótica no meio da coleta de hemoglobina. Só quem doar nos centros de Perth, Adelaide, Melbourne, Brisbane ou Sydney, na semana que antecede os shows, e estiver inscrito no programa de fidelidade da Lifeblood, leva a peça para casa.   E não é só charme. A Austrália enfrenta a maior demanda por sangue em 12 anos. “Não deixe que a doação de sangue seja um dia que nunca chega, porque quando você está salvando vidas, nada mais importa”, disse Cath Stone, diretora da Lifeblood, sem perder a chance de citar Metallica no próprio apelo.   A campanha se conecta com a fundação All Within My Hands, criada pela banda, que já ajudou a Cruz Vermelha nos EUA a arrecadar milhares de doações. Agora, é a vez dos australianos provarem que metal também é feito de carne, veia e plaqueta.   “Há metal no sangue de todos — alguns mais do que outros”, escreveu a Lifeblood no Instagram, dando à frase um ar de slogan de camiseta que poderia, aliás, virar a próxima edição limitada.

  • Judas Priest lança versão de War Pigs com vocais de Ozzy em tributo beneficente

    Uma parceria histórica entre o Judas Priest e o eterno vocalista do Black Sabbath, Ozzy Osbourne, acaba de chegar às plataformas digitais. A nova versão de “War Pigs”, lançada como single beneficente, reúne Rob Halford e Ozzy em um duelo de vozes que promete emocionar fãs e apoiar uma causa nobre: todos os lucros serão revertidos para a Glenn Tipton Parkinson’s Foundation e a Cure Parkinson’s.   Em julho, o Judas Priest havia divulgado seu cover de “War Pigs” como homenagem ao Black Sabbath e a Ozzy, após não conseguirem participar do show especial Back to the Beginning, em Birmingham. O compromisso da banda com o aniversário de 60 anos do Scorpions impediu a presença no evento, mas a versão logo chamou atenção pelo peso e pela energia.   Foi justamente essa interpretação que inspirou Ozzy e Sharon Osbourne a propor uma nova versão, dessa vez unindo as vozes de Halford e Ozzy. O resultado é um encontro de lendas que transforma o clássico em um tributo vibrante e solidário.   O lançamento carrega um peso ainda mais profundo: o guitarrista Glenn Tipton, que participa da faixa, enfrenta a doença de Parkinson há anos. O próprio Ozzy também convivia com o diagnóstico antes de falecer em 22 de julho. A iniciativa, portanto, vai além da música — é uma forma de canalizar a arte em esperança e recursos para quem batalha diariamente contra a doença.   Enquanto celebra o lançamento, o Judas Priest segue em turnê pela América do Norte ao lado de Alice Cooper. A próxima parada será em Houston, no dia 26 de outubro, prometendo mais uma noite de clássicos do heavy metal.

  • Rolling Stones estão de volta ao estúdio: novo álbum em produção com Andrew Watt

    O rock está prestes a ganhar mais um capítulo: os Rolling Stones estão gravando um novo álbum, e quem está no comando da produção é Andrew Watt, responsável pelo 24º disco de estúdio da banda, Hackney Diamonds (2023), vencedor do Grammy. Em entrevista à Rolling Stone, Watt descreveu a experiência com uma metáfora inusitada: “É como trabalhar para o Batman”.   O produtor, que nos últimos anos colaborou com nomes como Elton John, Lady Gaga e Ed Sheeran, não entrou em detalhes sobre as sessões atuais. “Posso dizer que fizemos algumas gravações juntos, mas isso é tudo que posso contar”, comentou. Segundo Watt, há material das gravações de Hackney Diamonds que será reaproveitado, refletindo uma fase particularmente produtiva da banda: “Eles acumularam, tipo, 18 anos de material. Surgiram novas músicas porque todos estavam curtindo e voando no processo.”   Marlon Richards, filho do guitarrista Keith Richards, confirmou o progresso do disco: “Eles estão em Chiswick, quase terminando. Mantêm horários malucos: depois do almoço até duas da manhã. A não ser que você esteja lá, é bem cansativo.” O próprio Keith Richards, quando questionado, resumiu: “Acho que é um álbum — ainda têm bastante coisa sobrando do último.”   A produção vem acompanhada de planos animadores: após o sucesso do Grammy, a banda estaria empolgada em criar uma continuação, com Richards mencionando que eles também planejam uma turnê pela Europa. Apesar de relatos recentes de cancelamentos de shows no Reino Unido e na Europa devido a agendas apertadas, os Stones continuam ativos, com apresentações recentes nos EUA e no Reino Unido, incluindo o histórico BST Hyde Park em 2022.   Quanto às novas faixas, Ronnie Wood revelou que cerca de 23 músicas tiveram que ser cortadas, e que o processo criativo continua refinando cada composição: “As faixas dos Stones evoluem; algumas têm a essência na primeira execução, outras precisam ser moldadas como argila para se tornarem grandes músicas.”   O retorno dos Rolling Stones ao estúdio sinaliza não apenas um novo álbum, mas também a continuidade de uma jornada musical que atravessa décadas, mantendo a energia e o legado que fizeram da banda uma referência mundial no rock.

  • Cardi B – AM I THE DRAMA?

    No começo, Cardi B não sonhava com música. Era apenas uma garota do Bronx, cheia de ambições, que jamais imaginava o rap como caminho. Mas um empresário, desses que enxergam diamante no grito atravessado de uma ligação de telefone, percebeu que havia dinheiro na fúria dela. E pronto: em poucos anos, estava no topo da parada, com Grammy na estante e haters contabilizados em planilha.   Sete anos depois, ela volta com AM I THE DRAMA?, um álbum que não pergunta nada, só responde: sim, ela é o drama, e gosta disso. Vingança é a linha editorial. A capa traz Cardi remodelada de princesa do Bronx para vilã de conto de fadas, cercada de corvos, pássaros vingativos, de memória longa, como ela.   São 23 faixas entre diss tracks que esfolam, lamentos pós-divórcio e provocações que piscam para o TikTok. Ela ri, canta, ameaça. Em “Pretty & Petty” transforma treta em refrão chiclete. Em “Bodega Baddie” faz do merengue um ataque turbo. Em “Dead”, abre o disco como se fosse filme: jornais noticiando assassinatos, blogueiras mortas, rivais sumindo.   Não importa se a ideia inicial veio de outro. Cardi pega, mastiga e cospe em formato de espetáculo: rap que cabe tanto no clube quanto no Super Bowl. No fim, a pergunta não interessa. Drama é ela. E sempre será ela quem fecha o palco.

  • Pixies anuncia turnê de 40 anos pelo Reino Unido e Europa em 2026

    O Pixies anunciou nesta segunda (23) uma turnê especial de 40º aniversário pelo Reino Unido e Europa, marcada para 2026. A série de shows começa em York, no dia 20 de maio, e passará por cidades como Dunfermline, Manchester, Limerick, Dublin, Berlim, Leipzig, Frankfurt, Milão, Roterdã, Enschede e Heerlen.   Um dos destaques será o aguardado show no histórico Royal Albert Hall, em Londres, no dia 28 de maio, primeira vez que a banda sobe ao palco do local.   Formado em Boston em 1986, o grupo prepara uma extensa celebração de quatro décadas de carreira, com novas datas pelo mundo ainda a serem anunciadas.   Os ingressos para esta etapa da turnê estarão disponíveis a partir das 10h (horário de Brasília) desta sexta-feira (26 de setembro), com pré-venda pelo Ticketmaster.   Confira abaixo o anúncio oficial e a lista completa de apresentações.   Principais datas da turnê dos Pixies no Reino Unido e Europa (2026) ·         20 de maio  – Barbican, York ·         21 de maio – Teatro Alhambra, Dunfermline ·         25 de maio – Aviva Studios, Manchester ·         28 de maio – Royal Albert Hall, Londres ·         31 de maio – Live At The Castle, Limerick ·         2 de junho – Olympia, Dublin ·         30 de junho – Zitadelle Spandau, Berlim ·         1º de julho – Parkbühne Clara-Zetkin-Park, Leipzig ·         2 de julho – myticket Jahrhunderthalle, Frankfurt ·         14 de julho – Parco Della Musica, Milão ·         17 de julho – Maassilo, Roterdã ·         18 de julho – Muziekcentrum, Enschede ·         19 de julho – PLT, Heerlen   O anúncio da turnê vem na esteira do lançamento de The Night The Zombies Came, nono álbum de estúdio da banda, lançado em outubro passado.   Em entrevista à NME na época, os membros do Pixies falaram sobre a possibilidade de continuar apresentando álbuns clássicos na íntegra durante os shows, como já fizeram com Trompe le Monde e Bossanova.   “Tenho certeza de que isso está no nosso futuro”, afirmou o guitarrista Joey Santiago. Já o baterista Dave Lovering brincou: “Talvez quando Indie Cindy [2014] completar 20 anos.”   Santiago comentou ainda sobre a experiência como fã em assistir ao Steely Dan tocar Aja na íntegra: “É incrível saber que vai ser só Aja. Logo atrás de mim estavam todos os bateristas – Danny Carey (Tool), Josh Freese, Pat Wilson –, todos assistindo. Steely Dan é simplesmente legal. A única questão de tocar álbuns na ordem é que o Charles [Black Francis] e eu precisamos trocar muito de guitarra, o que atrapalha um pouco o fluxo do show. Mas a gente adora fazer isso.”   Mais recentemente, o Pixies também abriu o show do My Chemical Romance em Toronto, como parte da turnê norte-americana Long Live The Black Parade.

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