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- Slipknot prepara novo álbum com Eloy Casagrande e pausa turnês para focar em estúdio
Banda trabalha em músicas inéditas, sucessoras de “The End, So Far” (2022); guitarrista Jim Root diz que grupo deve “parar de rodar” para gravar com o novo baterista. Divulgação O Slipknot já começou a preparar material inédito com o baterista brasileiro Eloy Casagrande, que entrou no grupo em 2024 após deixar o Sepultura. Em entrevista ao Drummer’s Review, Eloy revelou que a banda vem trocando ideias e realizando jams para o sucessor de “The End, So Far”, lançado em 2022. “Estamos cozinhando. Temos trocado riffs, batidas e feito jams. Já há bastante material — só precisamos sentar e organizar tudo”, afirmou o músico. O guitarrista Jim Root confirmou ao podcast Turning Wrenches que o Slipknot decidiu pausar as turnês para concentrar esforços em estúdio. “Fizemos muitas turnês para apresentar o Eloy, mas agora precisamos parar. Devemos a ele um disco”, disse o guitarrista, que revelou ter cerca de seis novas faixas prontas e outras em desenvolvimento. Em 2024, o Slipknot comemorou 25 anos de carreira, retomando o visual clássico dos anos 1990 — com os icônicos macacões vermelhos e versões atualizadas das primeiras máscaras. O grupo passou por América do Sul, México, Austrália e Nova Zelândia antes de entrar na nova fase criativa. O último álbum de estúdio da banda, “The End, So Far”, foi o último registro com o tecladista Craig Jones e o baterista Jay Weinberg, que deixou o grupo em 2023.
- Black Label Society lança “Broken and Blind”
Foto: Jen Rosenstein O Black Label Society lançou o single “Broken and Blind”, pela MNRK Heavy/Spinefarm, antecipando o novo álbum previsto para o início de 2026. A faixa, já disponível em todas as plataformas digitais, ganhou um videoclipe dirigido por Justin Reich, colaborador de longa data da banda. O líder Zakk Wylde apresentou o lançamento com seu humor característico: “A música é sobre manteiga de amendoim e chocolate — e o que acontece quando você não tem nada disso. Minha alma fica quebrada e eu fico cego de raiva se não tiver manteiga de amendoim e chocolate.” O single sucede “Lord Humungus” (fevereiro de 2025) e “The Gallows” (setembro de 2024), e faz parte de uma série de lançamentos que o grupo pretende divulgar antes do próximo disco. Wylde explicou que o processo vem sendo feito em seu estúdio caseiro, o Black Vatican, ao lado de John “JD” DeServio, Jeff Fabb e Dario Lorina. Entre compromissos com o Pantera e o projeto Zakk Sabbath, o guitarrista disse que o Black Label Society deve voltar à estrada em 2026, após uma sequência de singles e vídeos. “Tudo começa com o riff”, afirmou. “É o riff que dita para onde a música vai.” O novo álbum será o 12º de estúdio da banda e sucederá “Doom Crew Inc.” (2021). Formado em 1998, o grupo consolidou seu nome no hard rock com discos como “Order of the Black” (2010) e “Catacombs of the Black Vatican” (2014).
- Vanguart revela capa do oitavo álbum, ‘Estação Liberdade’
‘Estação Liberdade’ — Vanguart. Foto: Andrei Moyssiadis O Vanguart anunciou a capa de seu oitavo álbum de estúdio, Estação Liberdade, previsto para lançamento digital em 17 de outubro. Hoje reduzida à dupla formada por Helio Flanders e Reginaldo Lincoln, a banda mato-grossense mantém a essência autoral que marca sua trajetória. A capa, assinada pelo fotógrafo Andrei Moyssiadis, mostra os dois músicos de costas, em um registro contemplativo que reflete a atmosfera introspectiva do disco. O álbum já ganhou visibilidade com um single duplo, lançado em 19 de setembro, que traz as faixas Estação Liberdade e A Vida é um Trem Cheio de Gente Dizendo Tchau, antecipando o tom poético e reflexivo do trabalho completo.
- Axl Rose e a bandeira da Palestina: um gesto em meio à guerra
Imagem: Reprodução/Instagram Na noite de terça-feira (7), em Bogotá, Axl Rose subiu ao palco do Guns N’ Roses com algo incomum para o público: uma bandeira da Palestina. Não foi apenas um adereço, mas um gesto explícito de protesto diante dos conflitos em Gaza, um convite à reflexão em meio ao ruído de guitarras e aplausos. O momento se deu durante a execução de “Civil War”, faixa de Use Your Illusion II (1991) que já nasceu carregada de significado. Composta por Rose, Slash e Duff McKagan, a música nasceu de jams e de lembranças de McKagan em marchas lideradas por Martin Luther King Jr., quando ainda criança. Na bandeira, além do logo do Guns, estava estampado um trecho do refrão: “I don’t need your Civil War” — uma lembrança de que a guerra, seja qual for, nunca é apenas distante ou abstrata. Rose exibiu o símbolo palestino para a plateia, colocou-o sobre os ombros, e por alguns minutos, o palco não era apenas de rock: era espaço de posicionamento, política e memória. Entre riffs e solos, a mensagem se misturava à música, lembrando que protesto e arte muitas vezes caminham lado a lado.
- Robert Plant apresenta “Saving Grace” em performance intimista na BBC
Frame da performance de "Higher Rock" no programa “Later... With Jools Holland”, da BBC Two. Robert Plant voltou aos palcos com o projeto Saving Grace e encantou o público do programa “Later... With Jools Holland”, da BBC Two. O ex-vocalista do Led Zeppelin apresentou as faixas “Everybody’s Song”, do Low, e “Higher Rock”, de Martha Scanlan, ambas do novo álbum “Saving Grace”, que marca um retorno às raízes folk e blues do cantor. A banda é formada por Suzi Dian (vocais), Oli Jefferson (bateria), Tony Kelsey (guitarra), Matt Worley (banjo e cordas) e Barney Morse-Brown (violoncelo). Gravado entre 2019 e 2025, entre os Cotswolds e a fronteira galesa, o disco foi produzido pelo próprio Plant e pelos integrantes da banda. O álbum reúne releituras de clássicos de artistas como Memphis Minnie, Blind Willie Johnson e Sarah Siskind. Em entrevista à Rolling Stone, Plant contou que parte das gravações aconteceu ao ar livre, com um único microfone, o que deu ao som um clima natural e intimista. O grupo inicia neste outono sua primeira turnê pelos Estados Unidos, com 15 shows em cidades como Nova York, Chicago e Los Angeles, e deve retornar ao país em 2026 após uma série de apresentações no Reino Unido em dezembro.
- Tuyo reinterpreta “Luz do Sol”, de Caetano Veloso, na trilha do filme Perrengue Fashion
Foto: Walter Firmo / Divulgação O trio paranaense Tuyo dá nova vida a “Luz do Sol”, clássico de Caetano Veloso, na trilha sonora de Perrengue Fashion, comédia estrelada por Ingrid Guimarães e Filipe Bragança que estreia nesta quinta (9) nos cinemas. A faixa, originalmente composta para o filme Índia – Filha do Sol (1982), ressurge 43 anos depois em um novo contexto — e com a delicadeza vocal que é marca registrada do grupo. Na versão do Tuyo, a canção ganha textura etérea e um toque contemporâneo que combina com o tom agridoce da produção dirigida por Flávia Lacerda. A música embala a cena final do longa, funcionando como uma espécie de alívio poético após o turbilhão de humor e emoções que domina o filme. Perrengue Fashion acompanha Paula Prata (Ingrid Guimarães), uma mãe urbana e sofisticada do mundo da moda que precisa lidar com a escolha do filho Cadu (Filipe Bragança) por uma vida simples e sustentável em uma comunidade na Amazônia. A mensagem ambiental do roteiro encontra eco em “Luz do Sol”, que nas vozes do Tuyo soa como um chamado à calma e à reconexão com o essencial. Entre risadas e reflexões, o trio encerra o filme com um brilho sereno — e prova, mais uma vez, que sua luz própria combina com qualquer paisagem, seja ela pop, eletrônica ou cinematográfica.
- Rush escolhe Anika Nilles como nova baterista para turnê de retorno
Anika Nilles / Foto: Adam Haranghy O Rush voltou. Depois de quase dez anos sem pisar em palco e de uma vida inteira lidando com a ausência de Neil Peart — que morreu em 2020 deixando saudade, silêncio e baquetas tristes — Geddy Lee e Alex Lifeson decidiram que era hora de calçar sapatos velhos, pegar instrumentos antigos e sair para tocar de novo. E não estão sozinhos. Tem alguém novo no pedaço: Anika Nilles, alemã, 42 anos, baterista, com cara de quem sabe o que faz, mas com a leveza de quem começou mostrando vídeos no YouTube e foi conquistando o mundo na prática. Ela é a substituta de Neil, o insubstituível, e ainda assim todo mundo está empolgado, inclusive os próprios Lee e Lifeson, que parecem estar rindo de nervoso, porque fazer isso de novo é bonito, é louco e é quase impossível. Foto: Richard Sibbald A turnê tem nome, porque tudo precisa ter: Fifty Something. Como se a banda estivesse dando um soco no tempo, lembrando a todos que continuam vivos, fazendo barulho, tocando para quem ficou, para quem chegou depois, para todo mundo que ainda acha que música é lugar de emoção. E terá datas, cidades, shows, e claro, aquele repertório de clássicos que ninguém ousa mudar — mas agora com um tempero novo, uma nova batida, uma nova história. A família de Neil Peart deu a bênção. É oficial: todo mundo está pronto para o reencontro, para o suor, para o som, para o riso e a saudade divididos em notas musicais. E a gente, que observa, só pode imaginar a alegria contida de ver esses três, Lee, Lifeson e Nilles, juntos no palco, fazendo a música continuar — e pensando: “ufa, ainda bem que existe música assim”. E tem vídeo, claro. Onde dá para ver, em cada olhar e em cada sorriso, a camaradagem, a empolgação e a intimidade dessa turma que decidiu voltar a tocar para a gente.
- Quando o Rock Enfrentou o Senado: Prince, Judas Priest e a Guerra Cultural dos Anos 1980
Frank Zappa e Dee Snider, do Twisted Sister, seguram documentos da audiência do PMRC no Senado em 1985, no Capitólio. Foto: Mark Weiss/Getty Images. Quarenta anos atrás, os maiores astros do rock e do pop se viram no centro de uma batalha improvável: enfrentar o Senado dos Estados Unidos. Prince, Madonna, Judas Priest e outros artistas foram acusados de corromper a juventude americana — e foram rotulados como os “inimigos do povo”. Tudo começou com uma menina de 11 anos e um álbum de sucesso. Em 1984, Purple Rain, de Prince, já havia conquistado 11 milhões de lares americanos. Ao ouvir a quinta faixa, Darling Nikki, a mãe de Karenna Gore, Tipper Gore, ficou chocada com a letra explícita sobre sexo. “Eu não conseguia acreditar no que ouvia”, disse Tipper. “A letra vulgar nos envergonhou. Fiquei chocada — e depois furiosa!” Determinada a agir, Tipper uniu-se a Susan Baker, esposa do secretário do Tesouro de Reagan, e mais duas mulheres influentes, criando o Parents Music Resource Center (PMRC), apelidado pela mídia americana de “as esposas de Washington”. Tipper Gore e Susan Baker prestam depoimento durante a audiência do Senado em setembro de 1985. Foto: James Colburn/Globe Photos/ZUMA/Alamy. Com apoio de figuras próximas ao governo Reagan, como Mike Love (Beach Boys) e Joseph Coors, o PMRC rapidamente ganhou notoriedade. Em setembro de 1985, organizaram audiências no Senado para exigir maior controle parental sobre a música gravada. A ascensão da MTV e a retórica conservadora de Reagan sobre “valores familiares” criaram o clima perfeito para o moralismo, e os músicos provocativos tornaram-se alvos ideais. “No começo não levei o PMRC a sério”, lembra Blackie Lawless, do W.A.S.P. “Mas aquilo ganhou vida própria.” O PMRC compilou uma lista de 15 músicas consideradas perigosas — os “Filthy Fifteen” — com temas de sexo, violência, drogas, ocultismo e palavrões. Prince aparecia três vezes. Madonna, Cyndi Lauper e Mary Jane Girls figuravam na lista por letras sexualmente explícitas, enquanto o heavy metal dominava a lista com Judas Priest, AC/DC, Mötley Crüe, Def Leppard, Twisted Sister e W.A.S.P. “Ser chamado de ‘inimigo do povo’ foi um exagero”, disse Rob Halford, do Judas Priest. “Mas é assim que nos pintaram.” Durante as audiências, o PMRC pediu que a indústria fonográfica criasse um sistema de classificação musical, exigindo rótulos de advertência e restrições na venda e exibição de álbuns. A reação veio de Frank Zappa, John Denver e Dee Snider (Twisted Sister), que defenderam a liberdade artística. Zappa, de terno e gravata, foi direto: “A proposta do PMRC é um absurdo mal concebido que fere as liberdades civis.” Denver lembrou que sua canção Rocky Mountain High havia sido equivocadamente interpretada como apologia às drogas. Snider explicou que Under the Blade não era sobre sadomasoquismo, mas cirurgia. Mesmo assim, a indústria cedeu. A RIAA concordou em incluir os icônicos adesivos de Aviso Parental, e o Walmart anunciou que não venderia discos com o selo. “As vendas de todas as gravadoras sofreram”, recorda Halford. “A extrema direita dominava o Walmart.” Frank Zappa durante seu depoimento na audiência do Senado em setembro de 1985. Foto: James Colburn/Globe Photos/ZUMA/Alamy. A campanha teve consequências reais. Lawless relatou ameaças de morte, foi baleado duas vezes e sofreu ferimentos durante shows. Os músicos reagiram com música: Judas Priest lançou Parental Guidance, Alice Cooper respondeu com Freedom, e W.A.S.P. dedicou Harder, Faster “às esposas de Washington”. O PMRC também inspirou processos judiciais. O Dead Kennedys enfrentou ações por causa da arte de H.R. Giger em Frankenchrist, e em 1990, Jello Biafra debateu publicamente com Tipper Gore, criticando a cruzada moral que, segundo ele, fortaleceu a direita cristã. Para muitos, o PMRC teve motivações políticas. Cooper e Lawless afirmam que a campanha buscava fortalecer a imagem de Al Gore antes de sua candidatura presidencial de 1987. “Foi como o macarthismo, mas com guitarras”, disse Lawless. O foco da indignação mudou com o tempo. Nos anos 1990, o rap tornou-se o novo alvo, com grupos como N.W.A. e 2 Live Crew enfrentando censura e processos, mas vendendo milhões de álbuns. O PMRC se dissolveu na década de 1990, mas seu símbolo permanece: o adesivo de Aviso Parental, hoje um ícone da cultura pop. “Colocar esses adesivos foi um tiro pela culatra”, lembra Cooper. “Eles marcaram exatamente os discos que as crianças mais quiseram comprar.” Quatro décadas depois, com a internet oferecendo acesso irrestrito a qualquer conteúdo, a cruzada de Tipper Gore parece quase inocente — mas o debate sobre censura artística continua. “Já vivi o suficiente para ver a história se repetir”, conclui Halford. Enquanto isso, Alice Cooper lança seu novo álbum, The Revenge of Alice Cooper, lembrando que, no rock, a liberdade de expressão sempre toca mais alto que qualquer aviso. *Baseado em reportagem do The Guardian
- Greyson Nekrutman, do Sepultura, é anunciado como novo baterista do Trivium
Divulgação O baterista americano Greyson Nekrutman, atualmente no Sepultura, foi anunciado como o novo integrante do Trivium. Ele ocupará a vaga deixada por Alex Bent e participará da turnê de outono da banda, incluindo shows entre outubro e novembro, além de festivais na Europa em 2026. Nekrutman, nascido em 2002, já tocou em bandas como Suicidal Tendencies e entrou para o Sepultura em 2024, substituindo Eloy Casagrande. A movimentação reforça sua carreira em ascensão, marcada pela transição entre o metal pesado e vertentes mais técnicas da bateria. Por enquanto, não há confirmação sobre sua permanência no Sepultura, que mantém agenda própria para 2026, com datas próximas às do Trivium. A mudança evidencia o ritmo intenso e dinâmico da carreira do jovem baterista de 23 anos.
- Taylor Swift retorna ao pop em The Life of a Showgirl com letras mais francas e maduras
Capa de 'The life of a showgirl' — Foto: Divulgação Depois de dois álbuns marcados pela introspecção folk, Taylor Swift decidiu que era hora de acender novamente as luzes do palco. The Life of a Showgirl, seu 12º disco de estúdio, é um retorno confiante ao pop — e, ao mesmo tempo, um retrato íntimo de uma artista que parece finalmente confortável com quem é. A cantora volta a colaborar com Max Martin e Shellback, dupla que ajudou a moldar a sonoridade de hits como Blank Space e Shake It Off. O resultado é um álbum com grooves cheios de vitalidade, refrões instantâneos e uma produção que equilibra nostalgia e maturidade. Aos 35 anos, Swift não canta mais sobre garotos problemáticos nem tenta convencer ninguém de que “está tudo bem”. Em vez disso, fala de amor, desejo e autoconhecimento — com versos inspirados no relacionamento com o jogador Travis Kelce e alfinetadas afiadas a rivais da indústria pop, como na irônica Actually Romantic, apontada como resposta às provocações de Charli XCX. O disco também traz momentos de autorreflexão sobre fama, consumo e solidão. A imagem da capa — Swift em uma banheira, após o espetáculo — sintetiza o conceito do álbum: o que sobra quando o brilho do palco se apaga. Nem tudo aqui é perfeito; algumas ideias se repetem e a unidade conceitual é frouxa. Ainda assim, The Life of a Showgirl é o retrato de uma compositora em plena consciência do próprio poder. Pode não ser o álbum que conquista novos fãs, mas é o que confirma a maturidade artística de quem, há muito tempo, não precisa provar mais nada a ninguém.
- “A política é ruim. E está piorando”, diz Lionel Richie em entrevista ao The Guardian
Fotografia: Ramona Rosales/August Em entrevista ao jornal britânico The Guardian, o cantor Lionel Richie, de 76 anos, falou sobre suas preocupações com os rumos dos Estados Unidos, o impacto do racismo em sua trajetória e o motivo pelo qual ainda prefere acreditar no poder do amor em vez da política. Conhecido por sucessos como Hello e All Night Long, Richie relembrou sua infância em Tuskegee, no Alabama — cidade marcada pela luta pelos direitos civis — e disse que cresceu cercado por exemplos de superação e orgulho negro. “Em Tuskegee, o fracasso não era uma opção”, afirmou o músico, destacando a influência da família e da educação na formação de sua visão de mundo. Lionel Richie Com Michael Jackson em 1985. Fotografia: Polaris/eyevine O artista também comentou sobre sua amizade com Michael Jackson, com quem escreveu o clássico We Are the World, descrevendo o rei do pop como “excêntrico e caótico”, mas genial. Richie afirmou ter testemunhado de perto o isolamento e as pressões que Jackson enfrentou desde a infância. Na conversa, o cantor recordou momentos difíceis da vida pessoal — o divórcio conturbado, problemas vocais e o luto pela morte do pai —, além de refletir sobre o atual cenário político americano. “Estou feliz que meu pai não esteja aqui para ver o que está acontecendo. Estamos vendo o retrocesso e até o apagamento da história”, disse. Apesar da crítica contundente, Richie descartou qualquer envolvimento político direto. “A política é feia, é desagradável, e ficou ainda pior agora. Eu encontrei um caminho que funciona para mim”, declarou. Para ele, a música continua sendo o meio mais poderoso de unir pessoas. “Prefiro dizer ‘eu te amo’ a gritar ‘vamos lutar a revolução’.”
- Guns N’ Roses ressuscita a fúria dos palcos com reedição de luxo de Live Era ’87–’93
Reedição da era ao vivo do Guns N' Roses '87-93, via UMe/Geffen O Guns N’ Roses volta a mergulhar em sua era mais explosiva. A banda anunciou uma reedição expandida e remasterizada em vinil do lendário álbum ao vivo Live Era ’87–’93, com lançamento marcado para 21 de novembro. O material chega em várias versões, todas voltadas para colecionadores e fãs que vivem e respiram rock. O box traz quatro LPs com o som completamente remasterizado do álbum duplo original de 1999 e adiciona uma raridade que até então só existia no Japão: a faixa “Coma”, agora incluída oficialmente na nova edição. Ao todo, são 23 músicas que revisitam o auge da banda, com clássicos como “November Rain”, “Sweet Child O’ Mine”, “Welcome to the Jungle”, “Don’t Cry” e “Paradise City”. A nova tiragem chega em vinil preto, colorido e picture disc em edição superlimitada, todos embalados em capas duplas de alta qualidade. Versões de luxo incluem ainda camiseta e ímã colecionável, itens pensados para os fãs mais devotos. Além do lançamento físico, o público poderá ouvir pela primeira vez nas plataformas de streaming a versão ao vivo de “Coma”, faixa que se tornou uma das mais cultuadas pelos seguidores da banda. O anúncio coincide com o início da turnê latino-americana do Guns N’ Roses, que inclui show na Cidade do México em 8 de novembro. Uma celebração dupla para os fãs que acompanharam o grupo desde seus dias mais incendiários. Confira abaixo a arte e a lista completa de faixas da reedição de Live Era ’87–’93 (Expanded Edition).
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