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  • Amy Lee, Poppy e Courtney LaPlante unem forças no single “End of You”

    O metal ganhou um novo marco nesta quinta-feira (4) com o lançamento de End of You, single que une três das vozes mais influentes do gênero: Amy Lee, vocalista do Evanescence, Poppy e Courtney LaPlante, líder do Spiritbox. O encontro inesperado, antecipado por uma foto misteriosa publicada nas redes sociais, transformou a curiosidade dos fãs em celebração, reunindo peso, melodia e diferentes gerações do rock em uma mesma faixa.   Produzida por Jordan Fish, ex-integrante do Bring Me the Horizon, a música mistura atmosferas sombrias e camadas melódicas que evidenciam a força vocal das artistas. Fish já havia colaborado com Poppy em Negative Spaces e em sua participação com o Babymetal, além de ter trabalhado com Amy Lee na parceria com Halsey para a trilha do filme Bailarina. O videoclipe de End of You também já está disponível, reforçando a estética densa e poderosa que marca a canção.   O lançamento vai além da música: representa um gesto simbólico de união feminina em um espaço ainda dominado por homens, mostrando que o metal contemporâneo está aberto a diálogos entre estilos e gerações. Amy Lee, considerada uma das vozes mais icônicas do rock dos anos 2000, se une às trajetórias em ascensão de Poppy e LaPlante, criando um “coro de trovão” que ressoa com intensidade.   Recentemente, Amy Lee também esteve em evidência fora dos palcos ao participar de um protesto em Nashville contra o então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Vestindo uma camiseta do movimento No Kings, que defende a democracia frente a tendências autoritárias, a artista reafirmou seu papel como voz ativa não apenas na música, mas também em questões sociais.   Com End of You, o metal não apenas ganha um novo hino, mas também um símbolo de resistência, diversidade e colaboração criativa.

  • Daron Malakian salva três nomes do nu metal do balaio das cópias

    O System of a Down nunca se sentiu parte do rótulo nu metal, mas não escapou da associação. Para Daron Malakian, o som da banda sempre foi mais experimental do que aquilo que dominava o fim dos anos 1990. Ainda assim, o guitarrista reconhece que o cenário abriu portas e que algumas bandas da cena realmente merecem aplausos.   Em conversa com a Metal Hammer, Malakian destacou Deftones, Korn e o próprio System como exceções num estilo que, em sua visão, logo se encheu de clones. “Todas aquelas bandas que vieram primeiro estavam fazendo algo único. A gente cresceu ouvindo Metallica e Slayer, mas não copiava: misturava com outras influências para criar algo novo”, disse. O restante, ele resume com frieza: “Não dou a mínima para as que só reproduziam cópias.”   Hoje, Malakian divide o tempo entre os shows do System, com último compromisso marcado para Toronto, nesta sexta (5) — e seu projeto Scars on Broadway. No mês passado, lançou Addicted to the Violence, disco de dez faixas descrito como “uma montanha-russa de agressividade, vulnerabilidade, sátira e soul”. Produção e composição, como sempre, ficaram em suas próprias mãos.

  • Bad Religion substitui Sex Pistols no The Town 2025 após cancelamento por problemas de saúde

    A edição 2025 do The Town, um dos principais festivais de música de São Paulo, sofreu uma importante alteração em seu lineup. O Bad Religion foi confirmado nesta terça-feira (2) como substituto do Sex Pistols no palco Skyline, no domingo, 7 de setembro. A mudança ocorreu após recomendação médica que impediu Frank Carter, vocalista atual da formação dos Pistols, de viajar ao Brasil.   Versões divergentes para o cancelamento   Enquanto a organização do festival atribui o cancelamento a questões de saúde de Frank Carter - que assumiu o posto de Johnny Rotten na retomada da banda -, o próprio Sex Pistols apresentou uma versão diferente. Segundo a banda, o guitarrista Steve Jones teria quebrado o pulso, impossibilitando a apresentação.   Independentemente da causa, a substituição trouxe ao palco brasileiro uma das mais respeitadas bandas do punk rock mundial. O Bad Religion, formado há mais de quatro décadas em Los Angeles, é reconhecido por sua longevidade e influência no cenário musical alternativo.   Bad Religion: quatro décadas de punk intelectual   A entrada do Bad Religion no The Town 2025 representa mais do que uma simples substituição - é a chegada de uma lenda viva do punk rock. Liderada pelo vocalista Greg Graffin, a banda se destacou ao longo de sua carreira por transformar reflexões intelectuais e críticas sociais em hinos energéticos que atravessaram gerações.   Com letras afiadas que abordam política, sociedade e injustiça social, o Bad Religion construiu um legado que vai muito além da música. A banda soube evoluir mantendo a essência do punk original, conquistando tanto os veteranos do movimento quanto novas gerações de fãs.   Lineup robusto para o domingo punk   O dia 7 de setembro promete ser especial para os amantes do punk e rock alternativo. Além do Bad Religion, o palco Skyline receberá o Green Day como headliner principal e contará também com a presença de Iggy Pop, considerado um dos pioneiros do punk rock.   Nas redes sociais, o Bad Religion demonstrou entusiasmo com a participação: "São Paulo! Estamos muito felizes em nos juntar ao festival The Town! Estamos substituindo nossos amigos Sex Pistols. Green Day e Iggy Pop também estarão lá, no dia 7 de setembro."   O festival   Divulgação O The Town 2025 acontece nos dias 6, 7, 12, 13 e 14 de setembro, na Cidade da Música, uma área de 360 mil metros quadrados no Autódromo de Interlagos, totalmente renovada para proporcionar a melhor experiência ao público.   A substituição, embora inesperada, mantém o nível de qualidade do festival e pode até mesmo ter elevado as expectativas para aqueles que acompanham a trajetória do Bad Religion. Para muitos fãs, a oportunidade de ver a banda californiana ao vivo no Brasil mais do que compensa o cancelamento dos Sex Pistols.

  • Pete Townshend: “O The Who é hoje uma banda tributo”

    Às vésperas da turnê de despedida The Song is Over – The North American Farewell Tour, Pete Townshend reconheceu que o The Who já não é exatamente o The Who. Em entrevistas recentes, o guitarrista admitiu que a banda soa hoje como um “tributo a si mesma”, marcada pelas ausências de Keith Moon, morto em 1978, e John Entwistle, falecido em 2002.   Para Townshend, o que resta é a parceria com Roger Daltrey e a responsabilidade de manter viva a obra criada nas décadas anteriores. “É mais uma marca do que uma banda. Roger e eu temos um compromisso com a música e com a história. Estamos celebrando”, afirmou ao site da AARP. O público, segundo ele, reforça essa percepção: “Eles não se interessam por nada novo. Idolatrar o que fizemos no passado faz com que seja difícil sentir algo além de um tributo.”   O músico também enxerga na despedida uma metáfora pessoal: o momento de refletir sobre como encerrar ciclos na vida. “Temos a sorte de estar vivos”, disse ao Sunday People. Para os fãs, contudo, fica claro que a reverência às canções de My Generation e Pictures of Lily é, ao mesmo tempo, celebração e epitáfio de uma das bandas mais influentes da história do rock.

  • Daron Malakian revela o segredo de Rick Rubin: “um bom encaixe”

    Rick Rubin é um produtor que divide opiniões: aclamado por uns, questionado por outros. Geezer Butler e Corey Taylor já criticaram sua postura minimalista, mas para o System of a Down, ela funcionou. E muito. Em entrevista ao podcast On The Record, Daron Malakian explicou por que a parceria deu tão certo — a ponto de nunca mais ter buscado outro produtor em sua carreira.   Segundo o guitarrista, Rubin não oferecia técnica nem direção musical detalhada, mas algo mais sutil: a confiança de um olhar externo respeitado. “Ele não segura sua mão. Ele dá uma opinião, um empurrãozinho. E isso muda tudo. Uma canção de dois minutos pode ser transformada se alguém sugere repetir um refrão ou pergunta se está boa o suficiente.”   Malakian cita Lost in Hollywood, de Mezmerize (2005), como exemplo. Achava que a faixa estava pronta, mas Rubin discordou. A provocação o levou a escrever, naquela mesma noite, a parte central da música — que acabou se tornando seu ponto alto. “Ele não pintou o quadro por mim, mas me empurrou na direção certa. E o quadro ficou melhor”, resume o guitarrista, descrevendo o que considera o grande mérito de Rubin: transformar canções inteiras com gestos mínimos.

  • Paulo Ricardo lembra Cazuza: luz intensa, talento e disciplina

    Em entrevista à Rolling Stone Brasil, Paulo Ricardo relembrou a amizade e admiração pelo cantor Cazuza, descrevendo-o como o epicentro da festa e um showman carismático, culto e meticuloso. Conhecido por seu humor ácido e talento multifacetado, Cazuza conciliava vida intensa e trabalho disciplinado: escrevia à máquina de escrever, compunha com método e transformava experiências em músicas atemporais, mesclando blues, rock e MPB.   Paulo Ricardo recorda a década entre 1981 e 1991 como uma imersão na efervescência da cena carioca, presenciando a ascensão do Barão Vermelho, a carreira solo de Cazuza e o impacto de faixas como Exagerado e O Tempo Não Para. Para ele, Cazuza não apenas encantava pelo talento, mas também pela personalidade magnética, que fazia com que vida e obra fossem igualmente fascinantes.   “Cazuza era incomparável. Insuperável. Ninguém chegava perto da sua loucura nem da seriedade com que trabalhava”, disse Paulo Ricardo. Ele enfatiza que a obra do cantor continua relevante e influente, capaz de gerar reações intensas no público, mesmo décadas depois, mostrando que, para Cazuza, vida e arte sempre caminharam juntas.

  • Tico Torres desmente boato sobre aposentadoria e garante presença no Bon Jovi

    Parece que o Tico Torres ia se aposentar do Bon Jovi. A fofoca começou porque o tecladista esqueceu de citar o cara no podcast, e pronto: a internet já decretou a aposentadoria do baterista. É sempre assim, né? A gente não é lembrado em uma frase e já inventam que morremos.   O Tico, do alto dos seus 71 anos, fez um vídeo dizendo que não, não largou a bateria, que ainda tá lá, firme, tocando com os amigos. E eu só penso como deve ser cansativo ter que negar o tempo inteiro que você ainda existe.   O Jon Bon Jovi, coitado, tá nessa luta com as cordas vocais, tentando provar que ainda consegue cantar por horas, como se a vida fosse uma eterna audição do ‘Livin’ on a Prayer’.   Bon Jovi não acabou, dizem eles. E no fundo a gente torce pra que não acabe nunca, porque se até o Bon Jovi pode terminar, o que sobra da nossa adolescência com pôster colado na parede? A banda segue, o Tico não se aposentou, mas a gente já entendeu: cedo ou tarde, alguém sempre esquece de citar nosso nome na história.

  • Beatles ressuscitam o Anthology com série no Disney+, músicas raras e livro comemorativo

    Um dos projetos mais ambiciosos da história dos Beatles, o Anthology, ganha nova vida quase três décadas após seu lançamento original. O relançamento, anunciado para este outono, terá múltiplas frentes: série documental restaurada, coletânea musical expandida e uma reedição de luxo do livro homônimo.   A série de oito episódios, exibida nos anos 1990 com os depoimentos de Lennon, McCartney, Harrison e Starr, foi remasterizada e volta em 26 de novembro no Disney+. A novidade é um nono capítulo inédito, com imagens nunca vistas e reflexões adicionais sobre a trajetória da banda. No campo musical, Giles Martin assina a curadoria de quatro volumes com três álbuns duplos raros e um Anthology 4 com 13 demos inéditas. Clássicos como Free As a Bird e Real Love recebem novos mixes, e o clipe restaurado de Free As a Bird já está disponível.   Para completar, em 14 de outubro chega às livrarias uma edição especial de 25 anos do livro The Beatles Anthology. São 368 páginas e mais de 1.300 fotos e documentos raros que narram, em primeira pessoa, a aventura do quarteto de Liverpool. O relançamento não apenas reforça o peso cultural dos Beatles, mas também atualiza sua história para uma nova geração, provando que, meio século depois, ainda não há fim para esse fenômeno.

  • CPM 22 celebra 30 anos com turnê especial pelo Brasil

    O CPM 22, um dos nomes mais importantes do hardcore brasileiro, comemora três décadas de trajetória com uma turnê comemorativa que se inicia neste sábado, 23, e segue até dezembro. Formada em 22 de agosto de 1995, a banda paulista se prepara para revisitar sua história em shows que prometem energia e conexão com os fãs, muitos dos quais acompanham o grupo desde os primeiros ensaios na Zona Oeste de São Paulo.   Em carta aberta, o vocalista Fernando Badauí refletiu sobre os 30 anos de estrada:   “Nossos 30 anos não são só nossos, são de cada fã que pulou na roda, chegou cedo no show pra ficar na grade, vestiu a camisa da banda, viajou de uma cidade pra outra pra nos ver”.   Ele ressaltou ainda a importância da equipe e o orgulho de manter viva a chama do CPM 22:   “Olha pra trás com orgulho, vive o presente com gratidão e encara o futuro com a mesma vontade de subir no palco e tocar como se fosse a primeira vez.”   Badauí também relembrou a trajetória do grupo desde os primeiros ensaios em 1995, passando pelo lançamento de demos e discos, até a consolidação como referência no hardcore nacional. A turnê de 30 anos será, segundo ele, “uma nova jornada”, com comunicação repaginada e shows que prometem celebrar a intensidade, a cumplicidade e a verdade que marcaram a história do CPM 22.

  • “Facelift”: como o Alice in Chains antecipou o grunge

    Antes mesmo de o termo grunge surgir, o Alice in Chains já deixava sua marca com dor, peso e identidade própria. Em 1989, o quarteto de Seattle — Layne Staley, Jerry Cantrell, Mike Starr e Sean Kinney — chamou atenção do Seattle Times e rapidamente assinou com a CBS Records, abrindo caminho para o lançamento de Facelift, álbum que consolidaria a sonoridade única da banda em meio ao auge do hair metal.   Encontrar um produtor à altura não foi fácil. Muitos recusaram a banda, em busca de vozes mais agudas típicas do hard rock da época. A sorte do Alice in Chains foi Dave Jerden, veterano admirador de timbres graves e roucos, que se encantou com a demo do grupo. A partir de gravações preliminares com Rick Parashar surgiram faixas como We Die Young e Man in the Box, núcleo do disco. “Não queríamos que ninguém nos ‘manipulasse’ — nossa sonoridade é essa e pronto”, recorda Jerry Cantrell.   O processo de gravação seguiu intenso, mesmo com a mão quebrada do baterista Sean Kinney um mês antes do estúdio. Ao mesmo tempo, o quarteto devorava Ritual de lo Habitual, do Jane’s Addiction, recém-finalizado por Jerden, absorvendo influências e expandindo referências. Facelift emergiu como um marco, mesclando punk, heavy metal e rock alternativo, e mostrando ao mundo que o Alice in Chains já estava à frente do seu tempo, antecipando o que seria o som emblemático da década de 1990.

  • Filho de Renato Russo notifica partido Novo por uso de “Que País É Este”

    Giuliano Manfredini, filho do cantor Renato Russo e produtor cultural, enviou uma notificação extrajudicial ao partido Novo após a música Que País É Este, do Legião Urbana, ser tocada durante o evento de lançamento da candidatura de Romeu Zema à presidência, em 16 de agosto. A ação visa impedir o uso não autorizado da obra em contextos políticos. Governador de Minas Gerais, Romeu Zema  - Foto: Rafa Neddermeyer/ Agência Brasil   Segundo o documento, obtido por VEJA e assinado pelo advogado Leonardo Guerzoni Furtado de Oliveira, a Legião Urbana Produções Artísticas, detentora dos direitos da banda, argumenta que não houve autorização prévia para a utilização da música e solicita que o partido se abstenha de reproduzi-la em futuras publicações, incluindo redes sociais, sob pena de medidas legais.   O partido Novo informou à reportagem que seu departamento jurídico ainda não recebeu a notificação até a segunda-feira, 18, mas não se pronunciou sobre possíveis providências. A ação reforça a proteção dos direitos autorais da obra em situações de uso político não autorizado.

  • Metal e rock pesado registram crescimento em shows, aponta Live Nation

    A Live Nation, produtora de eventos com sede em Beverly Hills, destaca que o metal e o rock pesado estão em alta no mercado de shows. Segundo a empresa, apresentações ao vivo do gênero cresceram 14% em 2025 em relação ao ano anterior, representando 13% de todos os shows em estádios e arenas. Nomes como Bring Me the Horizon, Ghost, Sleep Token, Linkin Park, Iron Maiden, Korn e System of a Down têm atraído público recorde, tanto em turnês individuais quanto em festivais de verão.   A produtora cita eventos como Rockville, Aftershock e Inkcarceration como exemplos da expansão do interesse, reforçando que a mistura de estilos dentro do metal ajuda a atrair diferentes públicos. Um destaque recente foi o festival de despedida do Black Sabbath e de Ozzy Osbourne, Back to the Beginning, em Birmingham, que reuniu cerca de 300 mil turistas e gerou impacto econômico estimado em 20 milhões de libras, além de alcançar 5,8 milhões de telespectadores no mundo todo.   “Ao longo de décadas, Ozzy não foi apenas o vocalista do Black Sabbath, ele mudou a música para sempre. Seu legado viverá em cada riff”, concluiu a Live Nation, ressaltando a relevância do metal no cenário global e sua força contínua nas arenas e festivais.

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