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- Nazareth volta ao Brasil em julho de 2026 com cinco shows
Os fãs de Nazareth têm motivos para comemorar: a banda clássica de hard rock retorna ao Brasil em julho de 2026 para cinco apresentações cheias de hits que marcaram gerações. As apresentações fazem parte da turnê “Latin America Hits”, que passará por vários países da América Latina. Confira as datas e cidades: · 21/07 – São Paulo, Manifesto Bar · 23/07 – Brasília, Festival a ser anunciado · 24/07 – Belo Horizonte, Mister Rock · 25/07 – Curitiba, Tork n’ Roll · 26/07 – Porto Alegre, Opinião Além do Brasil, a banda também tocará em Santiago, no Chile, e a produtora Top Link Music garante que estas são apenas as primeiras datas confirmadas. No repertório, os fãs podem esperar clássicos como “Love Hurts”, “Hair of the Dog”, “Razamanaz”, “Dream On”, “This Flight Tonight”, “Broken Down Angel”, “Shanghai’d in Shanghai”, “Expect No Mercy”, “Holiday” e “Miss Misery”. Se você é fã de rock e quer relembrar os grandes hits da banda, esta é a oportunidade perfeita de ver o Nazareth ao vivo, tocando os maiores sucessos e levantando a galera nos palcos brasileiros.
- Madonna retorna à Warner Records com novo álbum de dança para 2026
Madonna está de volta à Warner Records, quase vinte anos depois de deixar a gravadora que marcou os primeiros 25 anos de sua carreira. A artista anunciou que lançará em 2026 o aguardado “Confessions Of A Dance Floor Part 2”, dando sequência ao icônico álbum de 2005. Em uma publicação no Instagram, Madonna celebrou o reencontro com a gravadora, compartilhando fotos antigas e novas, algumas com uma máquina de escrever, e escreveu: "Quase duas décadas depois, me sinto em casa novamente. De volta à música, à pista de dança e ao começo!" A cantora também refletiu sobre a parceria de longa data: “Estou animada para criar música, desafiar expectativas e, quem sabe, provocar algumas conversas importantes.” Com este retorno, Madonna promete não apenas reviver a energia de “Confessions on a Dancefloor”, mas também mostrar uma nova fase de sua carreira, mantendo sua marca de inovação e provocação na música pop e dance.
- Mais de 350 artistas retiram músicas de Israel em protesto contra ofensiva em Gaza
Um movimento global batizado de “No Music for Genocide” vem ganhando força no mundo da música. Mais de 350 artistas e 50 selos independentes decidiram bloquear o acesso às suas obras em serviços de streaming em Israel, em protesto contra a ofensiva militar na Faixa de Gaza e a política de ocupação nos territórios palestinos. A ação reúne nomes de peso como a artista venezuelana Arca, os canadenses do BadBadNotGood e os britânicos do Massive Attack — estes últimos com show confirmado no Brasil em novembro. Também integram a lista artistas como Japanese Breakfast, Black Country, New Road, King Krule, Rina Sawayama, além de vozes da música eletrônica e do hip-hop como Erika de Casier, Kelela, Saul Williams e Ana Tijoux. Na carta publicada pelo coletivo, os artistas afirmam que a decisão responde ao “genocídio em Gaza, à limpeza étnica na Cisjordânia e ao apartheid em Israel”, destacando o papel histórico do boicote cultural contra o regime do apartheid na África do Sul como inspiração. O texto também compara a postura das grandes gravadoras, que retiraram catálogos da Rússia após a invasão da Ucrânia, à ausência de medidas semelhantes em relação a Israel. Embora a lista ainda não conte com músicos brasileiros, o selo Tijolo, que atua entre Nova York e São Paulo, assina o documento. Outras 50 organizações culturais também apoiam a iniciativa, entre elas a rádio londrina NTS, o selo mexicano N.A.A.F.I. e o colombiano TraTraTrax. O boicote escancara o quanto a cena musical global está se mobilizando politicamente, ecoando vozes de resistência em um momento de crise humanitária.
- Entre caos e autenticidade, Lola Young apresenta “I'm Only F**king Myself”
Depois de transformar “Messy” em um fenômeno no TikTok e no streaming, a cantora britânica Lola Young apresenta ao público seu terceiro álbum, “I'm Only F**king Myself”, lançado em meio ao auge de sua carreira e ao processo pessoal de recuperação. O projeto consolida a artista como uma das vozes mais autênticas e provocativas da nova cena pop internacional. “Messy” não apenas rendeu milhões de reproduções ao redor do mundo — em janeiro foi a música mais transmitida por um artista britânico globalmente — como também funcionou como manifesto. Na canção, Young expõe as contradições de um relacionamento tóxico com ironia e brutalidade emocional, qualidades que marcam todo o novo trabalho. Gravado durante um período de reabilitação, “I'm Only F**king Myself” documenta uma fase turbulenta da vida da cantora, com letras que transitam entre hedonismo, vício, autodestruição e vulnerabilidade. O álbum abre com o hino irreverente “FUCK EVERYONE”, mergulha no clima dançante de “One Thing” e atinge o ápice emocional em faixas como “CAN WE IGNORE IT? :(” e “d£aler”, esta última com batida funk e atmosfera dos anos 1980. A produção de Solomonophonic (SZA, Remi Wolf) dá leveza e frescor ao disco, mesmo quando as composições descem a territórios mais sombrios. A potência vocal de Young, alternando entre gritos rasgados e sussurros intimistas, reforça a intensidade de um trabalho que não foge das imperfeições. Ex-aluna da BRIT School — por onde passaram nomes como Adele, Amy Winehouse e RAYE —, Lola Young chamou atenção ainda na adolescência e assinou com a Island Records após conquistar empresários ligados a grandes vozes britânicas. Se no início sua discografia apostava em baladas melancólicas, agora a artista assume de vez a persona de estrela pop desbocada, sem medo de soar crua ou desconfortável. Com “I'm Only F**king Myself”, Young se distancia da estética polida que domina parte do pop atual e oferece um retrato honesto, barulhento e por vezes caótico de sua trajetória. O resultado é um disco que a aproxima de figuras icônicas como Amy Winehouse e Lily Allen, reafirmando sua identidade: uma artista capaz de transformar a própria vulnerabilidade em rebeldia sonora.
- Andreas e Yohan Kisser apresentam concerto dedicado a Villa-Lobos no Teatro Bradesco
O Teatro Bradesco, em São Paulo, será palco de um encontro inédito entre o rock e a música erudita no dia 6 de novembro. Andreas Kisser, guitarrista do Sepultura, e seu filho, o multi-instrumentista Yohan Kisser, apresentam um concerto em homenagem à obra de Heitor Villa-Lobos (1887-1959). O espetáculo reúne ainda o Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo, fundado em 1935 e reconhecido como um dos mais importantes grupos de música de câmara do país, além da percussão de Rodrigo Valverde e Vinicius Barros. A direção visual é assinada por Otavio Juliano. Com ingressos a partir de R$ 40,00, já disponíveis no site uhuu.com e em pontos de venda autorizados, a apresentação propõe um diálogo entre a intensidade da guitarra elétrica e a sofisticação da música clássica. O repertório inclui obras como Ciranda das Bachianas, O Trenzinho na Estação e Suíte Popular, em novas leituras que aproximam diferentes públicos da genialidade de Villa-Lobos, considerado o maior compositor brasileiro de todos os tempos. Andreas Kisser, que há mais de 35 anos integra o Sepultura e já dividiu o palco com nomes como Guns N’ Roses, Alice Cooper e Anthrax, destaca a força simbólica desse projeto: “É uma oportunidade única de mostrar que a música não tem fronteiras, e que Villa-Lobos pode ser celebrado tanto em uma sala de concerto quanto com a energia da guitarra elétrica”, afirma. Aos 27 anos, Yohan Kisser também consolida sua trajetória musical. Formado em violão pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul, ele integra as bandas Sioux 66 e Kisser Clan, além de manter um projeto autoral que une referências da música brasileira, do rock e da música erudita. O concerto promete ser um marco no intercâmbio cultural entre estilos, atraindo tanto fãs de música clássica quanto admiradores do metal.
- U2 será homenageado com o Prêmio Woody Guthrie 2025
O U2 vai receber o Prêmio Woody Guthrie 2025 em uma cerimônia no Cain's Ballroom, em Tulsa, Oklahoma, no dia 21 de outubro. Bono e The Edge estarão presentes para aceitar a honraria, que reconhece artistas que, assim como Guthrie, usam a arte para dar voz aos menos favorecidos e inspirar mudanças sociais. Segundo Cady Shaw, diretora sênior do Centro Woody Guthrie, “o U2 personifica a missão do prêmio, confrontando injustiças e inspirando ação por meio da música”. O retorno ao Cain’s Ballroom marca um reencontro histórico: a banda não se apresentava no local desde 1981, com shows adicionais em 1983 e 2018. Em tom bem-humorado, os integrantes brincaram que estão animados para “comprar legalmente suas próprias cervejas desta vez”. O U2 se une a uma lista de vencedores ilustres, incluindo Pete Seeger, Mavis Staples, Joan Baez, Bruce Springsteen e Tom Morello, que destacou a influência de Guthrie: “Ele une música e propósito com humanidade. Ser homenageado é uma grande honra.” Atualmente fora da estrada desde a residência Sphere, em Las Vegas, em maio de 2024, a banda já trabalha em novas músicas. Bono revelou ao Jimmy Kimmel Live que o próximo álbum será diverso e cheio de emoção: “Músicas para todos os momentos da vida — da cozinha ao autódromo, para celebrar ou refletir. Queremos criar um som que só existe quando estamos juntos.” O prêmio e o retorno à cidade marcam um capítulo especial na história do U2, reconhecendo não apenas sua trajetória musical, mas também o impacto social que a banda mantém ao longo de quatro décadas de carreira.
- Saldo Zero estreia com single de new metal "Correntes da Religião"
Vocês conhecem aquela sensação de sair de um relacionamento tóxico e, quando finalmente respiram aliviados, perceber que caíram em outro? É exatamente isso que a Saldo Zero canta em “Correntes da Religião”. Como disse Rubem Alves: “Deus nos deu asas, mas as religiões inventaram gaiolas.” A banda da Serra Gaúcha é formada pelo vocalista Dowglas Waskievicz, os guitarristas Roger Hoffmann e Maurício Boeira, o baixista Daniel Meira e o baterista Richard Czarnobai. Foram cinco anos até terem coragem de soltar essa bomba no mundo. E não se trata de “uns piá” revoltados de Caxias do Sul ou Farroupilha: são homens adultos que engoliram sapos demais dentro de banco de igreja. A letra de Richard descreve o invisível: “Fui liberto das correntes da escuridão, / mas me prendi nas correntes da religião”. Quantas pessoas com passagens por diferentes igrejas não se sentiram engaioladas? O som é pesado, new metal numa vibe que lembra P.O.D., Linkin Park e companhia. Produzido no Fine Wave Records pelo próprio vocalista, o single chegou ontem às plataformas digitais pelo selo Se Vira Music. O nome da banda já entrega a pegada: brincam que é sobre conta bancária vazia (quem nunca?), mas o sentido real é sobre a graça que zera as dívidas que a religião insiste em cobrar. Ouça aqui. Saldo Zero estreia com single de new metal "Correntes da Religião"
- Spotify libera mais recursos para usuários do plano gratuito no Brasil
O Spotify anunciou que usuários do plano gratuito agora poderão escolher e reproduzir qualquer música à vontade, além de ouvir faixas compartilhadas por amigos em tempo real. As mudanças, que passam a valer no Brasil, tornam a experiência da versão gratuita mais personalizada e próxima da oferecida aos assinantes premium. Até então, quem usava a versão gratuita só tinha acesso à reprodução em modo aleatório. Segundo a plataforma de streaming, a liberação dessas funcionalidades tem como objetivo simplificar a navegação e dar mais controle sobre a forma de ouvir músicas, mesmo com anúncios. Para aproveitar os novos recursos, é necessário atualizar o aplicativo. “Se você já experimentou o Spotify ou é usuário de longa data da nossa experiência gratuita, há muito o que explorar com essas melhorias. Agora, você tem mais controle sobre como ouve”, afirmou a empresa em comunicado oficial. Além da escolha de faixas, o Spotify incluiu outras novidades para os usuários gratuitos: exibição de letras em tempo real, possibilidade de montar playlists próprias, receber recomendações personalizadas com base no histórico de reprodução, como na Discover Weekly, e descobrir músicas adequadas a momentos específicos por meio do Daylist. Também será possível personalizar capas de playlists com imagens, cores, efeitos de texto e elementos gráficos. A plataforma reforçou que a versão gratuita continuará exibindo anúncios. Recursos como áudio em qualidade lossless, playlists geradas por inteligência artificial (AI Playlist) e o Mix permanecem exclusivos do plano premium.
- Nova compilação de Bob Dylan revela bastidores dos anos formativos do ícone folk
Bob Dylan anuncia retorno às suas origens musicais com nova compilação de raridades. O lendário compositor prepara o lançamento de "Through the Open Window: The Bootleg Series Vol. 18", uma coletânea que abrange material inédito gravado entre 1956 e 1963, período que marca desde sua juventude em Minnesota até os primeiros anos na cena folk do Greenwich Village. A compilação chegará às lojas no final de outubro, trazendo registros que documentam a evolução artística de Dylan durante seus anos formativos. Entre os destaques está "Rocks and Gravel (Solid Road)", faixa previamente divulgada que foi registrada durante as sessões de abril de 1962 para o álbum "The Freewheelin' Bob Dylan". Parte significativa do material consiste em gravações do histórico concerto realizado no Carnegie Hall em outubro de 1963, apresentação que nunca havia sido oficialmente lançada. Esses registros ocupam os dois últimos discos da coletânea, oferecendo aos fãs uma perspectiva única sobre Dylan em um momento crucial de sua carreira. O lançamento estará disponível em múltiplos formatos, incluindo versões digitais e físicas em configurações de 8 CDs, 2 CDs e 4 LPs vinil. As edições físicas serão acompanhadas por extenso material editorial de 125 páginas, com textos elaborados pelo historiador Sean Wilentz. Esta nova entrada na renomada série Bootleg representa o primeiro lançamento de arquivo de Dylan em mais de dois anos, dando continuidade ao trabalho de preservação e divulgação de seu vasto catálogo de gravações históricas.
- Orquestra, coral e metal: Fabio Lione apresenta Rhapsody na íntegra no Brasil
O vocalista italiano Fabio Lione confirmou uma turnê de nove shows pelo Brasil em 2026, na qual apresentará o álbum “Dawn of Victory” (2000), do Rhapsody (hoje conhecido como Rhapsody of Fire) na íntegra, com acompanhamento de orquestra e coral. A iniciativa celebra o trabalho que consagrou o cantor e mantém o formato já testado por Lione entre abril e maio de 2025, quando tocou “Symphony of Enchanted Lands” (1998), antecessor de Dawn of Victory, também com orquestra e coral, em 15 datas pelo país. Os shows de 2026 ocorrerão nas seguintes cidades: · 17/01 – São Paulo/SP · 18/01 – Recife/PE · 20/01 – Salvador/BA · 22/01 – Rio de Janeiro/RJ · 24/01 – Belo Horizonte/MG · 25/01 – Brasília/DF · 27/01 – Porto Alegre/RS · 29/01 – Curitiba/PR · 02/02 – Campinas/SP Além de tocar o álbum Dawn of Victory na íntegra, Lione deve incluir hits do Rhapsody de outros discos em sua setlist. Os ingressos já estão à venda no site Clube do Ingresso, onde também é possível conferir detalhes sobre locais e horários das apresentações.
- P.O.D. e Demon Hunter anunciam turnê conjunta pelo Brasil em dezembro
Fotografia: Alicia Hauff As bandas internacionais P.O.D. e Demon Hunter vão passar por seis cidades brasileiras em dezembro com uma turnê que promete muita energia e shows marcantes. Conhecidas por misturar metal pesado com letras cristãs, as duas atrações vão se apresentar no Rio de Janeiro, Recife, Curitiba, Belo Horizonte, Brasília e São Paulo. A produção da turnê é da Estética Torta e En Hakkore, e os ingressos já estão disponíveis pelo site do Clube do Ingresso. Agenda completa: 06/12 – Rio de Janeiro, Sacadura 154 07/12 – Recife, Armazém 14 09/12 – Curitiba, Tork N Roll 10/12 – Belo Horizonte, Mister Rock 12/12 – Brasília, Toinha 13/12 – São Paulo, Carioca Club Segundo o vocalista do P.O.D., Sonny Sandoval, o público brasileiro sempre recebeu a banda com entusiasmo. “Não conseguimos vir todo ano por questões logísticas e financeiras, mas a energia dos fãs é incrível. Existe também uma afinidade espiritual, já que compartilhamos raízes cristãs com grande parte do público”, afirmou em entrevista à Rolling Stone Brasil. O P.O.D., formado por Sonny Sandoval (vocal), Marcos Curiel (guitarra), Traa Daniels (baixo) e Wuv Bernardo (bateria), é referência do nu metal e rapcore, com hits como Alive, Youth of the Nation e Boom. Já o Demon Hunter, com Ryan Clark (vocal), Patrick Judge e Jeremiah Scott (guitarra), Jon Dunn (baixo) e Yogi Watts (bateria), é destaque no metalcore e groove metal, com letras que falam de fé, superação e luta. A turnê é uma oportunidade de ver duas das maiores bandas internacionais de metal cristão em ação, com shows que combinam peso, emoção e mensagens de esperança.
- P.O.D. e Demon Hunter chegam a seis cidades brasileiras
Quando o anúncio caiu, todo mundo sabia que seria confusão boa. P.O.D. e Demon Hunter vêm para o Brasil em dezembro, e não é passeio turístico: é metal pesado com letra cristã, ou seja, preces no grito, melodia que entra nos ouvidos e não sai mais. Eles passam por seis cidades — Rio, Recife, Curitiba, Belo Horizonte, Brasília e São Paulo — e cada lugar vai sentir a mesma mistura de culto e empurrão no peito. Produção da Estética Torta e En Hakkore, ingressos à venda no Clube do Ingresso, como se alguém pudesse impedir a lotação. Sonny Sandoval, do P.O.D., contou à Rolling Stone Brasil que a volta ao país não é capricho, é necessidade: a banda se conecta com o público brasileiro de um jeito quase espiritual. “Nunca fizemos turnê pelo Brasil até talvez 15 anos atrás. Não é que não quisemos, são questões financeiras. Estaríamos aqui todo ano se desse. E há uma conexão espiritual: Brasil é cristão, ama a Deus, e a gente também. Somos gratos.” Enquanto isso, o Demon Hunter chega para lembrar que já esteve aqui em 2013 e 2018, mas agora é diferente: a junção com o P.O.D. transforma tudo em um culto coletivo de guitarras, bateria e fé pesada. É som para ouvir alto, sentir no peito e, de preferência, suar junto, porque não tem nada de silêncio e pacificação nessa visita. É barulho que lava a alma.
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