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  • Peaches lança primeiro álbum em 10 anos e anuncia turnê nos EUA com 27 shows

    Foto The Squirt Deluxe Peaches anunciou o lançamento de "No Lube So Rude", seu primeiro álbum de estúdio em mais de uma década. O disco está previsto para 2026 e chega acompanhado do single "Not In Your Mouth None Of Your Business". O último trabalho do artista foi "Rub", de 2015.   Peaches também confirmou a "No Lube So Rude Tour", que passará por 27 cidades norte-americanas entre 20 de fevereiro e 29 de março de 2026. A turnê começa em Miami, na Flórida, e termina em Nova Orleans, na Louisiana, passando por cidades como Atlanta, Washington, Montreal, Detroit, Denver e Los Angeles. Os ingressos começam a ser vendidos na sexta-feira (17), às 10h (horário local), pela Ticketmaster, com pré-venda da Live Nation a partir de 16 de outubro.   Parte da arrecadação será destinada ao Trans Justice Funding Project. US$ 1 de cada ingresso vendido irá para organizações de base lideradas por pessoas trans nos Estados Unidos. "Quando o mundo é fricção, lubrificante não é um luxo. É uma necessidade", afirmou Peaches em comunicado. "Quero que as pessoas entendam que ainda podem ter voz, não importa quem sejam ou o que o mundo diga sobre elas. Agora, mais do que nunca, existem tantas forças que querem apenas que você desista e fique quieto. Se este álbum pode te ajudar a resistir a isso, então é para isso que ele serve."   Em 2024, Peaches celebrou 20 anos de "The Teaches of Peaches", seu aclamado segundo álbum, com uma turnê comemorativa. Assista

  • The Hives anuncia turnê norte-americana e datas no Brasil em 2026

    Crédito Dean Brandshaw A banda sueca The Hives revelou as primeiras datas de sua turnê pelos Estados Unidos em 2026, em apoio ao álbum Forever Forever The Hives. A turnê começa em 13 de março em Nashville, com shows em cidades como Filadélfia, Brooklyn, Toronto, Detroit e Chicago. A banda punk australiana The Chats fará a abertura em apresentações selecionadas.   Os ingressos estarão à venda para o público geral na sexta-feira, 17 de outubro, às 10h, pelo site Ticketmaster. Antes disso, os fãs podem acessar a pré-venda de artistas a partir de quarta-feira, 15 de outubro, às 8h, horário local.   A turnê norte-americana de 2026 segue as datas na Europa e Reino Unido em 2025 e a temporada de abertura do My Chemical Romance na América do Sul, incluindo Brasil, no início de 2026.   Datas da turnê no Brasil   ·         02/05 – São Paulo, SP | Allianz Parque ·         02/06 – São Paulo, SP | Allianz Parque   Shows com My Chemical Romance Divulgação

  • Charlie Benante e Carla Harvey se casam com Gene Simmons como celebrante

    Reprodução/Facebook O baterista Charlie Benante, do Anthrax e Pantera, e a cantora Carla Harvey, ex-vocalista do Butcher Babies e atual do The Violent Hour, se casaram no domingo (12) no The Secret Garden, em Las Vegas, Nevada. O evento teve mais de 200 convidados, incluindo integrantes de KISS, Pantera, Anthrax, Mötley Crüe, Dream Theater e Nickelback. O baixista e covocalista do KISS, Gene Simmons, oficiou a cerimônia.   “O casamento é como um filme elegante de Russ Meyer com um toque de rock and roll”, disse Benante à People. “A ideia inicial era um casamento pequeno e intimista, mas sabíamos que não conseguiríamos realizar algo discreto depois que outros amigos soubessem. Queremos apenas nossos mais próximos juntos, em um mesmo ambiente, comemorando”, acrescentou.   O ex-guitarrista do KISS, Bruce Kulick, publicou fotos e vídeos do evento, destacando a animação e a produção:   “Todos se divertiram muito ontem à noite no lindo casamento de Charlie e Carla Benante. Gene oficiou, Elvis apareceu, as dançarinas de Las Vegas entretiveram os presentes. Ótima música, comida deliciosa e um show de drones no céu enquanto todos dançavam. Obrigado, Charlie e Carla, por uma noite incrível em Las Vegas.”   Benante e Harvey ficaram noivos em janeiro de 2024, durante um show do U2 no Sphere, em Las Vegas. O casal oficializou publicamente o relacionamento em março de 2019, após pelo menos três anos de namoro.   O casal compartilhou experiências marcantes, como o tempo juntos durante a pandemia em Illinois, quando criaram arte e música, fortalecendo a relação. Harvey também participou de projetos musicais de Benante, incluindo o álbum de covers “Silver Linings” (2021) e o EP de estreia de sua banda The Violent Hour (2025).

  • Korn anuncia show único em São Paulo; veja preços dos ingressos

    Foto: Tim Saccenti Korn fará uma única apresentação no Brasil em 16 de maio de 2026, no Allianz Parque, em São Paulo. O show contará com abertura das bandas Spiritbox e Seven Hours After Violet, projeto de Shavo Odadjian, baixista do System of a Down.   A pré-venda começa terça-feira (14), ao meio-dia, no site oficial do Korn. A venda geral abre quinta-feira (16), às 13h no site Eventim, e 14h na bilheteria do estádio.   Preços dos ingressos:   Cadeira superior: R$ 182,50 (meia) | R$ 365 (inteira) Pista: R$ 247,50 (meia) | R$ 495 (inteira) Cadeira inferior: R$ 322,50 (meia) | R$ 645 (inteira) Pista Premium: R$ 497,50 (meia) | R$ 995 (inteira) Hot Seat: R$ 822,50 (meia) | R$ 1.145 (inteira) Pacote VIP: R$ 1.287,50 (meia) | R$ 1.785 (inteira)   Pacotes especiais:   Hot Seat – Oeste inclui ingresso de cadeira inferior, entrada antecipada, credencial VIP, item exclusivo e acesso prévio ao merch. Os horários e instruções serão divulgados até 48 horas antes do evento nas redes do Korn e por e-mail.   Mais informações e regras completas estão disponíveis na página do evento no site Eventim .

  • Chico Chico lança “Let It Burn / Deixa Arder” com versões de Bob Dylan e Zé Ramalho; veja a capa do álbum

    Foto: Zabenzi / Divulgação Chico Chico lança em 24 de outubro o álbum Let It Burn / Deixa Arder, que reúne 20 faixas e participações de Josyara e do músico argentino Richard Scofano. Produzido por Pedro Fonseca e lançado pela gravadora Deck, o trabalho mescla canções autorais com versões de clássicos da música brasileira e internacional.   Entre as releituras, estão “Girl from the North Country”, de Bob Dylan — lançada originalmente em 1963 —, “Vila do Sossego”, de Zé Ramalho (1978), “Na Minha Idade”, de Sal Pessoa, e “Four and Twenty”, de Stephen Stills, sucesso do grupo Crosby, Stills, Nash & Young em 1970.   O disco também traz colaborações inéditas, como “Parabelo da Existência”, parceria de Chico com Helber Quiroga e Oscar Vasconcellos, com vocais de Josyara, e “Lugarzinho”, que conta com o bandoneon de Richard Scofano.   “Let It Burn / Deixa Arder” é o terceiro álbum de estúdio de Chico Chico e reafirma sua mistura de folk, MPB e influências globais.   Veja a capa e confira as 20 faixas do novo álbum. Capa do álbum “Let It Burn / Deixa Arder”, de Chico Chico — Divulgação / Deck

  • Gruff Rhys fala sobre retorno do Super Furry Animals e novo álbum solo

    Steven Davy/The World O vocalista e compositor galês Gruff Rhys confirmou que o Super Furry Animals voltará aos palcos em 2026, marcando a primeira turnê da banda em dez anos.   “Somos um grupo ativo de WhatsApp, se não um grupo de artistas”, brincou Rhys em entrevista concedida em setembro, poucos dias antes do anúncio oficial.   Durante a conversa no podcast BV Interviews, o músico comentou também sobre seu novo álbum solo, Dim Probs, lançado pelo selo Rock Action, do Mogwai. O trabalho é inspirado na cena DIY galesa e traz ilustrações do artista Pete Fowler, parceiro de longa data da banda.   Rhys relembrou ainda momentos da turnê do Super Furry Animals com o Oasis, há 20 anos, e disse sentir falta dos shows do grupo britânico, especialmente os realizados em Cardiff.   Atualmente, o artista celebra o 10º aniversário do álbum American Interior e se prepara para uma série de apresentações nos Estados Unidos em apoio ao Dim Probs. Um dos shows está marcado para o Littlefield, no Brooklyn, em 19 de novembro.   A entrevista completa está disponível no podcast BV Interviews, em todas as plataformas de áudio.

  • Jon Larsen, do Volbeat, elogia Lars Ulrich e lista suas influências na bateria

    Jon Larsen, Volbeat, durante entrevista ao Metal Journal Em entrevista ao Metal Journal, da Espanha, o baterista Jon Larsen, da banda dinamarquesa Volbeat, destacou seus bateristas favoritos e elogiou o colega Lars Ulrich, do Metallica. "Ame-o ou odeie-o, para mim ele ainda é um baterista incrível", afirmou.   Larsen citou ainda Ringo Starr, Charlie Watts, Eric Carr, Nicko McBrain, Dave Lombardo, Ventor, Charlie Benante, Gene Hoglan e Neil Peart como grandes influências, ressaltando que cada um deles tem estilo único e reconhecível.   O músico também compartilhou suas experiências pessoais com a música, lembrando que se inspirou nos Beatles, Rolling Stones, Kiss, Judas Priest, Iron Maiden, Slayer e Ramones ao longo da adolescência, além de revisitar álbuns clássicos de death metal e punk.   Larsen comentou ainda que, atualmente, não se incomoda mais com críticas sobre suas habilidades: "Não leio mais o que as pessoas dizem sobre o Metallica ou sobre outros músicos. Antigamente era diferente, mas hoje foco no que faço e no que me inspira", disse.

  • Vídeo do ICE com música do The Cure é removido após pedido de direitos autorais

    Robert Smith, vocalista do The Cure. Foto: Zoe McConnell/BandLab NME Awards 2022. Um vídeo de propaganda do ICE usando a música Friday I’m In Love, do The Cure, foi removido das redes sociais após um pedido de retirada baseado na lei de direitos autorais (DMCA). Publicado em 2 de outubro, o vídeo mostrava uma América futurista sem imigrantes, com cenas desconexas de carros, Donald Trump nos anos 1980 e trechos de Twin Peaks.   A publicação foi retirada do X e silenciada no Instagram, mas ainda está disponível no Facebook. O episódio se soma a outros conflitos entre a agência e artistas, incluindo críticas públicas de Chappell Roan, Zach Bryan, Olivia Rodrigo, Addison Rae, Shakira e Bad Bunny, que chegou a cancelar shows nos EUA por temer a presença do ICE.   O tema reacendeu debates sobre batidas da agência, deportações e segurança de imigrantes, enquanto músicos como Tom Morello, do Rage Against The Machine, apoiam campanhas contra o ICE e compartilham conteúdo crítico, como a playlist “Fuck ICE”.

  • Seu Jorge prepara “The Other Side”, disco gravado nos EUA com Maria Rita e homenagens à MPB clássica

    Reprodução / Facebook Seu Jorge O cantor e compositor Seu Jorge prepara o lançamento de um novo álbum, “The Other Side”, previsto para chegar ao público em 2026. O projeto foi gravado nos Estados Unidos ao longo de dez anos, entre 2009 e 2019, e marca um retorno do artista ao estúdio com um repertório voltado para o público internacional.   O disco inclui releituras de clássicos da música brasileira, entre elas Caboclo (Arthur Verocai e Vitor Martins, 1972) — que nunca havia sido regravada desde o lançamento original, há mais de cinco décadas — e Crença (Milton Nascimento e Márcio Borges, 1967).   Um dos destaques do álbum é a parceria inédita com Maria Rita na canção Vento de Maio (Telo Borges e Márcio Borges, 1979), gravada em 2013. A colaboração une duas gerações de intérpretes marcadas pela herança da MPB e promete um dos momentos mais sensíveis do disco.   Com The Other Side, Seu Jorge reafirma sua versatilidade artística e seu diálogo com a música brasileira em escala global — um trabalho que mistura memória, modernidade e reverência a alguns dos nomes mais importantes do cancioneiro nacional.

  • Rock, nostalgia e amizade: Ronnie Wood e Rod Stewart voltam a compor juntos

    Ronnie Wood e Rod Stewart no palco Pyramid, em Glastonbury, junho de 2025. Foto: Anthony Devlin/Hogan Media/Shutterstock. O lendário guitarrista dos Rolling Stones, Ronnie Wood, revelou que está de volta ao estúdio com Rod Stewart para trabalhar em novas músicas — e deixou no ar a possibilidade de uma reunião do Faces, uma das bandas mais marcantes do rock britânico dos anos 1970. A revelação foi feita durante o programa Desert Island Discs, da BBC Radio 4, exibido neste domingo (12).   Com bom humor e nostalgia, Wood contou que ele e Stewart têm um “bom conjunto de músicas” em andamento, mas que a maior dificuldade tem sido conciliar as agendas. “Adoraríamos fazer isso. Temos essas músicas desde o início, mas é complicado alinhar nossos tempos. Assim que conseguirmos, voltaremos ao estúdio para finalizar tudo”, afirmou.   O Faces, formado em 1969 após a saída de Steve Marriott do Small Faces, teve uma trajetória curta, mas explosiva — marcada por sucessos como Stay With Me, muito álcool, histórias lendárias e o carisma inconfundível de Rod Stewart. Neste ano, Wood e Stewart reacenderam a chama da banda ao tocarem a clássica faixa juntos no festival de Glastonbury, para delírio dos fãs.   Durante a entrevista, Wood mergulhou em lembranças hilárias da época, incluindo as famosas festas que renderam ao grupo o banimento da rede de hotéis Holiday Inn. “Não tínhamos permissão para entrar em nenhum hotel. Tínhamos que fazer check-in como Fleetwood Mac”, brincou. “Uma vez montamos o quarto inteiro no corredor. O gerente viu e disse: ‘Está ótimo, mas espero que isso não esteja aqui quando eu voltar’.”   Mesmo aos 78 anos, Wood segue em plena atividade com os Rolling Stones. Ele contou que a banda está finalizando um novo álbum de estúdio, ainda sem título, previsto para o fim deste ano ou o início de 2026. O último trabalho, Hackney Diamonds (2023), foi o primeiro disco de inéditas da banda em quase vinte anos e marcou uma nova fase criativa do grupo. “Estamos sempre elevando o nível — e, milagrosamente, ele continua subindo. Acabamos de terminar o álbum e estamos na fase de mixagem. É muito empolgante”, disse.   Wood também falou de um lado mais pessoal, lembrando o processo de sobriedade que iniciou em 2010, após décadas de dependência de drogas e álcool. “Foi um período difícil. Precisei de apoio e incentivo para continuar. Às vezes, uma mão no ombro, como a do Mick [Jagger], antes de subir no palco, fazia toda a diferença”, contou o guitarrista, que hoje leva uma vida equilibrada e centrada na música.   Carismático e autêntico, Ronnie Wood mostra que o tempo não apagou a chama criativa nem o espírito rebelde que sempre definiram o rock britânico. E, se depender dele e de Rod Stewart, o Faces pode muito bem estar prestes a ganhar um novo capítulo.

  • Ex-vocalista do Lostprophets, Ian Watkins, é morto em prisão na Inglaterra

    Ian Watkins, ex-vocalista do Lostprophets, durante apresentação na Vans Warped Tour, 31 de julho de 2012, Cincinnati, Ohio. Foto: Joey Foley/Getty Images Ian Watkins, ex-vocalista da Lostprophets, foi morto neste sábado (11) em um ataque dentro da prisão HMP Wakefield, no condado de West Yorkshire, Inglaterra. Watkins tinha 48 anos e cumpria pena de 29 anos por crimes sexuais contra crianças.   Segundo a Polícia de West Yorkshire, os agentes foram acionados às 9h39 após funcionários da prisão relatarem uma agressão a um detento. “Os serviços de emergência compareceram e o homem foi declarado morto no local pouco depois”, afirmou o comunicado. O nome de Watkins não foi citado oficialmente, mas veículos britânicos, como Sky News e The Sun, confirmaram que ele foi esfaqueado. Algumas fontes relatam que a vítima teve a garganta cortada após os presos serem liberados de suas celas naquela manhã.   Esta não foi a primeira vez que Watkins sofreu ataques dentro da prisão. Em agosto de 2023, ele foi ferido no pescoço por três outros detentos e precisou de atendimento médico.   Watkins havia sido condenado em 2013 por uma série de crimes sexuais contra crianças, incluindo tentativa de estupro de um bebê, agressão sexual a uma criança de 1 ano, incentivo a uma fã para abusar de seu filho e produção de pornografia infantil. Ele se declarou culpado de 13 acusações, e o juiz responsável descreveu suas ações como “atingindo novos níveis de depravação”.   Formado em 1997, o Lostprophets alcançou sucesso na década de 2000, com destaque para o álbum Liberation Transmission (2006) e o hit “Last Train Home”, que chegou ao topo da parada Alternative Songs da Billboard em 2004. O último trabalho da banda, Weapons, foi lançado em 2012, pouco antes da prisão de Watkins, e a banda se separou logo depois.

  • Foo Fighters tocam versão original de “Breakout” pela primeira vez em mais de 20 anos; veja o vídeo

    Banda surpreendeu fãs no Japão ao executar a faixa na forma original do álbum de 1999, algo que não acontecia desde 2002. O Foo Fighters surpreendeu o público japonês na noite de sexta-feira (4) ao tocar a versão original de estúdio da música “Breakout”, lançada em 1999 no álbum There Is Nothing Left to Lose. O momento aconteceu durante o show na GLION Arena Kobe, no Japão.   Conhecida por apresentar versões mais longas e cheias de improvisos nos palcos, a banda de Dave Grohl quebrou a tradição ao tocar a versão curta, idêntica à do disco. De acordo com relatos publicados no Reddit, essa foi a primeira vez desde 2002 que o Foo Fighters executou a faixa dessa forma — a última havia sido no House of Blues, em Anaheim (EUA), em 7 de fevereiro daquele ano.   Antes de começar a música, Grohl brincou com o público e deu a entender que algo especial estava por vir:   “Vamos fazer algo que não fazemos há muito, muito tempo”, disse o vocalista.   Vídeos registrados por fãs mostram o momento da apresentação, que rapidamente se espalhou pelas redes sociais.

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