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- Thom Yorke sobe ao palco com Flea em Londres
Thom Yorke apareceu de surpresa no palco do KOKO, em Londres, para tocar ao lado de Flea durante uma apresentação ligada ao disco “Honora”, estreia solo do baixista do Red Hot Chili Peppers. Os dois tocaram “Traffic Lights”, faixa presente no álbum recém-lançado, e ainda encaixaram uma versão de “Got To Give It Up”, clássico dançante lançado por Marvin Gaye em 1977. Um encontro improvável só no papel, porque os caminhos de Yorke e Flea já se cruzam há anos, inclusive no projeto Atoms for Peace. A participação aconteceu poucos dias depois de Thom Yorke receber o prêmio Academy Fellowship no Ivor Novello Awards. Quem entregou a homenagem foi Harry Styles, que arrancou risadas ao contar que perdeu a virgindade ouvindo “Talk Show Host”, do Radiohead. Sim, ele falou isso mesmo em pleno palco. Durante a cerimônia, Yorke também apresentou o novo single “Space Walk” e aproveitou o discurso para criticar a forma como artistas ainda são tratados pela indústria musical. O cantor pediu condições mais justas para músicos e compositores em um mercado cada vez mais pressionado por números, algoritmos e plataformas digitais.
- Sepultura anuncia último show da carreira em SP
Foto: Stephanie Veronezzi O Sepultura finalmente revelou quando e onde fará seu último show. A apresentação que encerra oficialmente a turnê de despedida “Celebrating Life Through Death” está marcada para o dia 7 de novembro, na Mercado Livre Arena Pacaembu, em São Paulo. A tour começou em março de 2024 e já passou da marca de 130 shows ao redor do mundo. Agora, a banda prepara uma despedida em casa, cercada por nomes importantes de sua trajetória. Segundo os integrantes, a ideia é transformar a noite em uma celebração da história do grupo, com participações especiais de músicos ligados ao Sepultura ao longo das décadas. O guitarrista Andreas Kisser revelou que chegou a convidar ex-integrantes para o evento. Entre eles estavam Max Cavalera e Iggor Cavalera, fundadores da banda. Os dois, porém, recusaram o convite. Em entrevista à Rolling Stone Brasil, Kisser contou que conversou diretamente com Iggor e recebeu uma negativa cordial. Já no caso de Max, o contato também teria sido feito por vias profissionais, mas sem avanço. Mesmo sem a reunião clássica, a expectativa em torno do show é alta. A produção promete divulgar novas informações em breve.
- My Chemical Romance conquista novas platinas
Chapman Baehler O My Chemical Romance voltou aos holofotes nesta semana após receber três novas certificações de platina da RIAA, entidade responsável pelas premiações da indústria musical nos Estados Unidos. Além do álbum “Danger Days: The True Lives Of The Fabulous Killjoys”, lançado em 2010, as faixas “Na Na Na (Na Na Na Na Na Na Na Na Na)” e “Sing” também alcançaram a marca de 1 milhão de unidades equivalentes em vendas e reproduções. O reconhecimento chega pouco antes do lançamento da edição remasterizada de luxo de “Danger Days”, marcada para 10 de julho. Para acompanhar o anúncio, a banda divulgou um vídeo de performance ao vivo de “Na Na Na”, gravado nos estúdios da BBC Radio 1. Nos critérios da RIAA, certificações incluem vendas físicas, downloads digitais e números de streaming nas plataformas.
- Clarence Carter, voz de “Patches”, morre aos 90 anos
Michael Ochs Archives/Getty Images O cantor e compositor Clarence Carter, um dos nomes mais conhecidos da soul music americana, morreu aos 90 anos. A informação foi confirmada pela empresa responsável por sua carreira, que informou ao jornal The Guardian que o artista faleceu na quarta-feira após complicações causadas por uma pneumonia. Cego de nascença, Carter nasceu em Montgomery, no Alabama, em 1936, e construiu uma trajetória marcada por sucessos no soul e no R&B entre as décadas de 1960 e 1970. O cantor iniciou a carreira ao lado de Calvin Scott na dupla Clarence & Calvin, mais tarde chamada C & C Boys. Após um acidente sofrido por Scott, Carter seguiu carreira solo e ganhou projeção em 1967 com “Tell Daddy”, música que inspirou Etta James a gravar a resposta “Tell Mama”. No ano seguinte, ele alcançou um de seus maiores sucessos com “Slip Away”, faixa que chegou ao topo das paradas de R&B e se tornou uma de suas músicas mais lembradas. Décadas depois, a canção continuaria presente em trilhas de filmes como Almost Famous e Licorice Pizza. Ainda em 1968, Carter lançou “Back Door Santa”, música que acabou virando um clássico alternativo de Natal e mais tarde foi sampleada pelo Run-D.M.C. em “Christmas in Hollis”. A vida pessoal do artista também chamou atenção ao longo dos anos. Carter foi casado com Candi Staton, com quem teve um filho e dividiu momentos importantes da carreira. Foi ele quem apresentou a cantora ao produtor Rick Hall, ajudando no início de sua trajetória solo. O maior sucesso comercial de Carter veio em 1970 com “Patches”, canção que alcançou o Top 5 nos Estados Unidos e o segundo lugar no Reino Unido. A interpretação intensa da faixa lhe rendeu indicação ao Grammy e consolidou seu nome entre os grandes intérpretes da soul music. Mesmo após a queda de popularidade do gênero com a ascensão da disco music, Carter permaneceu ativo. Em 1988, voltou a chamar atenção com “Strokin’”, faixa de humor sexual que ganhou status cult nos anos seguintes e chegou a ser usada pelo diretor William Friedkin no filme Killer Joe. Ao longo da carreira, Clarence Carter lançou dezenas de discos e permaneceu como uma figura respeitada da música soul americana.
- Rolling Stones lançam clipe inédito de “In The Stars”
Crédito da foto: Kevin Mazur Os Rolling Stones divulgaram o videoclipe de “In The Stars”, novo single do próximo álbum da banda, Foreign Tongues. O vídeo aposta em tecnologia deepfake para recriar o grupo nos anos 70 em meio a músicos, dançarinos e artistas de diferentes épocas e estilos. A direção é de François Rousselet, que já trabalhou com a banda nos clipes de “Angry” e “Ride 'Em On Down”. A produção também traz a participação da atriz Odessa A'zion, fã assumida do grupo. “Foi um sonho. O primeiro disco que ouvi inteiro foi ‘Tattoo You’. Sou obcecada pelos Rolling Stones”, afirmou a atriz. O single integra Foreign Tongues, álbum previsto para 10 de julho pela Capitol Records. O disco chega menos de três anos após Hackney Diamonds, trabalho vencedor do Grammy e um dos maiores sucessos recentes da banda. Antes do anúncio oficial, os Stones já vinham movimentando os fãs com o lançamento limitado em vinil de “Rough And Twisted”, divulgado sob o nome fictício “The Cockroaches”. A estratégia aumentou as especulações sobre o novo projeto entre colecionadores e admiradores do grupo. Gravado em menos de um mês no Metropolis Studios, em Londres, Foreign Tongues reúne novamente Mick Jagger, Keith Richards e Ronnie Wood ao produtor Andrew Watt. O álbum terá 14 faixas inéditas: 1. Rough And Twisted 2. In The Stars 3. Jealous Lover 4. Mr Charm 5. Divine Intervention 6. Ringing Hollow 7. Never Wanna Lose You 8. Hit Me In The Head 9. You Know I'm No Good 10. Some of Us 11. Covered In You 12. Side Effects 13. Back In Your Life 14. Beautiful Delilah Além das versões em streaming, Foreign Tongues será lançado em CD, vinil, cassete e edições especiais para colecionadores.
- Seu Jorge lança disco mais sofisticado da carreira
Reprodução / Instagram Seu Jorge Oito anos depois de concluir as gravações e quase duas décadas após idealizar o projeto, Seu Jorge finalmente colocou nas plataformas o álbum “The other side”. O disco lançado nesta sexta-feira (8) marca uma virada estética na carreira do cantor carioca e reúne o trabalho mais sofisticado de sua trajetória solo. Conhecido por misturar samba-rock, soul e MPB desde os tempos do grupo Farofa Carioca, o artista aposta agora em um repertório mais elegante, intimista e orquestral. O resultado é um álbum que valoriza a voz grave de Seu Jorge com arranjos grandiosos e produção minuciosa. A abertura já dá o tom do projeto. Em “Crença”, composição de Milton Nascimento e Márcio Borges, o cantor interpreta versos sobre resistência e solidão que acabam funcionando quase como uma declaração pessoal após anos de hiatos e discos irregulares. Produzido por Seu Jorge em parceria com Mario Caldato Jr. (nome histórico ligado aos Beastie Boys e também ao álbum “Samba esporte fino”), o trabalho ganha dimensão cinematográfica com os arranjos assinados por Miguel Atwood-Ferguson. As cordas e os sopros aparecem de forma marcante em “Vento de maio”, faixa gravada com Maria Rita. A música cresce em clima dramático sem perder leveza, criando um dos momentos mais fortes do disco. Em contraste, “Girl you move me” aposta em uma interpretação mais suave, quase minimalista. O violão e o canto remetem diretamente à influência de João Gilberto, sensação que reaparece em “Luz na escuridão”, samba inédito de Cezar Mendes e José Carlos Capinan. Seu Jorge também revisita músicas menos óbvias do repertório brasileiro. “Caboclo”, de Arthur Verocai e Vitor Martins, surge com atmosfera mais densa e guitarras discretamente psicodélicas. Já “Far from the sea”, eternizada por Bebel Gilberto, aparece em tom contemplativo e delicado. As participações especiais ajudam a ampliar a identidade do álbum sem tirar o protagonismo do cantor. Além de Maria Rita, o disco reúne Marisa Monte, Beck e o grupo belga Zap Mama. Na reta final, “River man”, clássico cult de Nick Drake, ganha interpretação melancólica em dueto com Beck. Depois, “Beleza bárbara” encerra o álbum em clima sofisticado, com destaque para os sopros tocados pelo próprio Seu Jorge. “The other side” chega em um momento em que Seu Jorge parece menos interessado em hits imediatos e mais disposto a construir uma obra madura. A espera longa pelo lançamento talvez explique parte da expectativa em torno do disco. Desta vez, ela faz sentido.
- Billie Eilish e James Cameron dentro do mesmo projeto. Como isso aconteceu?
Henry Hwu/Paramount Pictures Quando a mãe de Billie Eilish lhe contou que James Cameron queria dirigir um filme-concerto estrelado por ela, a primeira reação foi de pura descrença. "Do que você está falando? Ele mesmo te mandou um e-mail? Tipo, James Cameron no Gmail?" A ideia era real. E acabou virando "Billie Eilish — Hit Me Hard and Soft: The Tour (Live in 3D)", já nos cinemas, incluindo salas IMAX. Henry Hwu/Paramount Pictures Cameron, 71 anos, teve o estalo enquanto acompanhava os shows da turnê de Eilish para o álbum "Hit Me Hard and Soft" (2024), fascinado pela conexão emocional da cantora com o público. O detalhe: ele estava tecnicamente ainda terminando "Avatar: Fogo e Cinzas". "Eu nem avisei o estúdio que tinha saído. Simplesmente dei uma escapadinha", contou o diretor. "Fui e fiz outro filme antes que alguém percebesse." Para o projeto, Cameron instalou 17 câmeras móveis pelo palco que Eilish havia projetado com sua equipe, posicionado no centro da arena. As filmagens aconteceram ao longo de quatro shows em Manchester, em julho de 2025, e registram 29 músicas, além de entrevistas com fãs e momentos dos bastidores, como Eilish sendo levada secretamente ao palco dentro de um case de transporte que passou pela plateia, e se dirigindo aos fãs de uma janela do local com uma placa de papelão escrita à mão: "Eu amo vocês." A colaboração entre dois perfeccionistas assumidos exigiu ajustes. "Nós dois permitimos que outra pessoa compartilhasse o banco do motorista", disse Eilish, de 24 anos. "Começamos a entender o ponto de vista um do outro, o que foi realmente revelador." Cameron foi direto sobre sua intenção desde o começo: não era um documentário de bastidores no estilo clássico. "Gravem o show", resumiu Eilish. "Gravem o show", concordou o diretor. O resultado final captura tanto o espetáculo de iluminação e o cubo de LED da produção quanto os instantes mais íntimos, como Eilish pedindo silêncio ao público para cantar "When the Party's Over" sobrepondo sua própria voz ao vivo. O filme termina com Cameron perguntando a um espectador o que achou do show. A resposta veio em soluços incontroláveis.
- Keanu Reeves e o Dogstar estão de volta — e desta vez vieram pra ficar
Divulgação Vinte anos de hiato deixam marcas. Mas quando o Dogstar voltou em 2023, ficou claro que o tempo havia feito bem ao trio californiano. Agora a banda vai além: anuncia "All In Now", quarto álbum de estúdio, previsto para 29 de maio pelo selo próprio do grupo, a Dillon Street Records, e lança o clipe oficial de "This Sphere", dirigido por Carlos Garcia Medina. Formado pelo guitarrista e vocalista Bret Domrose, o baterista Rob Mailhouse e o baixista Keanu Reeves, sim, aquele mesmo, o Dogstar chega ao novo trabalho com uma confiança construída na estrada. Depois do retorno com "Somewhere Between The Power Lines And Palm Trees", aclamado pela Spin como "honesto e inspirador", a banda passou os últimos anos tocando de casas intimistas a grandes festivais na Europa e nos Estados Unidos. Foi esse percurso que moldou o som do novo disco. A produção ficou com Nick Launay, nome associado a nomes como Nick Cave and the Bad Seeds, Yeah Yeah Yeahs, Idles e Amyl and the Sniffers. A escolha surpreendeu até a própria banda. "Nossa equipe colocou o nome do Nick em uma lista de possíveis produtores", lembra Domrose. "E todos nós pensamos que era um erro de digitação. Tipo, esse cara nunca vai trabalhar com a gente", completa Mailhouse, rindo. Launay topou, e o resultado fala por si. "Trabalhar com Bret, Robert e Keanu foi extremamente divertido porque nos fez lembrar por que as pessoas formam bandas e fazem música", diz o produtor. "É pura paixão, sem enrolação. O céu é o limite quando se trata de experimentação, e foi exatamente isso que fizemos, sempre com um sorriso no rosto." O espírito do álbum já estava no título, sugerido pelo próprio Reeves. "Meio que resume onde e quem somos como banda hoje", explica Mailhouse sobre "All In Now". "Estamos nos entregando de corpo e alma, e vamos continuar assim." Reeves complementa direto: "Estamos realmente totalmente comprometidos agora." Para Domrose, a metáfora é simples e certeira: "Parecia que nosso último álbum era o nosso ingresso para uma festa. E agora chegamos à festa, nós três." A turnê norte-americana com 25 datas começa em 28 de maio, passando por Austin, Nashville, Washington DC, Filadélfia e Nova York. As datas europeias já estão à venda. "All In Now" traz 12 faixas: Math, This Sphere, All In Now, Exalted, Siren, Punch The Sky, Joy, What Is, The Whisper, Shards Of Rain, Shallow Easy e Wing.
- Luiz Carlini, o guitarrista que deu alma ao rock brasileiro, morre aos 73 anos
Divulgação Bastaria o solo que encerra "Ovelha Negra" para garantir a eternidade. Mas Luiz Carlini fez muito mais do que isso. Luiz Sérgio Martins Carlini morreu na noite de 7 de maio de 2026, aos 73 anos, em hospital de São Paulo. A causa não foi revelada pela família. Nascido em 31 de agosto de 1952, o guitarrista saiu de cena em plena atividade, integrando a banda de Guilherme Arantes na turnê "50 anos luz". Assistente de palco dos Mutantes, ele fundou em 1973 o Tutti Frutti, banda que seria o porto seguro de Rita Lee após sua saída turbulenta do grupo. O encontro rendeu história. "Fruto Proibido" (1975) é o marco dessa parceria, e de lá vieram "Agora só falta você", "Lá vou eu", "Com a Boca no Mundo" e "Corista de Rock", entre outras composições assinadas em dupla. Com a saída de Rita, Carlini manteve o grupo e foi se espraiando pela música brasileira, tocando com Erasmo Carlos, que gravou sua "Rádio Patroa" em 1986, e atuando como guitarrista convidado do Camisa de Vênus nos anos 1990. Mestre de Andreas Kisser e Roberto Frejat, nunca apelou para o exibicionismo técnico. Preferia sentimento a virtuosismo, solos melódicos a riffs furiosos, e defendia que a guitarra era parte da música, não um organismo independente. Em 2022, o cineasta Luiz Carlos Lucena documentou esse legado no filme "Luiz Carlini: Guitarrista de Rock". Um retrato merecido de um herói que sempre colocou a música na frente do próprio nome.
- Faixa do Slipknot surge em novo curta da Gucci
Foto: Jonathan Weiner A banda Slipknot teve uma de suas faixas incluídas na nova campanha audiovisual da grife italiana Gucci. A música “Slipknot”, lançada no primeiro álbum do grupo em 1999, surge em um curto trecho do filme produzido para a coleção pré-outono da marca. O material foi dirigido por Jonathan Glazer, conhecido por trabalhos como “The Zone of Interest” e “Sexy Beast”, e já está disponível nas plataformas digitais da empresa.
- KORN lança clipe oficial da inédita “Reward The Scars”
Foto: Tim Saccenti A Blizzard Entertainment divulgou o videoclipe de “Reward The Scars”, nova música do KORN, lançada em parceria com “Lord Of Hatred”, a nova expansão de “Diablo IV”. A faixa marca o primeiro trabalho inédito da banda em mais de quatro anos e une a intensidade do grupo ao clima sombrio da franquia, abordando dor, superação e transformação. A canção foi apresentada ao vivo pela primeira vez no festival Sick New World, em Las Vegas, e agora ganha uma versão visual inspirada no universo de “Diablo”, com imagens que reforçam temas como medo, poder e resistência. “Jogo Diablo há anos, então entrar nesse universo criativamente foi algo natural”, afirmou Jonathan Davis, vocalista da banda. Segundo ele, a música surgiu durante sessões do próprio KORN e rapidamente mostrou sintonia com a atmosfera do game. Para Kevin Bjelajac, vice-presidente de marca e marketing criativo da Blizzard, a colaboração aconteceu de forma orgânica. “KORN e Diablo compartilham a mesma visão de enfrentar a escuridão sem recuar”, declarou. Lançado hoje, “Diablo IV: Lord Of Hatred” é a segunda expansão do jogo e encerra a saga “Age Of Hatred”, levando os jogadores ao confronto final contra Mephisto, o Senhor do Ódio. Com mais de 40 milhões de álbuns vendidos e uma trajetória de mais de três décadas, o KORN segue como uma das bandas mais influentes da música pesada. “Reward The Scars” representa o retorno do grupo ao estúdio e antecipa o que pode vir a seguir na carreira da banda.
- Kid Abelha volta aos palcos após 13 anos (sim, é real)
Divulgação Se você piscou, perdeu: o Kid Abelha está de volta. Depois de 13 anos em silêncio, a banda carioca resolveu atender aos pedidos que nunca pararam de ecoar na internet e anunciou uma turnê nacional. Batizada de “Eu tive um sonho”, a volta entra naquele hall cada vez mais movimentado de reuniões oitentistas que aquecem o coração e o bolso. Sem Leoni, é verdade, mas com Paula Toller, George Israel e Bruno Fortunato segurando a bronca, sob direção de Liminha. O roteiro promete cerca de 30 músicas, ou seja, é praticamente impossível sair sem cantar pelo menos três refrões grudados na cabeça. A estreia rola em 12 de junho, no Rio, e segue até outubro, passando por dez cidades. Nostalgia? Com certeza. Mas também é aquele lembrete clássico: algumas bandas sabem exatamente a hora de voltar.
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