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- Favourite Dealer lança “Waves” e sinaliza nova fase sonora
Foto: Augusto Yo A banda Favourite Dealer apresentou o single “Waves”, lançado no fim de novembro nas plataformas digitais e acompanhado de clipe no YouTube. A faixa marca uma virada criativa do grupo, que amplia suas referências musicais sem abandonar a intensidade que caracteriza sua trajetória no rock independente. Com vocais atmosféricos, camadas elétricas densas e contraste entre suavidade e peso, “Waves” aponta para um som mais aberto a experimentações. A letra aborda o encerramento de ciclos e a ideia de reconstrução, refletindo um momento de maturidade artística da banda. O single integra o repertório do segundo álbum da Favourite Dealer, previsto para 2026. Dirigido e editado pelos próprios integrantes, o clipe reforça a postura independente do grupo, formado em 2019 e conhecido também pelo álbum “Control Dirt”, lançado em 2024.
- Trio Lomor lança single inspirado em episódio constrangedor de turnê
Divulgação O trio de thrash metal Lomor lançou o single “Tantine Lo Clou”, faixa curta e agressiva inspirada em um episódio real vivido durante a primeira turnê da banda pela França, em 2023. A música nasceu a partir de uma situação desconfortável ocorrida após um show, transformada em letra direta e energia típica do gênero. A canção é a segunda prévia do álbum Sabouk Rouge, previsto para 6 de fevereiro de 2026, pelo selo RockShots Records. Sem abandonar o thrash metal tradicional, o Lomor aposta em riffs rápidos, andamento acelerado e abordagem irônica para avançar em sua identidade sonora. Formado na Ilha da Reunião, o grupo mistura referências do thrash old-school com elementos de punk e metal extremo, citando bandas como Slayer, Testament e Kreator. Desde o álbum de estreia Perseverance of Sickness (2022), o trio vem construindo espaço na cena europeia com shows intensos e circulação internacional. Além de apresentações ao lado de nomes como Mass Hysteria e Akiavel, o Lomor prepara uma nova turnê pela Europa em 2026, acompanhando o lançamento do próximo disco.
- Poppy ironiza jornalismo musical: “Já conversei melhor com plantas”
Foto: Jo Hale / Redferns Moriah Rose Pereira, a Poppy, construiu sua carreira a partir da internet, onde chamou atenção inicialmente pelo forte apelo visual e pelo engajamento no YouTube. A projeção nas redes sociais abriu portas para trabalhos como atriz em conteúdos do Comedy Central e, pouco depois, para contratos com o mercado fonográfico, que passou a enxergar na artista um nome promissor. Com uma trajetória acelerada, Poppy lançou seis álbuns em menos de uma década — de Poppy.Computer (2017) a Negative Spaces (2024) — e já tem novo disco programado: Empty Hands, previsto para janeiro de 2026. Em meio à divulgação de seus trabalhos mais recentes, a artista usou o Facebook para criticar abordagens da imprensa especializada. Segundo ela, parte do jornalismo ainda a subestima, recorrendo a perguntas que colocam em dúvida sua relação com a música pesada. A cantora ironizou o nível dessas entrevistas, dizendo já ter tido conversas mais profundas “com plantas”. A declaração evidencia um problema recorrente enfrentado por mulheres no rock e no metal, que costumam ser mais questionadas sobre legitimidade e conhecimento. Enquanto o sucesso ou não de um projeto artístico é algo que o tempo define, o papel da cena e da comunicação é garantir respeito e atenção a quem propõe novas ideias.
- Barão Vermelho retoma formação clássica e anuncia turnê em 2026
Foto: Pedro Dimitrow O Barão Vermelho vai reunir sua formação histórica para uma turnê especial em 2026. O projeto, chamado Barão Vermelho Encontro – Pro Mundo Inteiro Acordar , coloca novamente no mesmo palco Frejat, Dé Palmeira, Guto Goffi e Mauricio Barros, com participação do guitarrista Fernando Magalhães. A volta do quarteto original tem duas apresentações já confirmadas: 30 de abril, na Farmasi Arena, no Rio de Janeiro, e 23 de maio, no Allianz Parque, em São Paulo. Nessas duas datas, o show contará com abertura de Ney Matogrosso. Os ingressos entram em pré-venda para clientes Itaú no dia 12 de dezembro, às 15h, com desconto. A venda geral começa em 15 de dezembro, ao meio-dia, pelo Eventim. A iniciativa integra a linha de projetos “Encontro”, da produtora 30e, responsável por reunir recentemente os integrantes clássicos dos Titãs. A empresa aposta que o reencontro do Barão despertará o mesmo interesse. Atualmente na estrada com a formação vigente do Barão, Guto Goffi e Mauricio Barros farão uma pausa para se dedicar ao novo giro. Os dois destacaram o caráter afetivo da reunião, lembrando o início da banda e a presença simbólica de Cazuza no repertório.
- Fresno anuncia novo álbum “Carta de Adeus” e show especial
Reprodução/Instagram A Fresno anunciou nas redes sociais o lançamento de seu décimo primeiro álbum de estúdio, “Carta de Adeus”. No comunicado, a banda contou que o disco surgiu de momentos em que faltaram palavras, transformados em cartas que, segundo o grupo, sempre carregavam um tom de despedida. O álbum será apresentado ao vivo pela primeira vez em um show especial no dia 18 de abril, no Espaço Unimed, em São Paulo. Quem adquirir ingresso para a apresentação terá acesso antecipado às músicas do novo trabalho. “Queremos que vocês cantem com a gente”, escreveu a banda, que também afirmou estar vivendo uma fase particularmente intensa. “Eu tô pronto como eu nunca estive antes”, diz o texto. A abertura das vendas acontece quinta-feira, 11 de dezembro, ao meio-dia. O anúncio termina com clima de encerramento e expectativa: “Bye bye! Tchau!”.
- Sacred Reich oficializa brasileiro Eduardo Baldo na bateria
Reprodução O Sacred Reich anunciou a entrada definitiva do brasileiro Eduardo Baldo como novo baterista da banda. Ele assume o posto deixado por Dave McClain, que saiu do grupo em outubro sem que os motivos fossem divulgados. Inicialmente, Baldo havia sido confirmado apenas como substituto temporário para a turnê europeia de novembro. Após os shows, no entanto, a banda decidiu efetivar o músico. Em comunicado nas redes sociais, os integrantes afirmaram que ele “arrebentou” nas apresentações, destacando a afinidade musical e pessoal com o grupo. “Estamos empolgados para seguir em frente com Baldo na bateria, trazendo seu próprio estilo, entusiasmo e potência”, escreveu a banda, que também informou estar finalizando a mixagem do novo álbum, Into the Abyss, e planejando atividades na Europa em 2026. Natural de Porto Alegre, Eduardo Baldo ganhou projeção como baterista do Hibria, banda da qual fez parte entre 2005 e 2017. Em 2023, ele lançou o projeto Red Devil Vortex, cujo single mais recente, The Last Fight, saiu em maio. Com a mudança, o Sacred Reich passa a contar com Phil Rind (baixo e voz), Wiley Arnett (guitarra), Joey Radziwill (guitarra rítmica) e Eduardo Baldo (bateria). O grupo trabalha no sexto álbum de estúdio, previsto para sair pela Metal Blade Records entre março e junho nos Estados Unidos. A estreia de Baldo também recebeu o aval de Andreas Kisser, do Sepultura, que comentou a novidade nas redes: “Ótima escolha! Destrua!”.
- Slash sobe ao palco com Myles Kennedy em show na Califórnia
Reprodução O guitarrista Slash, do Guns N’ Roses, fez uma participação especial no show solo de Myles Kennedy na noite de domingo (7), no House of Blues, em Anaheim, na Califórnia. Juntos, eles tocaram Behind The Veil, música presente no álbum The Art Of Letting Go, lançado por Kennedy em 2024. Atualmente, Myles Kennedy está em turnê pela América do Norte como atração de abertura do Mammoth WVH, projeto liderado por Wolfgang Van Halen. A aparição de Slash pegou o público de surpresa e reforçou a parceria de longa data entre os dois músicos. Em entrevistas recentes, Slash confirmou que o próximo álbum do Slash Featuring Myles Kennedy & The Conspirators já está gravado e aguarda apenas a fase final de mixagem. O lançamento, no entanto, está previsto apenas para 2027, quando o guitarrista planeja conciliar a agenda para uma turnê completa com o grupo. Segundo Slash, o novo trabalho é um dos melhores já feitos pela banda. “O disco está incrível”, afirmou, sem entrar em detalhes. O projeto marcará o quinto álbum de estúdio do grupo, formado por Slash, Myles Kennedy, Brent Fitz, Todd Kerns e Frank Sidoris.
- Nick Cave, fé em carne viva e canções que não dão respostas fáceis
Foto: Samir Hussein/WireImage Nick Cave’s Veiled World, novo documentário exibido pela Sky Arts, foge da cartilha das biografias musicais tradicionais. Em vez de alinhar datas e discos, o filme prefere olhar para um ponto menos confortável da trajetória do músico: sua relação cada vez mais explícita com a fé cristã, tratada não como símbolo estético, mas como conflito real. A produção reúne depoimentos de nomes como Flea, Florence Welch, Wim Wenders e Warren Ellis, além de uma participação surpreendente de Rowan Williams, ex-arcebispo de Canterbury, que fala sobre alegria, sofrimento e espiritualidade com mais contundência do que muita crítica musical por aí. Curiosamente, Nick Cave quase não aparece em cena, surgindo mais como voz e presença simbólica do que como personagem central. O documentário revisita canções intensas e perturbadoras que ajudaram a construir sua fama, mas se concentra sobretudo no Cave do presente. Um artista marcado pela morte do filho, Arthur, e pelo impacto desse luto em trabalhos recentes como Ghosteen, onde dor, silêncio e busca por sentido caminham lado a lado. Aqui, Deus não surge como resposta confortável, mas como pergunta permanente. Há espaço para a provocação que sempre acompanhou Cave, mas também para a compaixão que hoje define sua obra pública, especialmente em projetos como The Red Hand Files, onde ele assume um papel quase pastoral, ainda que cheio de ironia e humanidade. No fim, Veiled World acerta ao não tentar explicar tudo. Ao invés disso, apresenta um artista que abandonou a pose de profeta maldito para encarar algo bem mais radical: a ideia de que fé, perda e arte não se resolvem, apenas se atravessam.
- Guns N’ Roses quebram silêncio e lançam os singles “Nothin’” e “Atlas”
Foto: Kevin Mazur / Getty Images for Power Trip Depois de um pequeno susto coletivo — e da inevitável lembrança do trauma “Chinese Democracy” — o Guns N’ Roses finalmente entregou o que prometeu. A banda lançou nesta quarta-feira (4) duas novas faixas: “Nothin’” e “Atlas”, os primeiros lançamentos desde 2023. Os singles chegam dias após o adiamento da data inicialmente anunciada para 2 de dezembro, o suficiente para deixar fãs especulando se mais uma novela de décadas estava prestes a recomeçar. Mas, desta vez, não houve espera interminável: as músicas já estão disponíveis nas plataformas. Além dos streamings, a banda prepara uma série de edições físicas. Em 12 de dezembro será aberta a pré-venda de um vinil de 7 polegadas com as duas faixas. Haverá ainda uma cassete exclusiva no site gnrmerch.com e um SHM-CD exclusivo para o Japão, para alegria de colecionadores. Sobre um álbum completo, a dúvida permanece. O guitarrista Slash afirmou recentemente que o primeiro disco de inéditas do Guns desde 2008 “ainda está a caminho”, mas sem previsão concreta — um tipo de frase que fãs da banda aprenderam a interpretar com cautela. Enquanto isso, o grupo se prepara para a turnê mundial de 2026, que começa em março e passa por América Latina, Europa e América do Norte. Se o álbum chegar antes do embarque, só o próprio Guns pode responder. Mas, pelo menos desta vez, algo realmente saiu do forno.
- Daron Malakian é atacado por fãs após lançamento de “Your Lives Burn”
Reprodução Daron Malakian, guitarrista e principal compositor do System of a Down, voltou ao centro de uma velha arena: a das polêmicas. Mas, desta vez, não pelo que disse — e sim pelo que não disse. Seu novo single com o Scars On Broadway, “Your Lives Burn”, lançado nesta semana, virou alvo de críticas ferozes na internet por soar politicamente neutro demais para quem ajudou a moldar um dos catálogos mais inflamados do metal moderno. A faixa integra Addicted to the Violence , álbum que o Scars lançou em 18 de julho de 2025. O disco marcou o primeiro trabalho completo da banda desde 2018, mas passou quase despercebido, em parte pela ausência de turnê — algo incomum para um músico com o histórico de Malakian. “Your Lives Burn” chegou acompanhada de um visualizer dirigido por David Provan, recheado de imagens provocativas que vão de símbolos comunistas a referências ao nazismo e ao cristianismo. O contraste entre a estética incendiária e a letra apática apenas alimentou o debate. Em vez de tomar partido, Malakian opta por criticar genericamente a manipulação pela mídia e pela política — um observador distante em um terreno onde muitos esperavam um ativista. A cobrança não é exatamente inesperada. Embora boa parte das posições políticas do System of a Down tenha vindo de Serj Tankian, vocalista e figura central do discurso humanitário da banda, o público ainda associa Malakian ao teor combativo do grupo. E isso apesar de o System abrigar uma diversidade ideológica notória — como o baterista John Dolmayan, apoiador declarado de Donald Trump. Nas redes sociais e nos comentários do YouTube, as reações oscilaram entre frustração com a “neutralidade” e críticas diretas à música em si. No meio do fogo cruzado digital, Malakian se vê em um cenário familiar: qualquer movimento — ou ausência dele — vira munição. Enquanto isso, o Scars On Broadway segue tentando dar visibilidade ao disco. Mas, pelo visto, quem queimou primeiro foi a paciência da internet.
- Alter Bridge lança clipe de “Playing Aces” e anuncia novo álbum para 2026
Reprodução/Deezer A menos de seis semanas do lançamento de seu oitavo álbum de estúdio, o Alter Bridge divulgou nesta terça-feira o clipe de “Playing Aces”, novo single do disco autointitulado que chega em 9 de janeiro de 2026 pela Napalm Records. A faixa reúne os elementos clássicos da banda: guitarras em dupla, refrão explosivo e a voz de Myles Kennedy conduzindo versos de andamento rápido. No refrão, Kennedy resume o espírito da música: “Se eu arrisquei tudo, espero que você entenda que eu tinha que jogar minhas cartas”. O vocalista explica que a canção usa a metáfora dos jogos de azar para falar sobre arriscar tudo depois de sucessivas quedas. O clipe, dirigido por JT Ibanez, foi lançado junto com o single. Com mais de duas décadas de carreira, o Alter Bridge mantém o ritmo. O novo álbum reúne 12 faixas inéditas e foi novamente produzido por Michael “Elvis” Baskette, parceiro de longa data da banda. As gravações ocorreram no histórico estúdio 5150, na Califórnia, e no estúdio do produtor, na Flórida. O grupo promete momentos pesados, alternância de vocais entre Kennedy e Mark Tremonti e músicas pensadas para o palco, como “Hang By A Thread”. A faixa de encerramento, “Slave To Master”, é a mais longa já registrada pelo quarteto. O lançamento do disco será acompanhado pela turnê What Lies Within. A etapa europeia começa em 15 de janeiro, na Alemanha, e segue até 5 de março, no Reino Unido, com Daughtry e Sevendust na abertura. A banda também fará uma turnê pelos Estados Unidos entre 25 de abril e 24 de maio, com participações de Filter, Sevendust e Tim Montana em datas selecionadas. Formado em 2004, o Alter Bridge consolidou uma trajetória marcada por discos no topo das paradas, shows esgotados e aclamação da crítica — incluindo o solo de “Blackbird”, eleito pela revista Guitarist como o melhor de todos os tempos. Com “Alter Bridge”, o grupo busca reafirmar o peso e a identidade que os mantêm no topo do hard rock há 20 anos.
- Filhos de Paul Stanley e Gene Simmons formam banda e garantem: “Não tem nada a ver com o KISS”
Reprodução Evan Stanley e Nick Simmons, filhos de Paul Stanley e Gene Simmons, do KISS, lançam em 5 de dezembro o single de estreia de seu projeto musical STANLEY SIMMONS. Mas calma: se você espera guitarras explosivas ou maquiagem extravagante, vai se surpreender. “Não tem nada a ver com o que nossos pais fazem”, afirma Evan, citando influências de folk americano e música de raiz. Nick completa: “Nunca tive oportunidade de fazer música americana mais crua e autêntica. Pensamos: ‘Vamos fazer isso. Porque seria divertido.’” O álbum está sendo produzido por Rob Cavallo, conhecido por trabalhar com o Green Day. Ele elogia a sonoridade da dupla: “Eles são como a nova Laurel Canyon, mística, mágica. Tem uma vibe própria, muito profunda.” Apesar do sobrenome famoso, os jovens músicos se mantêm cautelosos. Nick reconhece a possibilidade de críticas sobre nepotismo: “Sou como qualquer outro consumidor — estou um pouco farto dos familiares das pessoas tentando se intrometer na nossa vida. Mas, na verdade, não importa se um deles é realmente bom.” O projeto nasceu de forma inesperada. Evan lembra: “Nunca foi para ser um projeto. Só queríamos cantar juntos uma vez. Depois ouvimos a gravação e pensamos: ‘Isso soa realmente especial.’” Nick completa: “Existe uma conexão que não dá para fingir. Quando cantamos juntos, parece uma terceira voz, algo novo.” Os pais, claro, estão orgulhosos. Gene Simmons comentou: “A resposta foi tão impressionante que agora eles estão no meio do processo de composição e gravação de seu primeiro álbum. Tanto eu quanto o Paul estamos muito orgulhosos.” Paul Stanley acrescentou: “É mágico. Ver meus filhos e os do Gene juntos fazendo música incrível é emocionante. Não é fabricado, é real.” STANLEY SIMMONS também já chamou atenção nas redes sociais, incluindo um cover de “The Sound of Silence”, de Simon & Garfunkel, com legendas que misturam humor e intimidade familiar: “ele garfunkelou meu simon até meu corredor ficar sem aveia.” Com estreia marcada para dezembro, Evan e Nick prometem mostrar que talento e sobrenome nem sempre precisam caminhar lado a lado — mas, quando se encontram, a música nasce com química.
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