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Lenine e o disco novo: “Cada faixa é um capítulo de romance”

  • Foto do escritor: Heitor Brandão
    Heitor Brandão
  • 29 de jun. de 2025
  • 1 min de leitura

Atualizado: 30 de jun. de 2025

Lenine

Lenine suou - no palco e nas palavras. Antes da entrevista no Festival Turá 2025, a equipe pediu uns minutinhos: “É que ele quer se recompor, pra não chegar derretido nos jornalistas”, avisou a produtora, bem-humorada. O músico pernambucano de 66 anos tinha acabado de incendiar o Parque Ibirapuera ao lado da Spok Frevo Orquestra, parceria afiada desde o carnaval recifense.

 

Lenine foi pura simpatia. Abraçou, agradeceu, exaltou os 18 músicos do Spok e descreveu o show como um transe: “O palco é minha missa. É meu elo com o divino, mesmo sendo meio à toa e meio ateu”, filosofou. No repertório, hits como “Hoje Eu Quero Sair Só”, “Paciência” e “Leão do Norte” fizeram o público vibrar. “No Turá eu me sinto como pinto no lixo. Com esse escândalo de música, eu reverbero”, resumiu.

 

Depois do show, ele revelou que vem disco novo por aí: “Eita” chega no segundo semestre, com turnê nacional já em gestação. Recife, Salvador, Fortaleza, Rio, São Paulo e Porto Alegre estão no mapa.

 

“Sou um anacronismo, ainda faço álbum. Mas é porque só assim posso contar uma história inteira. Cada faixa é um capítulo”, explicou. Depois de quase uma década sem inéditas, Lenine volta à ficção sonora com romance completo - um disco inteiro pra se ouvir como quem lê livro bom: de cabo a rabo.

 
 

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