top of page

Resultados de busca

248 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Adeus a Jennifer Finch: L7 perde baixista cinco dias após revelar diagnóstico de câncer no cérebro

    Foto: Redes sociais Cinco dias. Foi esse o intervalo entre a revelação de que Jennifer Finch enfrentava um câncer no cérebro e a notícia que nenhum fã do L7 queria ler. A baixista morreu no último sábado (18), aos 59 anos, e a despedida veio pelas redes sociais da banda. Finch fez parte da formação que transformou o L7 em um dos nomes mais importantes do rock alternativo e do grunge nos anos 1990. Foi com ela no baixo que o grupo lançou Bricks Are Heavy (1992), disco que ajudou a colocar a banda no mapa do rock mundial. Ela deixou o L7 ainda na década de 1990, mas voltou na reunião de 2014 e participou do retorno em estúdio com Scatter the Rats, lançado em 2019. Cinco dias antes de sua morte, uma atualização publicada em sua página informava o diagnóstico e pedia apoio para custear despesas médicas e cuidados em casa. Jennifer Finch ajudou a abrir espaço para uma geração de mulheres no rock pesado quando isso ainda era exceção. Sua despedida encerra um capítulo importante da história do grunge, mas o volume que ela deixou continua alto o suficiente para atravessar gerações.

  • Anthrax prova que dez anos podem valer cada segundo em "The Edge Of Perfection"

    Algumas bandas envelhecem. Outras simplesmente acumulam munição. Depois de uma década sem lançar um álbum de estúdio, o Anthrax mostra que ainda sabe como fazer barulho, e "The Edge Of Perfection" chega para lembrar que o thrash continua respirando fundo. O novo single antecipa Cursum Perficio, disco que chega em setembro e encerra um hiato iniciado após For All Kings. A faixa mistura peso e melodia sem pedir licença, enquanto o videoclipe aposta em uma estética cinematográfica dirigida pelo vencedor do Oscar Joel Harlow. Scott Ian não economiza na empolgação e define a música como "a melhor que já escrevemos". Pode soar como exagero de músico apaixonado pelo próprio trabalho, mas convenhamos: toda banda precisa de uma boa dose de confiança para sobreviver quarenta anos no metal. Se o tempo costuma enferrujar muita coisa, o Anthrax parece ter encontrado outro caminho. "The Edge Of Perfection" não soa como nostalgia reciclada. Soa como uma banda que ainda prefere acelerar em vez de olhar pelo retrovisor.

  • Do estúdio que recebeu Anitta e Fernanda Brum ao caos das guitarras

    Divulgação "Não é a fé que silencia o caos. É ela que impede que o caos tenha a última palavra." A frase resume o ponto de partida de "Em Meio ao Caos", novo single de Sergio Sampaio. A faixa se aproxima sua sonoridade de bandas como Skillet e Red, referências do rock cristão internacional que fizeram do peso uma linguagem possível para a espiritualidade. Sergio Sampaio, morador da zona oeste do Rio de Janeiro, construiu boa parte da carreira atrás da mesa de som. Trabalhou por cinco anos no Montanha Estúdio, endereço conhecido da cena emo e hardcore carioca, onde gravou bandas do circuito independente. Depois integrou a equipe do Sonora, participou dos primeiros discos de Vinny e chegou ao Oasis Music Vídeo, estúdio comandado por Ricardo Feghali, do Roupa Nova. Ali acompanhou gravações de artistas tão distintos quanto Fernanda Brum, Aline Barros, Anitta e Lulu Santos. "Passei muito tempo ajudando outros artistas a encontrar um som. Quando comecei a lançar minhas músicas, percebi que precisava fazer o caminho inverso. Primeiro entender quem eu era artisticamente, depois transformar isso em gravação. Produzir, mixar e masterizar esse single foi uma consequência natural dessa trajetória." A decisão de manter o próprio nome artístico também chama atenção. Sergio Sampaio sabe que a escolha inevitavelmente remete ao compositor de "Eu Quero é Botar Meu Bloco na Rua". Ainda assim, prefere assumir a coincidência como parte de sua identidade em vez de buscar um pseudônimo. Lançado pelo selo Se Vira Music, "Em Meio ao Caos" dá sequência ao percurso iniciado em "Tempestade". Se a faixa anterior recorria à imagem do mar para representar quem tenta não afundar, a nova composição troca a água pelo fogo. Confira "Em Meio ao Caos" aqui.

  • Gojira perde Mario Duplantier na imigração e convoca brasileiro de 21 anos para salvar turnê

    Divulgação Pearl Nem Godzilla conseguiria derrubar o Gojira, mas a imigração americana quase conseguiu. Impedido de entrar nos Estados Unidos, Mario Duplantier ficará fora dos próximos shows da banda, que precisou recorrer a um reforço brasileiro de última hora. A solução veio em ritmo acelerado. O escolhido foi Luigi Paraventi, baterista de apenas 21 anos e integrante do Paleface Swiss. Nas redes sociais, o Gojira explicou que Mario enfrentou uma "questão de imigração" e "lutou muito, em cada etapa do processo", para conseguir viajar, sem sucesso. O grupo ainda celebrou a chegada do substituto com bom humor. "O 'Player 2' entrou no jogo. RESPEITO." Luigi assume as baquetas nas apresentações do Rock Fest, Upheaval Festival e Inkcarceration Music & Tattoo Festival. Não é todo dia que se entra no lugar de um dos bateristas mais respeitados do metal moderno. Para Luigi, a convocação de última hora já entra para o currículo. E para os fãs, fica a prova de que, às vezes, o maior obstáculo de uma turnê não é o palco, mas a alfândega.

  • Queens of the Stone Age abraça os erros em "Easy Street"

    Foto de Andreas Neuman Depois de dois anos sem material inédito, o Queens of the Stone Age voltou com "Easy Street". E Josh Homme parece ter decidido uma coisa: perfeição é superestimada. O novo single soa torto de propósito. Ainda bem. A faixa, apresentada ao vivo na The Catacombs Tour, mistura violão, sintetizadores psicodélicos e uma batida que parece respirar sem pressa. Nikki Lane entra em cena com uma voz áspera, fazendo um contraponto perfeito ao timbre mais contido de Homme. O vocalista resume a ideia sem rodeios: "É engraçado porque dói". Gravada praticamente como uma demo, sem metrônomo e com pequenos tropeços preservados, a música aposta justamente naquilo que a maioria dos estúdios tentaria apagar. O clipe acompanha a proposta. Homme foge de uma turma improvável que inclui um Juggalo, um Papai Noel de shopping e até um cowboy montado em um pônei. Parece piada. Talvez seja. Mas o Queens of the Stone Age continua provando que ninguém transforma imperfeição em identidade como eles.

  • Wonderwall entra em campo e leva Oasis ao topo do Spotify

    Foto: Instagram @oasis | Twitter @fifaworldcup Às vezes basta uma sequência de vitórias para ressuscitar um clássico. "Wonderwall", do Oasis, virou trilha sonora da campanha da Inglaterra na Copa de 2026 e já ocupa o 2º lugar no Spotify Global. Quem diria que Noel Gallagher ganharia uma assistência do futebol? Tudo começou depois da vitória por 4 a 2 sobre a Croácia, quando o DJ do estádio de Dallas colocou a música para tocar enquanto jogadores e torcida comemoravam juntos. O coro pegou de vez e seguiu ecoando a cada triunfo inglês, incluindo a classificação sobre a Noruega para a semifinal. O efeito foi imediato: além da escalada no Spotify Global, "Wonderwall" saltou da 32ª para a 11ª posição na parada oficial de singles do Reino Unido. A Copa ainda nem terminou, mas uma coisa já está clara: a Inglaterra encontrou seu hino não oficial. E, de quebra, o Oasis provou que algumas músicas só precisavam de uma bola rolando para voltar ao centro do palco.

  • Plebe Rude ganha edição especial de "O Concreto Já Rachou"

    Fotografia: Caru Leão Tem disco que envelhece. Tem disco que só muda de endereço. Sai da vitrola da sala, vai para o streaming, volta para a estante de quem ainda acha que encarte é parte da experiência. "O Concreto Já Rachou", da Plebe Rude, parece ser desse segundo grupo. A Universal Music Brasil relança o álbum em vinil gatefold para celebrar seus 40 anos. De quebra, a banda também completa 45 anos de estrada. Não é pouca coisa para um disco que continua encontrando gente nova pelo caminho. A edição chega pensando em quem gosta de abrir a capa, ler créditos e gastar alguns minutos olhando o objeto antes de colocar a agulha no vinil. Além do LP de 12 polegadas, há um compacto de 7 polegadas com demos de "Proteção", "Johnny Vai À Guerra (Outra Vez)", "Sexo e Karatê" e "Minha Renda". São gravações mais cruas, feitas antes da versão definitiva, que deixam ainda mais evidente a influência do The Clash sobre a banda de Brasília. A comemoração não para no formato físico. "Até Quando Esperar" ganhou um clipe inédito com Herbert Vianna, produtor do álbum original, dividindo guitarras e vocais com a Plebe Rude. Jaques Morelenbaum também participa, recriando a introdução de violoncelo que virou uma das marcas da faixa. O pacote inclui ainda um documentário de cerca de 90 minutos, em que os integrantes revisitam a história do disco música por música. É aquele tipo de material que costuma agradar quem conhece o álbum de cor e também quem quer entender por que ele continua aparecendo nas listas dos trabalhos mais importantes do rock brasileiro dos anos 1980. A edição já está disponível na UMusic Store. Quarenta anos depois, o concreto continua rachado. E algumas músicas, goste-se ou não, insistem em provar que certas fissuras nunca saem de moda.

  • Eric Bass se afasta da turnê do Shinedown

    Foto de Amy Harris O baixista Eric Bass não participará dos primeiros shows da nova turnê do Shinedown na América do Norte. Em um vídeo publicado nas redes sociais da banda, o músico explicou que está enfrentando um grave problema de saúde mental e decidiu interromper temporariamente as atividades. A turnê começa em 11 de julho, em Mt. Pleasant, no estado de Michigan, e segue até 23 de agosto, com encerramento em Springfield, Illinois. A banda terá Coheed and Cambria como convidada especial em parte das apresentações. Na gravação, Bass contou que sofreu um "colapso mental" há algumas semanas e afirmou que, neste momento, não considera seguro voltar à estrada. O músico disse que chegou a cogitar permanecer em silêncio e retornar apenas quando estivesse recuperado, mas decidiu tornar a situação pública porque o Shinedown sempre tratou a saúde mental como um tema importante. Bass também revelou que está realizando um tratamento com Estimulação Magnética Transcraniana (EMT) na Universidade Médica da Carolina do Sul. Apesar do afastamento, ele afirmou que espera voltar à turnê assim que receber liberação, embora ainda não tenha uma data definida. Enquanto isso, Josh Sturm, da banda Kairos e marido da vocalista Lacey Sturm, do Flyleaf, assumirá o baixo nas apresentações. O guitarrista Zach Myers também ajudará a cobrir a ausência do companheiro durante os shows. A mensagem completa de Eric Bass foi publicada nos perfis oficiais do Shinedown nas redes sociais.

  • Jon Bon Jovi ganha holograma para selfies em turnê

    Foto Owen Phillips / Thought Gang Media Quem passou pelo primeiro dos nove shows do Bon Jovi no Madison Square Garden encontrou uma atração diferente antes da apresentação. Em parceria com a Superfan.Live, a Proto Hologram e a HIFI Labs instalaram uma experiência que permite aos fãs tirarem uma selfie com um holograma hiper-realista de Jon Bon Jovi. Em alguns registros, o restante da banda também aparece na cena. Depois, a imagem pode ser baixada como lembrança digital. Segundo as empresas envolvidas, é a primeira vez que a tecnologia Proto Selfie é utilizada dentro de uma casa de shows e também a estreia de um holograma da Proto no tradicional palco nova-iorquino. Jon Bon Jovi já havia sido recriado pela empresa durante o evento MusiCares Person of the Year, em 2024, e em seu restaurante, o JBJ's, em Nashville. "Os fãs não vão levar apenas uma lembrança digital. Eles vão sentir a presença do Jon e a diversão de registrar uma selfie com um ídolo", afirmou David Nussbaum, fundador da Proto Hologram. A iniciativa faz parte da proposta da Superfan.Live de ampliar a experiência dos chamados superfãs com ações exclusivas durante grandes turnês, usando tecnologia para aproximar artistas e público.

  • 'La Cuarta Estrella' vira trilha da Argentina na Copa

    Lionel Messi, da Argentina, comemora o segundo gol da equipe — Foto: REUTERS/Carlos Barria A classificação da Argentina para as quartas de final da Copa do Mundo de 2026, após a vitória por 3 a 2 sobre o Egito, ganhou uma trilha sonora que já caiu nas graças da torcida e do elenco. Depois da partida, os jogadores comemoraram cantando "La Cuarta Estrella", música que se transformou em um dos símbolos da campanha argentina no torneio. A canção aproveita a melodia de "No Me Arrepiento de Este Amor", um dos maiores sucessos da cantora Gilda, nome histórico da cumbia argentina. A nova letra faz referências ao sonho da quarta estrela na camisa da seleção, mas também resgata momentos que marcaram o imaginário do país, como a eliminação na Copa de 1994, ligada ao caso de Diego Maradona, e a disputa pelas Ilhas Malvinas com a Inglaterra. O videoclipe oficial de "La Cuarta Estrella" já soma cerca de três milhões de visualizações no YouTube e segue ganhando força à medida que a Argentina avança na competição. Dentro e fora dos estádios, a música virou um dos principais cantos da torcida e reforça a tradição de transformar o futebol em parte da cultura popular argentina.

  • Vini Jr. e Jay-Z: foto revela parceria bilionária

    Crédito: reproduçã/Vini Jr. Uma foto publicada por Vini Jr. na última quarta-feira (1º) movimentou as redes sociais. Aproveitando a folga da Seleção Brasileira nos Estados Unidos, o atacante apareceu ao lado de Jay-Z. Bastou um clique para surgirem as perguntas: o que faz o principal nome do rap ao lado do camisa 7 do Brasil? A resposta passa menos pela música e mais pelos negócios. Vini Jr. é um dos atletas representados pela Roc Nation Sports, braço esportivo da empresa criada por Jay-Z. A agência administra contratos, patrocínios e a imagem internacional do atacante do Real Madrid, além de outros nomes importantes da Seleção Brasileira. O "time" da empresa na Copa de 2026 inclui ainda Endrick, Gabriel Martinelli, Lucas Paquetá e Douglas Santos. Um elenco de respeito, convenhamos. Essa também não é a primeira vez que os dois aparecem juntos. Em 2024, Jay-Z esteve em Londres para acompanhar a final da Liga dos Campeões e comemorou de perto o gol de Vini Jr. na vitória do Real Madrid sobre o Borussia Dortmund. O novo encontro acontece em um momento especial para ambos. Dentro de campo, Vini vive uma das melhores fases da carreira. Já marcou quatro gols e distribuiu uma assistência na Copa do Mundo de 2026, repetindo um feito que só Ronaldo e Rivaldo haviam alcançado em 2002: balançar as redes em todos os jogos da fase de grupos. Agora, o Brasil se prepara para enfrentar a Noruega nas oitavas de final, no próximo domingo (5), em Nova Jersey. Fora dos gramados, Jay-Z também atravessa um período simbólico. O rapper celebra os 30 anos de Reasonable Doubt, álbum que marcou sua estreia em 1996, enquanto conclui a série documental Jay-Z in 8, dirigida por Rick Rubin para a HBO Max. No fim das contas, a foto que viralizou resume bem um movimento cada vez mais comum: as fronteiras entre esporte e entretenimento praticamente desapareceram. E Jay-Z soube jogar esse jogo como poucos.

  • Metallica doa US$ 100 mil para vítimas na Venezuela

    Metallica / Reprodução O Metallica voltou a usar sua fundação para ajudar vítimas de uma tragédia humanitária. Desta vez, a banda anunciou a doação de US$ 100 mil para apoiar os trabalhos de emergência na Venezuela, atingida por dois fortes terremotos no último dia 24 de junho. O valor será repassado pela All Within My Hands, braço filantrópico do grupo, à organização Direct Relief, parceira de longa data responsável por coordenar o envio de ajuda médica e recursos para as áreas afetadas. Os terremotos, de magnitudes 7,2 e 7,5, aconteceram com menos de um minuto de diferença e desencadearam uma sequência de mais de 600 réplicas. As operações de resgate seguem em andamento em meio às dificuldades de acesso às regiões atingidas. Os números impressionam. Mais de 2 mil pessoas morreram, cerca de 68 mil foram dadas como desaparecidas nos dias seguintes ao desastre e estimativas das Nações Unidas apontam que até 6,8 milhões de venezuelanos sofreram algum tipo de impacto, seja pela perda da moradia, pela falta de água, energia elétrica ou acesso a serviços básicos. Em coordenação com equipes locais, a Direct Relief financia operações de busca e resgate, além de preparar o envio de medicamentos, kits de primeiros socorros, produtos de higiene e tratamentos para pacientes que ficaram sem atendimento médico por causa da tragédia. Parte dos recursos também apoia a atuação da equipe espanhola Bomberos Unidos Sin Fronteras, especializada em resgates em áreas de desastre. Criada em 2017 pelos integrantes e pela equipe do Metallica, a All Within My Hands atua em projetos ligados à educação profissional, combate à fome e auxílio em situações de emergência. Um detalhe pouco conhecido: a própria banda cobre os custos administrativos da fundação, permitindo que 100% das doações sejam destinadas diretamente às organizações beneficiadas. Desde sua criação, a entidade já destinou mais de US$ 34 milhões para iniciativas sociais e ações de resposta a desastres ao redor do mundo. Desta vez, o foco está na Venezuela, onde a reconstrução deve levar anos.

Do glitter do pop ao underground do rock ★ Press Press é notícia sem rótulos.

 

Pode mandar news, sugestão de pauta, divulgação da sua banda, trampo da gravadora, evento que você está produzindo, selo independente, fanzine alternativo, livro, qualquer arte underground que você acha que vale a pena.

A gente não promete que vai virar matéria, mas promete que vai ler.

Thanks for submitting!

PRESSPRESS ©  Todos os direitos reservados.

bottom of page