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Microtons, máscaras e caos: a banda que fisgou Mike Portnoy

  • Foto do escritor: Heitor Brandão
    Heitor Brandão
  • há 2 dias
  • 1 min de leitura
Microtons, máscaras e caos: a banda que fisgou Mike Portnoy
Foto: Reprodução/KEXP

Às vezes basta um vídeo no KEXP pra bagunçar tudo. Foi assim que o Angine de Poitrine saiu do nicho direto pro radar de gente grande, deixando até Mike Portnoy “viciado” com sua mistura caótica e nada convencional.

 

Foi mais ou menos assim que o Angine de Poitrine saiu do nicho esquisito para o radar de gente grande. Mike Portnoy, um sujeito nada impressionável quando o assunto é virtuosismo, cravou que ficou “viciado” no som do duo canadense depois de assistir à apresentação. E não parou aí: disse que os caras reacenderam seu interesse por música microtonal, esse território meio alienígena que foge das notas tradicionais. Com ecos de Primus e King Crimson pairando no ar, o projeto rapidamente virou assunto entre músicos, produtores e curiosos que gostam de testar os próprios ouvidos.

 

E talvez seja justamente esse efeito meio “o que diabos estou ouvindo?” que tenha ajudado a dupla a atravessar bolhas tão rápido.

 

Visualmente, a dupla também não facilita: figurinos de bolinhas, máscaras de papel machê e um ar quase surreal. O vídeo no KEXP viralizou, chamou atenção de Rick Beato e Cory Wong e colocou o Angine num lugar raro: estranho o suficiente pra intrigar, acessível o bastante pra crescer.

 
 

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